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Entenda a relação entre hormônios e estresse

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Entenda a relação entre hormônios e estresse
Redação EdiCase

Entenda a relação entre hormônios e estresse

O sistema endócrino é o conjunto de órgãos responsável pela secreção de substâncias, que são chamadas de hormônios. Elas são liberadas na corrente sanguínea e atuam em várias partes do organismo. De acordo com o Dr. Danilo Höfling, médico endocrinologista e metabologista, os hormônios agem, praticamente, sobre todos os sistemas e aparelhos do corpo. Os principais órgãos do sistema endócrino são o hipotálamo, a hipófise, a tireoide, as paratireoides, os testículos e os ovários.

Hormônio do estresse

O sistema endócrino está diretamente relacionado com muitas das reações do nosso corpo, e o estresse é uma delas. “No sistema endócrino, o estresse atua, principalmente, aumentando a produção de cortisol, o principal glicocorticoide humano, que é produzido na glândula suprarrenal”, explica o endocrinologista. Por isso, o cortisol é conhecido como o hormônio do estresse.

“Dentre as várias ações dos glicocorticoides, inclui-se o aumento do armazenamento e a secreção de glicose no sangue”, afirma o médico. Ainda de acordo com Höfling, essa substância mantém a contratilidade muscular esquelética e a função cardíaca, “no sistema vascular é essencial para a manutenção da pressão arterial e do bom desempenho do coração”, completa o endocrinologista.

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Adrenalina mantém o corpo em alerta

O estresse também atua aumentando a produção de adrenalina. Segundo o Dr. Danilo Höfling, essa substância promove diversas reações no corpo, como aumento de açúcar no sangue , redistribuição sanguínea, aumento da frequência e força de contração do coração, aumento da frequência respiratória, dilatação dos brônquios, entre outras. Essas consequências acontecem para que o nosso corpo fique mais preparado para a defesa e o ataque em situações de estresse.

Reações provocadas no organismo

De acordo com o Dr. Danilo Höfling, existem muitas outras reações que o sistema endócrino pode desencadear, com o objetivo de envolver todo o organismo e adaptá-lo aos fatores que a promoveram. Entretanto, todas essas reações são boas na fase de alarme do estresse.

A fase de alarme acontece quando o organismo entra em contato com o agente estressor, como brigas, perda de pessoa querida, assalto, entre outros. Percebendo a situação, o organismo responde por meio de reações fisiológicas, como aceleração dos batimentos cardíacos e aumento da pressão arterial ; e psicológicos, como euforia e tensão. Nessa fase, quando o agente estressor é eliminado, o organismo volta ao estado anterior e as respostas àquela situação diminuem e/ou acabam.

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Consequências do estresse excessivo

Quando passamos desta fase e o estresse se torna constante e excessivo, essas reações naturais do organismo causam um desequilíbrio hormonal e, consequentemente, algumas doenças endócrinas. “Como exemplo pode-se citar o aumento dos níveis de açúcar no sangue de um indivíduo diabético, gerado pelo estímulo emocional, que torna o seu controle muito mais complicado”, exemplifica o especialista.

Ainda segundo o Dr. Danilo Höfling,“os hormônios sexuais são, frequentemente, afetados pelo estresse, que pode induzir diminuição da libido e da fertilidade. Além disso, o estresse é, provavelmente, a causa mais comum de disfunção erétil no homem”, completa ele. Assim, os efeitos do estado emocional sobre o organismo são múltiplos, complexos e necessitam de apoio e tratamento específicos.

Fonte: IG SAÚDE

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6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro

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6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro
Redação EdiCase

6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro

Alguns alimentos e hábitos do dia a dia podem auxiliar nas funções cognitivas cerebrais. Outros, porém, podem se transformar em grandes vilões e até potencializar a destruição dos neurônios. “A pessoa que não tem o hábito de realizar a primeira refeição matinal, no caso o café da manhã , estimula constantemente processos pontuais de hipoglicemia, que gera uma quantidade insuficiente de nutrientes ao cérebro, causando sua degeneração paulatinamente”, explica a nutricionista clínica esportiva Fernanda Alves.

Principais vilões para o cérebro

Ainda que vários hábitos e alimentos possam prejudicar o cérebro, alguns, em específico, são considerados os mais perigosos. “Os maiores vilões são o estresse , o álcool, as drogas, a má alimentação, a poluição e o cigarro. A alimentação rica em produtos industrializados, especialmente adicionados de corantes, aromatizantes e conservantes, também se mostra bastante nociva para o cérebro, inclusive para as crianças”, sintetiza a nutricionista Pérola Ribaldo. 

Cafeína também é prejudicial

A nutricionista Gabriela Taveiros explica que a ingestão excessiva de cafeína, presente no café, refrigerantes à base de cola, chocolate e alguns chás, como o mate, também é prejudicial, pois ela é um estimulante do sistema nervoso. 

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Outros h ábitos que também são perigosos 

A seguir, a nutricionista clínica esportiva Fernanda Alves lista alguns hábitos negativos para o cérebro! 

Consumo de alta quantidade de alimentos

O consumo exagerado de alimentos , principalmente dos industrializados, causa o endurecimento das artérias do cérebro, o que influencia na diminuição da capacidade mental. 

Nicotina

Os fumantes contam com os malefícios proporcionados pela nicotina, substância tóxica que tem como um dos sintomas a diminuição encefálica, com a aceleração da morte de alguns neurônios, o que facilita o aparecimento dos sintomas iniciais da doença de Alzheimer. 

Consumo excessivo de açúcar

O alto consumo de açúcar interrompe a absorção de proteínas e outros nutrientes, causando má nutrição e podendo interferir no desenvolvimento do cérebro. 

Noites de sono mal dormidas

Dormir pouco também é ruim. Isso porque o ato de dormir permite ao cérebro descansar. A falta de sono por períodos prolongados acelera a perda de células cerebrais. 

Poluição

O cérebro é o maior consumidor de oxigênio do corpo, por isso, inalar ar contaminado ou poluído diminui sua oxigenação, provocando uma diminuição da eficiência cerebral. 

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Fonte: IG SAÚDE

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