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Júlio Campos promete ação popular contra governo, e articula reunião de deputados, senador com MT Par e Nova Rota Oeste para cobrar construção de duplicação e viadutos na Rodovia dos Imigrantes

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Da redação

O deputado Júlio Campos (união), falou nesta quarta-feira 10.05, sobre a reunião dos empresários na ultima segunda-feira 08.05 que se reuniram com a diretoria da Associação Comercial de Várzea Grande (ACIVAG), para reivindicar a duplicação da rodovia dos Imigrantes e a construção dos viadutos para travessia de entrada nos bairros São Mateus, Capão Grande e outra próximo a Bonsucesso, entrada para Rota do Peixe.

Após a grande repercussão da reunião, o deputado destacou que nesta quinta-feira 11.05 juntamente com os deputados Eduardo Botelho, Coronel Assis, o senador Jayme Campos, e os prefeitos de Cuiabá Emanuel Pinheiro, E Kalil Baracat, irão se reunir com o Cidinho Santos, presidente do Conselho da Nova Rota Oeste, para cobrar e firmar compromisso para que possa colocar no projeto de  novo traçado da BR-163, onde o governo do estado através da MT Par irá aportar cerca de 1, 6 bilhão de reais na duplicação da rodovia, A BR era administrada até a ultima quinta-feira 05.05, pelo governo federal.

Agora sob a administração do governo estadual, a  rodovia ganha novas possibilidades de investimentos, e com isso inicia uma movimentação de pedidos antigos como é caso dos elevados em vários pontos que cortam a BR, onde os moradores acessam para adentrar ás comunidades, e que de uma certa forma daria mais fluxo ao comércio da região.

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Para Júlio Campos os governo quer economizar dinheiro não investindo no que a população da região está reivindicando. E erra ao criar um novo traçado, onde tira da Rodovia dos Imigrantes a maior parte do tráfego da BR, desviando por fora do perímetro urbano a rotatividade de caminhões. O que prejudicaria os empresários da região.

O governo está construindo um novo traçado para desviar o trânsito, o Contorno Norte como é chamado, irá desafogar o trânsito pesado na região da Imigrantes. cerca de mais de 15 mil carretas, carros e caminhões passar todos os dias pela rodovia, oque dificulta e tem causado perda de muitas vidas.

O deputado questiona o novo traçado, e afirma que o município irá entrar com ação popular caso o governo não atenda as reivindicações proposta pela comunidade e empresários que moram e trabalham ao longo da rodovia.

“Não é realidade, que vai precisar fazer a desapropriação, não precisa, uma vez que quando foi construída e projetada a duplicação da pista, já fizemos a desapropriação de 50 metros”. Portanto é blefe a conversa de desapropriação. Se não fizer as melhorias do trecho urbano do contorno Sul que hoje integra o consórcio que a MT Par assumiu, nós políticos várzea-grandense vamos entrar uma ação popular”. Destacou.

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Para o deputado a Imigrantes é hoje uma das avenidas mais movimentadas em Várzea Grande, com grandes industrias, e comércios, e se faz necessário a duplicação da via, uma vez que o governo já vai gastar mais de 1,6 bilhão, não custa nada investir mais R$ 40 milhões de reais no trecho. “Nós vamos exigir que a MT Par possa  fazer a revitalização necessária, e que não faça só a duplicação, mas também  as entradas e viadutos necessários para diminuir as mortes ao longo da rodovia” Destacou.

Para Júlio Campos o novo traçado criado por fora das duas cidades, tanto Cuiabá, bem como de Várzea Grande, prejudicaria o comércio, e afetaria bruscamente a economia da baixada Cuiabana.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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