POLITICA

Janaína descarta apoio a Juca do Guaraná e vê pedido de Pinheiro para formar aliança com Mendes como’ Midiática’; “o tempo já passou”

Publicados

em

JB News

Da Redação

Em uma entrevista exclusiva concedida nesta terça-feira,29, a deputada estadual Janaína Riva do (MDB) abordou diversos temas políticos, desde possíveis candidaturas até alianças entre líderes municipais e estaduais.

Inicialmente, Janaína Riva esclareceu sua posição em relação à possível candidatura do Deputado Juca do Guarará, destacando que seu compromisso político já está firmado com o Deputado Botelho desde o ano anterior.

A Deputada reconheceu a atuação de Juca do Guarará na Assembleia Legislativa, porém ressaltou que os compromissos assumidos anteriormente devem ser honrados.

Em relação à sinalização de uma possível aliança entre o prefeito Emanuel Pinheiro e o governador Mauro Mendes, a Deputada expressou ceticismo, afirmando que o momento para tal movimento já passou. Ela questionou a veracidade da intenção de Mendes em apoiar Pinheiro, destacando as dificuldades enfrentadas pelo prefeito na gestão municipal.

“Acredito que esse momento passou, esse timing passou, acho que agora é mais um esperneio pré-eleitoral e o governador tem nosso respaldo”, declarou a Deputada Janaína Riva.

A Deputada também expressou sua descrença em relação a um possível encontro entre Emanuel Pinheiro e Mauro Mendes, afirmando categoricamente: “Eu não acredito, acho que está tarde demais para isso.” Ela enfatizou que, na sua percepção, o momento oportuno para tal encontro já passou e que vê mais como uma “armação” de Emanuel para chamar a atenção da mídia e do público.

Leia Também:  Câmara dos Deputados discute recontagem de votos em audiência pública com participação de especialistas

“Acho que passou o timing dessa reunião, entendo que o prefeito queira, mas também entendo o governador de querer explorar o próximo prefeito para poder tirar Cuiabá do buraco que está”, acrescentou a Deputada Janaína Riva.

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

Publicados

em

Por

JB News

pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

Leia Também:  NOVO realiza reunião com o prefeito Kalil Baracat

Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

Leia Também:  Estamos trabalhando para instalar ar-condicionado em 100% das escolas até 2022”, afirma governador Mauro Mendes

O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

Veja:

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA