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Julio Campos diz que vai deixar os Democratas até abril

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Por Alisson Gonçalves

Durante a entrega do Estádio Eurico Gaspar Dutra, na noite desta segunda-feira 31.01, o ex-governador de MT Júlio campos se fez presente e fez duras críticas quanto a fusão partidária.

Julio Campos afirmou que vai deixar o partido  Democratas entre os dias 3 de março até o dia 2 abril.

Fundador do partido Democrata, Júlio se diz magoado com com a união do seu partido com o partido PSL, dando o nome de Partido União Brasil.

Júlio afirmou que já recebeu convites do outros partidos, mas ainda pretende estudar e analisar para entrar em qualquer outro partido.

Segundo Júlio,   vai levar em conta o partido que o apoiar a uma vaga na ALMT, e vai esperar o que vai acontecer daqui em diante quanto as articulações para as eleições de outubro.

Júlio vem tentando voltar a ocupar cargos públicos através do voto desde sua aposentadoria no Tribunal de Contas do Estado TCE-MT. Já tentou ser prefeito de VG, deputado federal e até mesmo foi suplente de senador nas eleições de 2018, quando fez uma dobradinha com o também ex-deputado Federal Nilson Leitão do PSDB que disputava a vaga.

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Agora Júlio se prepara para disputar um cargo para Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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