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Fávaro reafirma que não irá disputar o cargo de Governo de MT contra Mauro Mendes

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Por Alisson Gonçalves

Durante entrevista a Rádio Contio nesta quarta-feira 03.08, o Senador Carlos Fávaro (PSD), garantiu que não deve disputar o cargo de Governo de MTfaba.

Apesar de já ter confirmado que não pensa em disputar o governo, e sim continuar0 cumprindo seu mandato de senador que termina em 2026, nos bastidores a conversa era que Fávaro poderia aceitar a insistência feito pelo grupo do esquerda.

O motivo dessa conversa nos bastidores, é porque o governador de MT, e pré -candidato a reeleição Mauro Mendes (UB), anunciou que deve coligar com o Partido Liberal.

Com isso Favaro diz que não estará no mesmo palanque que o Governador Mendes, e que deve ser lançado um novo na disputa da cadeira do Palácio Paiaguás.

“O governador decidiu que vai se coligar com o PL, isso pela nossa posição de apoiar o presidente Lula, seria incoerente nós estarmos no mesmo palanque que ele, isso porque nós perdemos os nossos ideais, e por isso nós não estaremos no mesmo palanque que o governador Mauro Mendes”, afirmou.

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Já sobre um nome que deve disputar o cargo de governo de MT pela federação coordenada pela esquerda , Fávaro disse que o partido tem vários nomes porém só na convenção irá definir.

A convenção do PSD acontece nesta sexta-feira 05.08, em Cuiabá.

 

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Mauro Mendes contesta decisão do MPF sobre impactos em terras indígenas para construção da Ferrovia Estadual

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Por Alisson Gonçalves

O Governador de MT e Candidato a reeleição Mauro Mendes (UB), críticou a decisão do (MPF) Ministério Público Federal, que suspendeu a documentação de licença ambiental para a empresa responsável pela construção da Ferrovia Estadual em MT.

A crítica foi feita na manhã desta sexta-feira 12 Agosto, durante uma entrevista a Rádio centro América FM.

Segundo Mendes, essa decisão do MPF está equivocado, já que não existes impactos sobre a terra indígenas.

Segundo o MPF, a suspensão da Licença Ambiental, seria porque faltava estudos técnicos de qual seria o impacto em terras indígena, uma vez que a Ferrovia deve passar pelas terras Tadarimana e Tereza Cristina, local que abriga os índios  Bororo.

Mauro explicou que o entendimento do MPF, está errado uma vez que às obras fica a quase 10 KM de distância de qualquer tribo indígena.

” Se toda obra que o governo for fazer precisar de estudo, para saber qual impacto em terras indígenas é melhor o estado parar”.

“Então se eles andam no estado inteiro, todo lugar que o índio passar tiver que fazer um estudo de componente indígena nós vamos parar o estado de MT” disse Mendes.

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Segundo Mendes,  o índio vive em todo estado MT, muito de suas aldeias são próximos a obras que o governo está fazendo, como é  esta obra da ferrovia, que deve ligar Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, levando mais agilidade na transportação de soja, entre outros bens de consumo e serviços. Dando além da agilidade, a diminuição no valor do frete, colocando MT em um nível melhor na competência no mercado.

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