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Harry e Meghan vão se afastar da Família Real

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Washington, 10 jan (EFE) — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou nesta sexta-feira o anúncio inesperado dos duques de Sussex, Harry e Meghan Markle, de que querem deixar de ser membros sêniores da família real britânica.

Em entrevista à emissora “FoxNews”, Trump disse que a rainha Elizabeth II não deveria ter que lidar como uma situação como o “Megxit”, como o caso vem sendo chamado pela imprensa britânica em referência ao Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia.

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“Acredito que é triste. Ela (a rainha) é uma grande mulher. Nunca cometeu um erro. Teve um reinado perfeito”, afirmou.

Perguntado se o príncipe Harry deveria voltar atrás, Trump se esquivou. “Não quero me meter no assunto, mas tenho muito respeito pela rainha. Acredito que isso não deveria estar acontecendo com ela”, opinou.

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Trump já mostrou que não sente simpatia por Meghan no ano passado, quando o tabloide britânico “The Sun” o que o agora presidente pensava sobre a atriz ter dito que se mudaria para o Canadá caso ele fosse eleito.

“Que posso dizer? Não sabia que ela era rude”, respondeu então Trump, que depois disse não ter usado o adjetivo e acusou os jornais britânicos de inventar a polêmica.

O casal anunciou na última quarta-feira, sem consultar outros integrantes da família real, que dividiria o tempo entre o Reino Unido e a América do Norte. O motivo alegado é que eles trabalharão para serem financeiramente independentes da monarquia. Possivelmente, Harry e Meghan devem viver no Canadá, onde a atriz morou por sete anos.

O anúncio caiu como uma bomba no Palácio de Buckingham, irritando a rainha Elizabeth II. Ninguém descarta a hipótese de o filho do príncipe Charles, sexto na linha sucessória, ter seus títulos revogados ou seja forçado a abrir mão deles

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COVID-19

Boris Johnson defende a necessidade de intervencionismo econômico do Estado para recuperar a economia.

Reino Unido

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BORIS JOHNSON: “OS TEMPOS EXIGEM INTERVENCIONISMO

01 de julho de 2020 : 14h38

O primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson, defendeu, em coletiva, a necessidade de intervencionismo econômico do Estado para recuperar a economia.

Johnson afirmou acreditar que “o governo tem que fazer o que é certo agora”, que, segundo ele, seria uma abordagem “intervencionista e ativista”.

A economia do Reino Unido foi atingida em peso pela pandemia, tendo encolhido 20.4% em abril – a maior queda mensal já registrada no país.

Entre março e maio, o número de trabalhadores assalariados no país caiu em mais de 600.000.

Os planos revelados pelo primeiro ministro foram descritos como uma “extraordinária intervenção governamental”.

O Governo investirá 5 bilhões de libras (cerca de 33 bilhões de reais) em “escolas, estradas, hospitais” e “outros projetos de infraestrutura”, o que Johnson definiu como uma intenção de “construir, construir e construir” o país “para fora da recessão induzida” pela pandemia de Covid-19.

O líder conservador se sentiu obrigado a pontuar que seus “instintos” são os de cortar taxas onde quer que seja possível, mas afirmou que o “desafio geracional” com que o Reino Unido se defronta precisa ser lidado com investimentos.

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“Soa como um ‘New Deal’, e tudo que posso dizer é que, se for, então assim deve soar e ser, porque é o que os tempos exigem”, explicou o primeiro ministro sobre os planos do Governo.

“Meus amigos, não sou um comunista”, lembrou. “Acredito que é dever do Governo o de criar condições para o livre mercado”.

“Sim, é claro que aplaudimos nosso NHS (o “SUS” britânico), mas sob este governo aplaudimos também aqueles que fazem o NHS ser possível: nossos inovadores, nossos criadores afortunados, nossos capitalistas e financistas, porque no fim é sua vontade de correr riscos com seu próprio dinheiro que será crucial para nosso sucesso futuro”, continuou Johnson.

Sobre novos aumentos dos casos de coronavírus na cidade inglesa de Leicester, ele afirmou que o Governo está “preocupado”.

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