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Japonês da Federal grava apoio a Abílio e diz que espera a hora de cumprir a prisão do prefeito

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O Japonês da Federal gravou um vídeo para o candidato a prefeito por Cuiabá Abílio Júnior do PODEMOS.

No vídeo

O ex-agente da Polícia Federal (PF) Newton Ishii, que ficou conhecido como “Japonês da Federal” após ficar famoso pelas aparições ao lado de presos notáveis da Operação Lava Jato,aparece dando apoio ao candidato.

Disse também que está esperando o momento de vir a Cuiabá para fazer a prisão do prefeito sem dizer o nome de Emanuel Pinheiro,atual prefeito de Cuiabá,que esta no segundo turno das eleições municipais enfrentando Abílio.

Veja :👇

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Chefe do esquema na Saúde é cunhada de Miriam Pinheiro

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Denúncia feita por Abílio e Wellaton à Justiça Eleitoral revela que a chefe do esquema na Saúde é cunhada de Miriam Pinheiro (prima de Emanuel). Suelen Danielen Alliend ocupa cargo comissionado e nada mais é que a chefe da Central de Regulação de todo Sistema Único de Saúde (SUS) de Cuiabá.

Prática comum na atual gestão, a família de Emanuel compõe da corrupção que usa a Prefeitura para benefício próprio.
Em áudio vazado na última segunda-feira (16.11), Miriam e Suelen coordenam uma reunião dentro da Secretaria Municipal de Saúde, em horário de expediente, coagindo e ameaçando os servidores públicos a fazerem campanha e votarem em Emanuel.
A prima do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), candidato à reeleição, Miriam de Fátima Nascheveng Pinheiro, foi denunciada à Justiça Eleitoral e passa a ser investigada, por organizar uma reunião durante o expediente, na sede da Secretaria Municipal de Saúde. Junto com ela, organizando o esquema para favorecimento de Emanuel no 2º turno, estava a chefe da Central de Regulação, Suelen Danielen Alliend. Ambas pressionavam os servidores públicos a votarem no emedebista e comparecerem em um ato de campanha sob a ameaça de perderem os cargos.
“Não tem filho, não tem Conselho Tutelar que vai tirar a criança de vocês por 13 dias só. Não tem marido ciumento, não tem nada, vão pra rua. Aqui todo mundo tem cargo, tem emprego, tem benefícios e ninguém cobra nem o ponto de vocês aqui dentro. Ninguém sabe quem que vai ficar no meu lugar, no lugar da Suelen. Se deixar pra acordar ano que vem, ano que vem vai tá todo mundo na rua, é isso que vai acontecer”, traz trecho do áudio.
Conforme as gravações, Miriam e Suelen ainda obrigaram os servidores a comparecerem em um adesivaço do candidato e determinaram estratégias de atuação nas policlínicas, UPA’s e postos de saúde. “Nós vamos pra rua, todo mundo, porque todo mundo precisa do cargo aqui! E outra, vai ter adesivaço às 2 horas aqui, quem tiver com o carro adesivado com o vereador e tal, por favor, tirem e coloquem só do Emanuel pra destacar melhor”, disse Suelen.
A Lei das Eleições veda a utilização da máquina pública em benefício de candidatos, conforme o rol de condutas vedadas a agentes públicos do art. 73 da Lei 9.504/97. Além disso, a Polícia Federal deve investigar os crimes de coação, extorsão e ameaça aos servidores públicos e compra de voto mediante oferta de benefícios ao eleitor, como cargos na administração pública.
Além da prima de Emanuel Pinheiro e sua cunhada, o coordenador técnico da Secretaria de Saúde, Gilson Guimarães, afirmou que as redes sociais dos servidores estão sendo todas monitoradas. “Qual o primeiro passo, todos aqueles que estão com o Emanuel, todos aqueles que estão nessa caminhada, vai fazer o monitoramento da rede de quem está tá! Vai trocar já a imagem”, ordenou Gilson.

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O outro Lado:

Atuizada as 21:10h

Em contato feito com a redação do JBnews, Suelen Danielen Alliend,disse que é coordenadora técnica de controle e avaliação, e não chefe da Central de Regulação, aafirmou também que NÃO esteve na reunião do dia 16.11, em que servidoras foram flagradas pedindo voto e fazendo campanha para Emanuel. Na verdade, trata-se de Suelen Beloto, esposa de Alexandre Beloto, que é administrador da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECS), que gere o Hospital São 0Benedito e o Hospital Municipal de Cuiabá.

Atualizada as 22:19

A ex vereadora Mirian Pinheiro em contato por telefone com à redação explicou  que a conversa em questão foge do contexto do diálogo.

Que nunca foi chefe de esquema de qualquer repartição.

Que jamais serviria para pressionar ou obrigar qualquer servidor público a votar em alguém em troca a de qualquer benefício,disse também que todo esse impasse será esclarecido o mais breve possível.

E que sempre atuou com lisura com a coisa pública.

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