Saúde

Fiocruz: Norte ainda tem casos de síndrome respiratória aguda grave

Publicados

em

Testes positivos de Covid-19 em farmácias sobem 105% em junho
cookie_studio / Freepik

Testes positivos de Covid-19 em farmácias sobem 105% em junho

Dados do mais recente boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado nesta quarta-feira, apontam que apenas a região Norte apresenta sinal de alta de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) . No Sudeste, Centro-Oeste e Sul, a queda permanece e o Nordeste apresenta indícios predominantes de interrupção do crescimento, com alguns estados já iniciando queda. A análise é referente ao período de 24 a 30 de julho.

De acordo com o boletim, são observadas queda nas tendências de longo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas). Fora da região Norte, apenas três estados — Mato Grosso, Maranhão e Piauí — ainda apresentam sinal claro de manutenção de crescimento. Em Sergipe, há crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas), porém o comportamento da curva é compatível com uma oscilação após interrupção do crescimento.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o Sars-CoV-2 permaneceu com a principal causa de Srag, sendo responsável por 79,1% dos casos. Em seguida está o vírus sincicial respiratório (VSR), com 5,6% dos casos; o influenza A (1,9%) e o influenza B (0,1%). Entre os óbitos, 95,7% foram causados pela Covid-19; 0,9% por influenza A; 0,1% por influenza B; e 0,1% por VSR .

Leia Também:  Câncer de mama aumenta em mulheres com menos de 40 anos

A Covid-19 é predominante não apenas entre adultos, mas também entre crianças de 0 a 4 anos, nas últimas quatro semanas.

Estados

Apenas oito das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo. São eles: Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Roraima e Sergipe. Os demais mostram estabilidade ou queda na tendência de longo prazo até o mesmo período.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:

Saúde

Diagnóstico de varíola dos macacos será feito nos Lacens até agosto

Publicados

em

Por

Com 2.584 casos confirmados, o Brasil deverá ser capaz de diagnosticar a varíola dos macacos em todos os laboratórios centrais de saúde pública (Lacens) do país até o final de agosto, informou hoje (12), em entrevista ao programa A Voz do Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

De acordo com o ministro, o governo federal se antecipou à emergência de saúde pública de importância global declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho e articulou formas de lidar com a doença e receber pacientes no sistema público.

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil – Valter Campanato/Agência Brasil

“Desde maio, quando surgiram os primeiros casos na europa, o sistema único de saúde se preparou para enfrentar essa ameaça. Enfrentamos a emergência de saúde pública causada pela covid-19 e, desde o início, organizamos as estruturas dos laboratórios para fazermos o diagnóstico [da varíola dos macacos]”, informou.

Queiroga falou sobre a letalidade e a taxa de infecção da varíola dos macacos no Brasil, que em âmbito internacional causou cinco mortes em países considerados não endêmicos, segundo dados da OMS.

Leia Também:  Lucimar Campos requisita reforço da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária para conter avanço do Coronavírus em Várzea Grande

“Vale lembrar que a letalidade dessa doença [varíola dos macacos] é baixa, ou seja, a maioria dos casos é simples, de tal sorte que não é algo que se assemelhe à covid-19, apesar de ser uma emergência de saúde pública global reconhecida pela OMS”, informou o ministro.

O ministro da Saúde lembrou que a grande maioria de casos de varíola dos macacos acomete homens que fazem sexo com outros homens, e que o principal vetor de transmissão é o contato direto pele a pele ou pelas mucosas. “Isso é uma observação epidemiológica. Não tem cunho de estigmatizar cidadãos. Qualquer um pode adquirir”, complementou.

Outro ponto apresentado pelo ministro da Saúde é que o uso de preservativos não impede a contaminação pela varíola dos macacos. Dentre as principais características da enfermidade estão: febre, lesões de pele, ínguas e crostas. “Os indivíduos devem ficar isolados”, explicou Queiroga, que estimou em três semanas o período de convalescência.

O ministro, que é médico, também afirmou que o tratamento da doença até o momento se dá pelo tratamento dos sintomas, enquanto medicamentos antivirais específicos contra a doença ainda estão sendo estudados.

Leia Também:  “Dos R$3,5 milhões que devemos ao HCan eles nos devem R$3 mi em serviços pagos e não entregues à população”, frisa Pôssas

Poliomielite

Erradicada no Brasil em 1989, a poliomielite teve casos diagnosticados em outros países recentemente, relatou o ministro. Para evitar qualquer ocorrência da doença em solo nacional, Queiroga reforçou a importância da vacinação da Campanha Nacional de Vacinação, lançada no dia 7 de agosto.

“Qual é a nossa arma? A vacinação. É por isso que nós fazemos um apelo aos pais, aos avós: que levem filhos e netos para as salas de vacinação”, disse o ministro.

O esquema vacinal para a poliomielite tem duas fases. Na primeira, a criança toma 3 doses injetáveis: a primeira aos dois meses de vida; a segunda aos 4 meses de vida; a terceira aos 6 meses de vida. A segunda fase, de reforço, por via oral, deve ser administrada a partir de 1 ano e 3 meses de vida. A segunda dose das gotinhas deve ser dada aos 4 anos, e não deve ultrapassar os 6 anos, 11 meses e 29 dias de vida da criança.

Assista à entrevista em A Voz do Brasil:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA