POLITICA
Fábio Garcia chama de fake news matérias sobre chapa governista “fechada” e nega convite para ser vice em 2026,VEJA
JB News
Da redação
A sucessão ao Governo de Mato Grosso para as eleições de 2026 voltou a incendiar o debate político e as redes sociais nesta terça-feira após a circulação de matérias em alguns veículos de comunicação que apontavam, de forma antecipada, uma suposta definição da chapa governista. As publicações chegaram a listar nomes para os principais cargos da disputa majoritária, indicando composições para governador, vice-governador, Senado, suplências e até candidaturas proporcionais, tratando o cenário como praticamente consolidado.
Entre os nomes citados estava o do deputado federal e chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, que teria sido apontado como possível vice em uma eventual chapa liderada pelo vice-governador Otaviano Pivetta. As mesmas matérias também sugeriam o governador Mauro Mendes como candidato ao Senado, com articulações envolvendo nomes tradicionais da política estadual para as suplências, como Cidinho Santos, entre outros quadros ainda mencionados de forma genérica.
No entanto, no fim da noite, Fábio Garcia veio a público para desmentir de forma categórica as informações divulgadas. Em declaração direta, o parlamentar classificou as matérias como fake news e afirmou que não houve qualquer conversa ou convite para que ele integrasse uma chapa majoritária como vice-governador. Segundo ele, as informações divulgadas não têm lastro na realidade política atual e fazem parte de uma tentativa de “plantar material” no debate eleitoral antes da hora.
“Essas matérias não são verdadeiras. Para ser bem sincero e honesto com cada um de vocês, eu nunca conversei com o Otaviano Pivetta sobre essa questão de vice e também nunca recebi do Otaviano Pivetta nenhum convite para compor a chapa dele como vice. Portanto, fica aí a verdade”, afirmou Fábio Garcia. O deputado ainda criticou o fato de alguns sites não revelarem as fontes das informações publicadas, o que, segundo ele, reforça a necessidade de cautela por parte do leitor e do eleitor diante de notícias que circulam no ambiente digital.
Na mesma fala, Fábio Garcia fez questão de deixar claro qual é, neste momento, o seu projeto político para 2026. De acordo com o parlamentar, o planejamento está definido e passa pela busca da reeleição à Câmara dos Deputados. “O nosso projeto com o futuro está claro e definido. Nosso projeto é uma candidatura a deputado federal. Muito obrigado, conto com todos vocês, contem comigo, nós estamos juntos”, concluiu.
O episódio evidencia o quanto o cenário da sucessão estadual em Mato Grosso ainda está em aberto e longe de qualquer definição oficial. Apesar das especulações e da ansiedade natural do meio político, lideranças governistas e aliados têm reiterado que as conversas sobre composição de chapas ocorrerão no tempo adequado. Até lá, a disputa segue marcada por bastidores aquecidos, informações desencontradas e um ambiente cada vez mais polarizado nas redes sociais, onde rumores e versões antecipadas ganham rápida repercussão.
Veja
O episódio evidencia o quanto o cenário da sucessão estadual em Mato Grosso ainda está em aberto e longe de qualquer definição oficial. Apesar das especulações e da ansiedade natural do meio político, lideranças governistas e aliados têm reiterado que as conversas sobre composição de chapas ocorrerão no tempo adequado. Até lá, a disputa segue marcada por bastidores aquecidos, informações desencontradas e um ambiente cada vez mais polarizado nas redes sociais, onde rumores e versões antecipadas ganham rápida repercussão.
Policial
Juiz manda auditar emendas de sete vereadores de Cuiabá após Operação Gorjeta ampliar cerco sobre Câmara
JB News
por Nayara Cristina
Foto Emerson Teixeira-JB News
A Operação Gorjeta, deflagrada nesta semana, ganhou um novo e decisivo desdobramento e passou a colocar sob suspeita não apenas o vereador afastado Chico 2000, mas também outros seis parlamentares da Câmara Municipal de Cuiabá. O juiz Cássio Leite de Barros Neto, do Núcleo de Justiça do Juiz das Garantias, determinou a realização de uma auditoria completa nas emendas parlamentares destinadas ao Instituto Brasil Central (IBRACE), entidade que está no centro das investigações.
A decisão judicial atende a pedido da investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (DECOR), que apura um esquema de desvio de recursos públicos oriundos de emendas impositivas destinadas, oficialmente, ao custeio de eventos esportivos em Cuiabá. Conforme os autos, ao menos 12 emendas parlamentares, que somam cerca de R$ 4,8 milhões, serão alvo da auditoria determinada pela Justiça.
Do total, sete emendas, no valor aproximado de R$ 3,65 milhões, são de autoria do vereador Chico 2000, que foi afastado do cargo por decisão judicial e teve bens bloqueados, assim como o próprio instituto investigado. Outras emendas também entram na lista de apuração, incluindo três de autoria do vereador Cezinha Nascimento, do União Brasil, que totalizam cerca de R$ 728 mil; uma emenda no valor de R$ 100 mil atribuída ao vereador conhecido como Didi “Um Vovô”; além de uma emenda de R$ 350 mil do ex-vereador Luiz Fernando, todas pagas entre 2023 e 2025, segundo a investigação.
Também serão auditadas emendas vinculadas aos vereadores Cássio Coelho, Lilo Pinheiro, Wilson Quero-Quero e Rodrigo Arruda de Sá, cujos repasses ao IBRACE agora passam por uma varredura detalhada determinada pela Justiça. Entre os recursos sob análise está ainda uma emenda de 2023 relacionada à “6ª Corrida Pela Vida”, sem autoria claramente identificada, além de outros valores vinculados a eventos esportivos e corridas de rua realizadas na capital.
De acordo com as investigações, embora o dinheiro das emendas fosse oficialmente destinado ao IBRACE, quem de fato organizava e executava os eventos era a empresa Shiroli Sports, comandada pelo empresário João Neri Shiroli, que, segundo a apuração, atuava como representante informal do instituto. Após o recebimento dos recursos públicos, os valores seriam pulverizados por meio de transferências e pagamentos diversos, prática que levanta suspeitas de desvio, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
A Operação Gorjeta investiga crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro, tendo como vítimas diretas a Câmara Municipal de Cuiabá e a Secretaria Municipal de Esporte. Além do afastamento de Chico 2000, a ação resultou no afastamento de dois servidores do Legislativo municipal e no cumprimento de mandados contra outros investigados, incluindo Rubens Volo Júnior, assessor parlamentar, Joacy Conceição Silva, além de Alex Jones Silva, presidente do IBRACE, e Magali Galnaf Felismino Shiroli, esposa de João Shiroli.
Com a determinação judicial, a auditoria nas emendas amplia o alcance da Operação Gorjeta e coloca sob escrutínio direto a atuação de sete vereadores da atual legislatura de Cuiabá. A Justiça busca agora esclarecer se os repasses seguiram critérios legais, se houve desvio de finalidade e qual foi o real destino dos recursos públicos envolvidos no esquema investigado.
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