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Ex-presidente das Filipinas morre aos 94 anos

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O ex-presidente filipino Fidel Ramos morreu aos 94 anos de idade, no domingo (31). Ele foi uma figura importante nos protestos pró-democracia de 1986, que derrubaram a ditadura no país. O escritório presidencial das Filipinas anunciou a morte, mas as causas não foram reveladas.

Ramos era um militar de alto escalão durante a ditadura do ex-presidente Ferdinand Marcos, pai do atual líder do país, Ferdinand Marcos Junior. No entanto, Ramos apoiava Corazon Aquino, figura central no movimento Poder Popular de 1986. Sua mudança de posicionamento provocou a queda do governo de Marcos.

Depois de Aquino se tornar presidente, Ramos passou a ocupar cargos importantes no governo, inclusive, o de ministro da Defesa. Ele frustrou tentativas de golpes por parte de oficiais do Exército, o que contribuiu para a estabilidade do governo de Aquino.

Ramos assumiu a presidência em 1992 e se comprometeu a reconstruir a economia das Filipinas. Ele é reconhecido por ter colocado o país de volta nos trilhos do crescimento econômico.

Ramos deixou o cargo em 1998, mas manteve sua influência política, apoiado também pela opinião pública. Assim, foi capaz de fazer várias exigências a governos subsequentes.

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Fonte: EBC Internacional

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Com melhora, Salman Rushdie é retirado de respirador

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Salman Rushdie, o aclamado autor que foi hospitalizado na sexta-feira (15) com ferimentos graves após ser esfaqueado repetidamente em uma aparição pública no Estado norte-americano de Nova York, foi retirado do respirador e sua condição está melhorando, disse seu agente neste domingo.

“Ele está fora do respirador, então o caminho para a recuperação começou”, escreveu seu agente, Andrew Wylie, em um e-mail à Reuters. “Será longo; os ferimentos são graves, mas sua condição está indo na direção certa.”

Rushdie, de 75 anos, estava prestes a dar uma palestra sobre liberdade artística na Chautauqua Institution, no oeste de Nova York, quando um homem de 24 anos invadiu o palco e esfaqueou o escritor indiano, segundo a polícia. Há promessas de recompensa pela cabeça de Rushdie desde que seu romance de 1988 Os versos satânicos levou o Irã a incentivar que os muçulmanos o matassem.

O suspeito do ataque, Hadi Matar, de Fairview, Nova Jersey, se declarou inocente das acusações de tentativa de assassinato e agressão em uma audiência a tribunal no sábado, disse à Reuters seu advogado nomeado pelo tribunal, Nathaniel Barone.

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Após horas de cirurgia, Rushdie foi colocado em um respirador e não conseguia falar na noite de sexta-feira, disse Wylie em uma atualização anterior sobre a condição do escritor, acrescentando que ele provavelmente perderia um olho e tinha danos nos nervos, no braço e feridas no fígado.

Wylie não forneceu mais detalhes sobre a saúde de Rushdie em seu e-mail deste domingo.

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O esfaqueamento foi condenado por escritores e políticos de todo o mundo como um atentado à liberdade de expressão. Em uma declaração no sábado, o presidente dos EUA, Joe Biden, elogiou os “ideais universais” de verdade, coragem e resiliência incorporados por Rushdie e seu trabalho.

“Estes são os blocos de construção de qualquer sociedade livre e aberta”, disse Biden.

Nem as autoridades locais nem federais ofereceram detalhes adicionais sobre a investigação no sábado. A polícia disse na sexta-feira que não havia estabelecido um motivo para o ataque.

Uma análise inicial das redes sociais de Matar mostrou que ele era simpático ao extremismo xiita e ao Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica, conhecido popularmente como Guarda Revolucionária Iraniana, embora nenhum vínculo definitivo tenha sido encontrado, segundo a NBC de Nova York

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Fonte: EBC Internacional

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