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Harry e Meghan vão se afastar da Família Real

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Washington, 10 jan (EFE) — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou nesta sexta-feira o anúncio inesperado dos duques de Sussex, Harry e Meghan Markle, de que querem deixar de ser membros sêniores da família real britânica.

Em entrevista à emissora “FoxNews”, Trump disse que a rainha Elizabeth II não deveria ter que lidar como uma situação como o “Megxit”, como o caso vem sendo chamado pela imprensa britânica em referência ao Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia.

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“Acredito que é triste. Ela (a rainha) é uma grande mulher. Nunca cometeu um erro. Teve um reinado perfeito”, afirmou.

Perguntado se o príncipe Harry deveria voltar atrás, Trump se esquivou. “Não quero me meter no assunto, mas tenho muito respeito pela rainha. Acredito que isso não deveria estar acontecendo com ela”, opinou.

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Trump já mostrou que não sente simpatia por Meghan no ano passado, quando o tabloide britânico “The Sun” o que o agora presidente pensava sobre a atriz ter dito que se mudaria para o Canadá caso ele fosse eleito.

“Que posso dizer? Não sabia que ela era rude”, respondeu então Trump, que depois disse não ter usado o adjetivo e acusou os jornais britânicos de inventar a polêmica.

O casal anunciou na última quarta-feira, sem consultar outros integrantes da família real, que dividiria o tempo entre o Reino Unido e a América do Norte. O motivo alegado é que eles trabalharão para serem financeiramente independentes da monarquia. Possivelmente, Harry e Meghan devem viver no Canadá, onde a atriz morou por sete anos.

O anúncio caiu como uma bomba no Palácio de Buckingham, irritando a rainha Elizabeth II. Ninguém descarta a hipótese de o filho do príncipe Charles, sexto na linha sucessória, ter seus títulos revogados ou seja forçado a abrir mão deles

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Internacional

Polícia alemã investiga venda de “cerveja nazista”

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Rótulo do produto traz símbolos do Terceiro Reich

Foto: DW / Deutsche Welle

Inquérito analisa se marca utiliza símbolos inconstitucionais banidos na Alemanha. Além de rótulo, bebida é comercializada a 18,88 euros, números que são códigos entre neonazistas para Adolf Hitler e Heil Hitler.A polícia alemã abriu um inquérito para apurar a venda de uma cerveja com símbolos do Terceiro Reich numa loja de bebidas na cidade de Bad Bibra, no estado de Saxônia-Anhalt. As autoridades investigam se a marca utilizou símbolos inconstitucionais, que são banidos na Alemanha.

Apesar da investigação, autoridades do estado vizinho, a Turíngia, onde a cerveja é produzida, disseram que a águia do Reich e a Cruz de Ferro, que aparecem no rótulo da bebida, não são símbolos inconstitucionais.

A marca Deutsches Reichsbräu (Cervejaria do Reich Alemão) pertence ao ex-político neonazista Tommy Frenck, que lançou a cerveja no início deste ano. A bebida é vendida principalmente numa loja online ao lado de outras variedades de produtos com conotações extremistas.

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Frenck também é proprietário de um bar na cidade de Kloster Vessra, na Turíngia, que, de acordo com a imprensa local, costuma realizar eventos neonazistas. Em 2014, ele concorreu nas eleições estaduais pelo extremista de direita Partido Nacional Democrático (NPD).

Além dos símbolos do rótulo, o preço da cerveja também chamou a atenção. Vendida a 18,88 euros, o valor remete a números que são o código para Adolf Hitler e Heil Hitler nos círculos neonazistas. Esses números correspondem à posição no alfabeto das letras iniciais destas palavras.

A venda da cerveja foi denunciada na quinta-feira (23/01) pelo político conservador Götz Ulrich, que postou uma imagem do produto nas redes sociais. Ele afirmou estar com vergonha e chocado que o produto estava quase esgotado.

Ao jornal Tagesspiegel, Ulrich disse que comprou uma das últimas garrafas para levar a um evento que lembrará os 75 anos da libertação do campo de extermínio de Auschwitz como símbolo da ameaça da extrema direita que ainda está muito presente.

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A cerveja nazista estava sendo vendida numa franquia da Getränke Quelle, que afirmou na sexta-feira que a loja em Bad Bibra era independente e que não sabia da venda do produto. A franquia disse ainda que estava encerrando a parceria com o local e pediu a remoção do artigo.

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