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Governo de Mato Grosso debate novas medidas contra a covid-19 com Poderes e prefeitos

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Reunião vai definir diretrizes para reduzir o agravamento da pandemiaLucas Rodrigues | Secom-MT

Palácio Paiaguás

Foto:Michel Alvim – SECOM/MT

 

O governador Mauro Mendes vai se reunir com representantes dos Poderes, instituições e com os prefeitos de Mato Grosso, via videoconferência, para alinhar novas medidas contra a covid-19.

As reuniões ocorrerão na manhã de segunda-feira (01.03) e visam a definição de diretrizes para frear o avanço da pandemia no estado.

“É uma situação que está me deixando muito preocupado e temos que tomar uma decisão diferente do que temos feito nos últimos meses. Lamentavelmente a pandemia está crescendo. O Governo abriu muitas UTIs nas últimas semanas, mas estamos no limite da capacidade de abrir UTI. Não há profissionais, não se consegue mais médicos e o aparato necessário para abrir UTI”, relatou o governador.

A primeira reunião ocorrerá a partir das 8h30, e contará com a participação de secretários de Estado, representantes do Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas, Ministério Público, Defensoria Pública e demais instituições.

Já a segunda reunião, prevista para 11h30, será com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e com os prefeitos dos 141 municípios.

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De acordo com Mauro Mendes, a capacidade de atendimento nas UTIs públicas e privadas em Mato Grosso já está se esgotando, realidade que já tem assolado vários outros estados.

Desta forma, segundo o gestor, é preciso que as lideranças públicas estaduais unam esforços para diminuir o contágio.

“A taxa de ocupação chegou a 80% e todo mundo está levando a vida como se nada estivesse acontecendo. Não podemos ter aglomerações. Termos que tomar medidas um pouco mais severas”, adiantou.

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Senadores farão diligências em laboratórios do agro para produção de vacinas anticovid

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A ideia da visita ‘in loco’ é acelerar os procedimentos para inclusão dos laboratórios na produção de vacinas.

A Comissão Temporária do Senado, que acompanha as ações de enfrentamento à Covid-19, deverá realizar diligência externa nas três fábricas de produtos veterinários classificados com nível de segurança NB3+, potencialmente utilizáveis para a produção de vacinas humanas anticovid. O requerimento foi apresentado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), relator da CT e que tem conduzido as tratativas com os laboratórios do agro.

Além de senadores, deverão ser convidados para a diligência os representantes do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Agricultura, e do Instituto Butantan. A Anvisa já notificou os laboratórios que fabricam produtos para saúde animal interessados em produzir o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) para produção de vacinas.

O objetivo, segundo o senador do PL de Mato Grosso, é conhecer as instalações e seu potencial de aproveitamento para a produção de vacinas. A ideia da visita ‘in loco’ é acelerar os procedimentos para inclusão dos laboratórios na produção de vacinas. Os senadores acreditam que a inserção de mais indústrias somariam ao trabalho já realizado pelo Instituto Butantã e a Fiocruz.

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As três fábricas capazes de produzirem o IFA a partir da transferência tecnológica pertencem a Merck & Co. ou Merck Sharp & Dohme, empresa farmacêutica, química e de ciências biológicas global presente em 67 países; Ceva Brasil, que dispõe de quatro centros internacionais principais, com 19 centros regionais de produção pelo mundo, e a Ouro Fino, que exporta produtos para vários países.

“Não há dúvida de que estamos muito atrasados na vacinação, especialmente em comparação com outros países. Estamos hoje na casa dos 21 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose e 6 milhões que receberam as duas doses, o que representa cerca de 10% dos brasileiros, com a primeira dose, e 2,8%, com a segunda” – frisou Fagundes.

Além de enfatizar o crescimento do número de mortos pela Covid-19, Fagundes ressaltou que o Brasil é atualmente o epicentro mundial da doença e motivo de preocupação para todos os países. “Certamente, a falta de vacinas é o principal fator para o cenário de atraso na vacinação, que nos conduziu ao colapso do sistema de saúde que hoje estamos vivendo, com falta de leitos de terapia intensiva e carência de oxigênio medicinal, de medicamentos e de insumos essenciais” – acrescentou.

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Em documento enviado a mim, datado de 22 de março, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN), informou que as plantas industriais indicadas reúnem condições de atender a toda a demanda por vacina do País, com produção completamente interna e sem depender de importação de insumos. Afirma, ainda, que a indústria de saúde animal detém a tecnologia necessária para o cultivo de inativação e o preparo de vacinas de vírus inativados, como é o caso de algumas das vacinas contra o novo coronavírus.

O requerimento do senador Wellington deve ser votado na reunião de segunda-feira, com definição da data da diligência.


Foto: Reprodução TV Senado

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