Economia

Governo afirma que reforma da previdência em MT propõe alíquotas menores que as aprovadas em governos de esquerda

Publicados

em

 

*PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES*

*Reforma de MT propõe alíquotas menores que as aprovadas em governos de esquerda*
_Estados governados pelo PC do B e PT aprovaram alíquotas mais pesadas ao funcionalismo_

A alteração da alíquota previdenciária proposta pelo Governo de Mato Grosso, que está sob análise da Assembleia, é mais favorável ao funcionalismo público do que as aprovadas em estados comandados por partidos de esquerda.

Na proposta, o Executivo propõe a alteração da alíquota previdenciária dos servidores estaduais de 11% para 14%, uma vez que é uma imposição da reforma aprovada em nível federal. Para os aposentados que ganham até três salários mínimos, foi acordado que haverá isenção da alíquota.

Neste momento, 17 estados já aprovaram a mudança e parte deles, como Maranhão e Piauí, governados por partidos de esquerda, implementaram alíquotas muito superiores às que foram propostas pelo executivo mato-grossense.

No Maranhão, gerido pelo PC do B, por exemplo, os servidores (ativos e inativos) que ganham até um salário mínimo devem contribuir com 7,5%; acima de um salário mínimo 9%; acima de R$ 2 mil, 12%; acima de R$ 3 mil, 14%; acima de R$ 5,8 mil têm 14,5% descontados; acima de R$ 10 mil o desconto vai a 16,5%; de R$ 20 mil a R$ 39 mil a contribuição é de 19%; e acima de R$ 39 mil o desconto é de 22%.

Leia Também:  Cuiabá não entrega doses e vacinação dos profissionais da segurança foi suspensa; outros 140 municípios já iniciaram aplicação das doses A vacinação dos 1,6 mil agentes

Já no Piauí, comandado pelo PT, os aposentados que ganham até um salário mínimo precisam contribuir com 11%. De R$ 1,2 mil a R$ 1,8 mil o desconto sobe para 12%; de R$ 1,8 mil a R$ 3 mil a alíquota é de 13% e acima de R$ 3 mil o desconto é fixado em 14%.

Outro exemplo é a reforma aprovada no Rio Grande do Sul, onde os aposentados que ganham acima de um salário mínimo precisam contribuir com 9%; de R$ 2 mil a R$ 3 mil, 12%; de R$ 3 mil a 5,8 mil, 14%; de R$ 5,8 mil a R$ 10 mil, 14,5%; de R$ 10 mil a R$ 20 mil, 16,5%; de R$ 20 mil a R$ 39 mil, 19%; e acima de R$ 39 mil, 22%.

Além de Maranhão, Piauí e Rio Grande do Sul, já aprovaram a nova alíquota os estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espirito Santo, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Pará, Paraná, Sergipe, Rio de Janeiro e Goiás.

A urgência de aprovação desta medida em Mato Grosso se dá pelo crescente “rombo” na previdência, que consumiu R$ 1,3 bilhão dos cofres públicos em 2019.

Leia Também:  “Precisamos olhar para quem mais precisa de ajuda neste momento”, diz Max Russi

O valor equivale a cerca de quatro vezes o prêmio da Mega-Sena da Virada, montante que anualmente deixa de ser investido em políticas públicas para o cidadão.

Além disso, a previsão é que até 2023 o número de servidores aposentados supere o de servidores ativos no Estado.

COMENTE ABAIXO:

Economia

Projeto de viveiros contribuirá para reestruturação de áreas degradadas no Pantanal de MT e geração de renda para comunidades 

Publicados

em

Por

 

Iniciativa do Sesc Pantanal e Wetlands International será desenvolvida em Poconé e Barão de Melgaço 

Com a produção de sementes nativas do Pantanal, o projeto “Rede de mudas e sementes pantaneiras” irá contribuir com a regeneração das matas ciliares e a reestruturação de áreas e ecossistemas degradados na porção norte do bioma. A inciativa do Polo Socioambiental Sesc Pantanal e da Wetlands Internacional conta com sete parceiros para o desenvolvimento dos viveiros comunitários em Poconé e Barão de Melgaço, em Mato Grosso, que terá início ainda este ano.

A implantação de dois viveiros permanentes permitirá produzir mudas de alta qualidade e sistema de manejo para coleta de sementes de espécies vegetais nativas. A primeira etapa do projeto, com duração de 10 meses, prevê a produção de 40 mil mudas por viveiro, em uma área de meio hectare, empregando mão-de-obra de famílias em cada comunidade, com dedicação de meio período por dia, todos os dias na semana.

De acordo com a superintendente do Sesc Pantanal, Christiane Caetano, a instituição consumirá cerca de 20 mil mudas por comunidade na primeira produção. “O restante será comercializado para fazendas, parques e outras áreas privadas e públicas”,

Leia Também:  ALMT e prefeitura de Várzea Grande firmam parceria para instalação de mais dois pontos de Vacinação

explica.

A produção de mudas em viveiros será complementada com a criação da rede de sementes, que permitirá a inclusão de mais famílias no sistema de manejo para coleta de sementes. O ciclo de obtenção das sementes é menor, cerca de quatro meses, e permitirá geração de renda entre os ciclos de produção das mudas. A produção pretendida de sementes é de 2 toneladas ao ano. Para a coleta, serão cadastradas, além das unidades do Polo socioambiental Sesc Pantanal, áreas privadas do entorno dos viveiros e públicas de Poconé e Barão de Melgaço.

Em reunião realizada nesta quarta-feira (7 de abril), a superintendente do Sesc Pantanal apresentou o projeto ao prefeito de Poconé, Tatá Amaral, para o planejamento das atividades. “Ficamos satisfeitos por sermos lembrados pelo Sesc para mais uma parceria, que vai atender a Comunidade Capão do Angico, onde já tem um trabalho firmado com a cerâmica. Ou seja, só vai fortalecer a renda das famílias. Agradecemos pela parceria e desejamos que venham outras mais, para atendermos as demandas do município”, avalia o prefeito.

Leia Também:  “Precisamos olhar para quem mais precisa de ajuda neste momento”, diz Max Russi

Projeto desenvolvido pelas comunidades 

Os dois viveiros serão construídos por meio de parcerias, em áreas públicas cedidas pelas prefeituras na Comunidade Capão do Angico (Poconé) e em São Pedro de Joselândia (Barão de Melgaço), para uso comunitário das famílias participantes do projeto. Além dos viveiros, serão construídos poços para irrigação e depósito para armazenamento e beneficiamento das sementes.

“O projeto oportunizará às famílias das duas comunidades fonte de renda à curto prazo para prover seus meios de vida, por meio da comercialização da produção estimada. A médio e longo prazo, o projeto da rede de mudas e sementes pantaneiras poderá ser uma alternativa para a manutenção e sustentabilidade das pessoas que vivem nessas comunidades, evitando o êxodo para áreas urbanas”, ressalta a superintendente do Sesc Pantanal.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA