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Governador faz parceria com prefeito e destina R$ 40 milhões para asfaltar distritos industriais

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Anúncio foi feito em reunião com deputados, prefeito, vereadores e lideranças

Lucas Rodrigues | Secom-MT

Governador Mauro Mendes e prefeito José Carlos do Pátio – Foto por: Mayke Toscano/Secom

O Governo do Estado vai destinar R$ 40 milhões para que a Prefeitura de Rondonópolis dê continuidade aos trabalhos de recuperação e asfaltamento dos distritos industriais.

O anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes nesta quinta-feira (23.09), após reunião com o prefeito José Carlos do Pátio, vereadores, o deputado federal Carlos Bezerra; os deputados estaduais Thiago Silva, Nininho, Sebastião Rezende e Wilson Santos; e os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil) e Laice Souza (Comunicação).

“Vamos repassar R$ 40 milhões para que a Prefeitura possa asfaltar os distritos industriais, nesse trabalho que já foi iniciado pelo prefeito. Além disso, terá uma emenda do senador Fávaro em torno de R$ 21 milhões que também será repassado pelo Governo à Prefeitura”, afirmou o governador.

Mauro Mendes reforçou que o Governo de Mato Grosso tem feito importantes parcerias com as prefeituras, em especial na Infraestrutura, que é uma das demandas mais importantes para a vida da população.

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“É importante para gerar emprego e fazer com que Rondonópolis continue firme nesse papel de ser a segunda maior economia do Estado de Mato Grosso”, completou.

O prefeito José do Pátio agradeceu a parceria e pontuou que a situação dos distritos é um problema “crônico” em Rondonópolis.

A recuperação das vias deve abranger uma área superior a 256 mil m², que hoje se encontra em situação precária.

“A Prefeitura já entrou com mais R$ 30 milhões em recursos próprios e agora com esses recursos do Governo do Estado e do senador Carlos Fávaro, vamos chegar a mais de R$ 90 milhões. Quer dizer, estamos dando uma nova vida para o Distrito Industrial por meio dessa parceria”, destacou.

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MPE pede mais 6 meses de afastamento de Emanuel Pinheiro da Prefeitura de Cuiabá

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JB News

Por Jota de Sá

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afastado por liminar da justiça, nem se quer teve tempo de ingressar com um pedido na corte superior para avaliar seu retorno ao comando da prefeitura e já sofreu mais um pedido de afastamento, dessa vez por conta do Ministério Público Estadual (MPE).

Fora das funções desde a última terça-feira 19.10, após a operação Capistrum, que apura ilícitos na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, a pedido da NACO Criminal.

O segundo pedido foi apresentado por improbidade administrativa na esfera cível, onde Pinheiro é acusado de obstruir as investigações do grupo especial de combate ao crime organizado (GAECO), quando investigava desvios de recursos na secretaria municipal de saúde da capital.

A ação impetrada pedindo um novo afastamento de seis meses do prefeito foi assinada pela 9ª Promotoria de justiça Cível e da Defesa do Patrimônio Público e Probidade Administrativa.

Segundo a promotoria, “Não foi possível dar continuidade às investigações que apura ilícitos na pasta, por conta da determinação de Emanuel Pinheiro, que proibiu a administração de passar qualquer documentação ou informação aos oficiais.

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Alegou também que Pinheiro praticou improbidade por conta de uma determinação do Tribunal de Contas (TCE), que desde 2018 exige concurso público para as funções da área da saúde para diminuir as contratações. O MP afirma que as contratações vem causando prejuízos ao erário.

Afirma também que o prefeito já foi alvo de oito operações policiais, onde 7 secretários já foram afastados por conta dos atos ilícitos na pasta. Além de existir uma gravação que mostra o prefeito, quando ainda era deputado recebendo dinheiro de propina e guardando no paletó.

Na tese O MP sustenta que exige o afastamento por mais seis meses do prefeito par que as investigações possam prosseguir, e ressalta que as contratações irregulares, teriam cunho político e com pagamento indevido do chamado ‘Prêmio Saúde’, para obter apoio dos vereadores, ou apoio político na sua gestão.

No ato do afastamento do prefeito , o Tribunal de Justiça de MT (TJ-MT) determinou o bloqueio de 16 milhões de reais dos acusados, e a prisão do chefe do gabinete do prefeito, Antonio Neto.

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