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Irã oferece US$ 80 milhões pela cabeça de Trump

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Em meio ao canto de “morte para a América” entoado pelo povo iraniano nas ruas e pelos parlamentares dentro do prédio do Congresso do Irã neste domingo 5, nasceu na TV iraniana uma campanha que oferece 80 milhões de dólares a quem ‘conseguir a cabeça’ do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O ódio tem crescido depois da ordem do assassinato, por parte de Trump, do general iraniano Qassem Soleimani, um herói local. O governo do Irã  prometeu revidar e, pelo Twitter, o presidente dos EUA anunciou que, caso o os americanos sejam atacados, poderão reagir “de maneira desproporcional”.

Diz o narrador da TV no Irã, mostrando imagens dos milhões de iranianos que homenagearam Soleimani nas ruas: “Nós queremos fazer algo. E se cada pessoa em todo o mundo que apoiar nossa iniciativa em Mashhad – em nome dos cerca de 80 milhões de iranianos – doar US$ 1 cada, isso daria US$ 80 milhões”.

E nós daríamos esses US$ 80 milhões, em nosso próprio nome, como um presente para quem trouxesse a cabeça da pessoa que ordenou a morte da grande figura da nossa revolução”, prossegue.

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“Cante, se você concorda”, finaliza o narrador, incentivando o grito de “Death to America”, – ou “morte para a America” – que tem sido entoado pelos iranianos.

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COVID-19

Boris Johnson defende a necessidade de intervencionismo econômico do Estado para recuperar a economia.

Reino Unido

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BORIS JOHNSON: “OS TEMPOS EXIGEM INTERVENCIONISMO

01 de julho de 2020 : 14h38

O primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson, defendeu, em coletiva, a necessidade de intervencionismo econômico do Estado para recuperar a economia.

Johnson afirmou acreditar que “o governo tem que fazer o que é certo agora”, que, segundo ele, seria uma abordagem “intervencionista e ativista”.

A economia do Reino Unido foi atingida em peso pela pandemia, tendo encolhido 20.4% em abril – a maior queda mensal já registrada no país.

Entre março e maio, o número de trabalhadores assalariados no país caiu em mais de 600.000.

Os planos revelados pelo primeiro ministro foram descritos como uma “extraordinária intervenção governamental”.

O Governo investirá 5 bilhões de libras (cerca de 33 bilhões de reais) em “escolas, estradas, hospitais” e “outros projetos de infraestrutura”, o que Johnson definiu como uma intenção de “construir, construir e construir” o país “para fora da recessão induzida” pela pandemia de Covid-19.

O líder conservador se sentiu obrigado a pontuar que seus “instintos” são os de cortar taxas onde quer que seja possível, mas afirmou que o “desafio geracional” com que o Reino Unido se defronta precisa ser lidado com investimentos.

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“Soa como um ‘New Deal’, e tudo que posso dizer é que, se for, então assim deve soar e ser, porque é o que os tempos exigem”, explicou o primeiro ministro sobre os planos do Governo.

“Meus amigos, não sou um comunista”, lembrou. “Acredito que é dever do Governo o de criar condições para o livre mercado”.

“Sim, é claro que aplaudimos nosso NHS (o “SUS” britânico), mas sob este governo aplaudimos também aqueles que fazem o NHS ser possível: nossos inovadores, nossos criadores afortunados, nossos capitalistas e financistas, porque no fim é sua vontade de correr riscos com seu próprio dinheiro que será crucial para nosso sucesso futuro”, continuou Johnson.

Sobre novos aumentos dos casos de coronavírus na cidade inglesa de Leicester, ele afirmou que o Governo está “preocupado”.

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