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Governador garante solução definitiva para o Pronto-Socorro de Várzea Grande

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Mauro Mendes vai construir resolução junto com a Prefeitura

Lucas Rodrigues | Secom/MT
Foto Mayke Toscano/Secom

O governador Mauro Mendes garantiu uma solução definitiva, nas próximas semanas, para a situação precária da estrutura do Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSHMVG).

Mauro vistoriou a unidade, nesta quarta-feira (9/4), junto do vice-prefeito Tião da Zaeli e do secretário-chefe da Casa Civil do Estado, Fábio Garcia.

Por conta das fortes chuvas ocorridas na terça-feira, parte do telhado do hospital também ficou comprometido.

“As instalações do telhado são muito antigas, muita gambiarra, muita improvisação. As calhas não suportaram o volume de água e eu vi pessoalmente qual era o problema”, relatou o governador, que subiu no telhado para constatar a situação in loco.

De acordo com Mauro, além da medida emergencial no telhado, a unidade precisa de uma solução estrutural para prestar um serviço melhor no atendimento à população.

“A estrutura é precária e já não atende mais a realidade de Várzea Grande. Além desse apoio emergencial, vamos estudar, – junto com as equipes técnicas do estado e da prefeitura – as melhores alternativas e dar uma solução definitiva para esse problema”, registrou.

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O vice-prefeito Tião da Zaeli destacou a urgência da demanda e a prontidão do governador em tomar pé da situação.

“Várzea Grande tem várias demandas e nada é mais urgente que a questão da saúde. E muito oportuno esse momento para que o governador tenha consciência da gravidade do problema, já que o governador investe muito na área da saúde e pode nos ajudar também nessa situação do hospital”, completou.

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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