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Jade Picon: entenda o procedimento para tratar disfunção na mandíbula

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Jade Picon realiza procedimento cirúrgico para tratar DTM
Reprodução/Instagram – 03.08.2022

Jade Picon realiza procedimento cirúrgico para tratar DTM

A influenciadora digital Jade Picon realizou um procedimento médico , na noite desta terça-feira, para tratar um quadro de disfunção temporomandibular (DTM). A ex-participante do programa Big Brother Brasil, da TV Globo, falou nas redes sociais sobre o problema, que afeta o movimento da mandíbula. Segundo a artista, o tratamento durou cerca de 30 minutos, foi bem sucedido e ela já está em casa.

“Eu tenho uma disfunção, acho que é DTM que chama, estou com medo de falar coisa errada. Vou fazer uma infiltração aqui para me ajudar com o problema que é gerado por estresse, enfim, que já tem um tempo que está me incomodando e estou muito nervosa. É uma coisa muito simples, tipo 30 minutos mas tenho trauma de agulhas e não gosto dessas coisas. Mas preciso fazer, é para minha saúde, para meu bem-estar”, disse a ex-BBB.

O que é a disfunção na mandíbula?

A DTM é um problema de saúde que afeta a articulação temporomandibular (ATM), mecanismo responsável por movimentos com a mandíbula. Ela pode ser causada por hábitos repetitivos que afetam negativamente a região, como apertar muito os dentes durante o sono – geralmente ligado a casos de bruxismo –, mascar muito chiclete, roer unhas ou morder objetos, entre outros.

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Essas práticas podem ser parte da rotina tanto por costumes inadequados, como por resultado de alterações no estado emocional, ligadas ao estresse, à raiva e à ansiedade, que levam aos movimentos mais intensos com a mandíbula. O quadro pode ser desencadeado ainda por alguma lesão na região, um acidente, mastigação incorreta de alimentos ou anomalias genéticas na musculatura da área.

Os sintomas são dores constantes de cabeça, dores na mandíbula e na face em situações como durante o ato de mastigar, desgaste dos dentes, desvio da mandíbula, estalos ao abrir a boca, zumbido no ouvido e outros consequentes do desgaste na região. A confirmação do diagnóstico é feita pela avaliação médica de um especialista.

Tratamento

O tratamento da DTM varia de acordo com o paciente e com o quadro apresentado. Em casos mais leves, por exemplo, pode envolver o controle dos fatores que estão causando o problema, sessões de fisioterapia e o uso noturno de uma placa de acrílico, conhecida como placa de mordida, que impede o apertar dos dentes durante a noite. Dependendo da situação, o médico pode indicar ainda analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar a dor no local.

Como a DTM pode ser provocada pela hiperatividade do músculo, há especialistas que recomendam ainda métodos de infiltração, como fez Jade, para aliviar os sintomas. Uma das opções é a infiltração de um anestésico, que atua como um relaxante muscular na região. A infiltração pode ser feita também com ácido hialurônico, conhecida como viscossuplementação, por acreditar-se que a substância atua na lubrificação dos tecidos articulares, gastos pela disfunção na mandíbula, e contém efeitos anti-inflamatórios.

Em casos mais graves, com danos maiores ao funcionamento da mandíbula, recomenda-se o procedimento cirúrgico. Para realizar o tratamento adequado, é preciso buscar um especialista, que poderá realizar o diagnóstico do quadro e indicar a melhor maneira para resolvê-lo.


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil registra 147 mortes e 17,7 mil novos casos de covid-19 em 24h

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Em 24 horas, foram registrados 17.726 novos casos de covid-19 no Brasil. No mesmo período, houve 147 mortes de vítimas do vírus. O Brasil soma desde o início da pandemia 681.400 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje (13), em Brasília, pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é de 34.165.857.

Ainda segundo o boletim, 32.966.689 pessoas se recuperaram da doença e 517.768 casos estão em acompanhamento. No levantamento de hoje, não consta atualização dos dados de óbitos em Mato Grosso do Sul. Também não consta a atualização de casos e mortes no Distrito Federal e nos seguintes estados: Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins.

Estados

Segundo os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 5,97 milhões, seguido por Minas Gerais (3,85 milhões) e Paraná (2,71 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (147,5 mil). Em seguida, aparecem Roraima (173,9 mil) e Amapá (177,7 mil).
Em relação às mortes, de acordo com os dados mais recentes disponíveis, São Paulo apresenta o maior número (173.638), seguido de Rio de Janeiro (75.162) e Minas Gerais (63.257). O menor total de mortes situa-se no Acre (2.025), Amapá (2.155) e Roraima (2.165).

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

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Boletim Epidemiológico – 13/08/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 471,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178,7 milhões com a primeira dose e 159,8 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,9 milhões de pessoas. Outras 104,4 milhões já receberam a primeira dose de reforço, e 18,9 milhões receberam a segunda dose de reforço.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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