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Fagundes minimiza apoio do agronegócio a Lúdio e aposta em vitória de Abilio com ‘Margem Maior’

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Da Redação

O senador Wellington Fagundes (PL) minimizou o impacto do apoio do agronegócio à candidatura de Lúdio Cabral (PT), que disputa o segundo turno da eleição para a Prefeitura de Cuiabá contra Abilio Brunini (PL).

Em entrevista, Fagundes afirmou que a força está com aqueles que apoiam Abilio e que a campanha do adversário petista, apesar de algum crescimento, estagnou nas últimas semanas.

A declaração ocorreu após o apoio público de Elusmar Maggi Scheffer, empresário do agronegócio, à candidatura de Lúdio, reforçado pelo envolvimento do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, um dos principais articuladores da campanha petista.

Fagundes, no entanto, aposta numa vitória expressiva de Abilio, projetando uma diferença maior do que a do primeiro turno.

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Acima da inflação : Assembleia eleva RGA para 5,40% após pressão e Max Russi cobra votação urgente para garantir reajuste ainda em janeiro, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

Após dias de debate intenso e articulação política, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso conseguiu ampliar o percentual da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos estaduais de 4,26% para 5,40%, assegurando um ganho real acima da inflação. O avanço ocorreu depois de forte pressão de deputados da base e da oposição sobre o Mauro Mendes, que inicialmente havia descartado qualquer aumento além do índice já anunciado pelo governo.

O projeto de lei do Executivo, que estava “engasgado” desde a semana anterior e ainda não havia sido encaminhado ao plenário, chegou oficialmente à Assembleia no início desta semana mantendo o percentual de 4,26%. A partir daí, iniciou-se uma intensa movimentação nos bastidores, envolvendo reuniões entre parlamentares, Casa Civil, Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Secretaria de Fazenda, com o objetivo de viabilizar um reajuste maior que garantisse recomposição mais justa aos servidores públicos de Mato Grosso.

Depois de reuniões realizadas ao longo da manhã e da tarde desta quarta-feira, o governo acabou cedendo à pressão política e concordou com o percentual de 5,40%, cerca de 1 ponto percentual acima do que vinha sendo defendido inicialmente. A mudança destravou a pauta da Casa, que também estava travada pela necessidade de votar as contas do governo referentes ao exercício de 2024.

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O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, teve papel central nas negociações e defendeu celeridade máxima na tramitação do projeto. Em entrevista à imprensa, ele comemorou o resultado e destacou o caráter histórico da decisão.

“Acabamos de sair de uma reunião com o governador e conseguimos uma reposição acima dos 4,26%. Foram discutidos vários números, mas o que ficou definido foi 5,40%. Em sete anos de governo, é a primeira vez que a Assembleia consegue garantir uma reposição acima da inflação, fruto do trabalho conjunto dos deputados e da mobilização dos servidores”, afirmou Max Russi.

O presidente da ALMT ressaltou que a opção por negociar diretamente com o Executivo, em vez de apresentar emendas, foi estratégica para evitar vício de iniciativa e possível veto governamental, o que poderia atrasar o pagamento do reajuste por vários meses.

“Se houvesse veto, perderíamos janeiro, fevereiro e talvez só receberíamos em março. Conversamos com o governador e ele pediu: ‘Max, aprova esse projeto hoje, porque eu quero incluir ainda na folha de janeiro’. Por isso, é fundamental votar com rapidez”, explicou.

Max Russi também fez um apelo para que os deputados evitem pedidos de vista e permitam a votação do projeto até sexta-feira, garantindo que o novo percentual seja implantado ainda na folha salarial deste mês.

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“Qualquer deputado pode pedir vista, isso é um direito das minorias. Mas o problema é que, se houver atraso, a folha de janeiro pode não comportar o reajuste. Eu quero, como presidente da Assembleia, que o servidor já sinta esse ganho agora. Não é o cenário ideal, mas é uma vitória real, um avanço importante”, reforçou.

Segundo o presidente, apesar de não atender integralmente todas as reivindicações dos sindicatos, o acordo representa um passo significativo na recomposição salarial dos servidores, especialmente após anos sem qualquer ganho acima da inflação.

“Não vencemos tudo, mas vencemos uma batalha importante. Saímos de 4,26% para 5,40% com muita luta. Se todos os anos tivéssemos avanços como esse, não haveria hoje tanta defasagem. A luta continua, mas agora é hora de garantir esse direito constitucional ao servidor”, concluiu.

A sessão extraordinária que vai analisar o projeto também deve apreciar as contas do governo de 2024. A expectativa é de que, com o acordo fechado, a pauta avance e o RGA de 5,40% seja aprovado a tempo de impactar diretamente o salário dos servidores públicos estaduais já no mês de janeiro.

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