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Energisa investirá 12 milhões em programa de eficiência energética em Mato Grosso

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EE atingirá entidades como UFMT, Assembleia Legislativa, Ginásio Aecim Tocantins escolas públicas em todo o Estado

O resultado da segunda chamada pública 2019 para o Programa de Eficiência Energética (PEE) já saiu e a Energisa Mato Grosso investirá cerca R$ 12 milhões em 19 propostas aprovadas que buscam o uso consciente de energia elétrica. A previsão é que as ações comecem a ser executadas em 2020.

Nesta edição, a maior parte dos projetos são voltados para a iluminação pública, ao todo nove. Os municípios de Tangará da Serra, Nobres, Campo Verde, Cuiabá, Nova Mutum, Diamantino, Jauru, Alta Floresta e Nova Lacerda terão lâmpadas da iluminação pública substituídas por outras unidades mais eficientes. O total de investimentos realizados nessas cidades será de aproximadamente R$ 7 milhões.

A Universidade Federal também será uma entidade agraciada pelo projeto, serão implantados equipamentos e ações que visam eficiência energética nos campos de Rondonópolis, Araguaia e Cuiabá, R$ 1,8 milhão serão investidos. Foram ainda aprovados projetos: Promotoria de Justiça do Estado de Mato Grosso; Ginásio Aecim Tocantins; Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso; Escola Presidente Médici e Escola CEJA Antonio Cesário, Adalgisa de Barros e Heliodoro.

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Segundo a analista de inovação da equipe de Eficiência Energética, Monique Gomes Pereira, a distribuidora de energia recebeu 51 propostas de projetos, destes 19 foram classificados na segunda fase.

“Os projetos são analisados a partir de diversos critérios técnicos e recebem uma pontuação. O que mais impacta, no processo decisório é a relação custo-benefício do projeto. O investimento do PEE nas unidades proporciona uma redução na conta de luz, além disso, estimula empresas e órgãos públicos a desenvolver uma relação mais consciente com o consumo de energia”, afirma.

MODALIDADES – O Programa de Eficiência Energética da Energisa reúne duas modalidades de contrato. Uma delas é a fundo perdido, em que o consumidor não precisa devolver para a Energisa o valor investido para implantação do projeto. “Esta modalidade é restrita a projetos do poder público, de iluminação pública, serviços públicos – desde que não haja participação de capital majoritariamente privado -, áreas comuns de condomínios residenciais, instituições filantrópicas e assistenciais”, explica Monique.

A outra modalidade é por contrato de desempenho, em que o cliente repassa para a distribuidora o valor desembolsado para implantação do projeto, de forma gradativa e sem juros. “Após a conclusão do projeto, o consumidor devolve mensalmente os valores investidos pela distribuidora de forma proporcional ao resultado obtido”, afirma.

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PEE – O programa existe em Mato Grosso desde 1998 e tem objetivo proporcionar redução do consumo de energia, de unidades públicas e privadas, por meio de ações e projetos que visam a otimização das instalações elétricas, com foco na redução do consumo de energia elétrica. Além disso, o Programa inclui ainda ações educacionais de consumo. Anualmente a Aneel determina que todas as distribuidoras invistam um percentual, da sua Receita Operacional Líquida, em ações que reduzam a demanda de energia.

Paola Carlini –
Larissa Klein –

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COVID-19

Em carta, entidades pedem a reabertura do comércio em Cuiabá e Várzea Grande

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Exmª. Sra. Lucimar Sacre de Campos

Prefeita do Município de Várzea Grande

Exmº. Sr. Emanuel Pinheiro

Prefeito do Município de Cuiabá

Senhores Prefeitos:

Diante da possibilidade da reedição das medidas de restrição das atividades do comércio e serviços consideradas não essenciais, ainda que não tenham assento junto aos comitês de crise das respectivas prefeituras, as entidades, abaixo relacionadas, vêm se posicionar como segue:

  1. O funcionamento do comércio e serviços é fundamental para atender às demandas das atividades essenciais e da própria indústria, pois todos se relacionam de maneira encadeada, garantindo o fornecimento de insumos, matérias-primas, refeições, uniformes, serviços de manutenção, limpeza e inúmeros outros.
  2. Criamos, divulgamos, treinamos e cobramos de nossos associados o cumprimento de cartilhas que desenvolvemos dentro dos critérios e procedimentos de segurança determinados pelos organismos de saúde mundial, federal, estadual e municipal.
  3. É fato que as atividades que funcionaram, em sua quase que total maioria, abriram suas portas considerando o preceituado nessas cartilhas, ou seja, oferecendo equipamentos de segurança, informação e suporte aos seus clientes e colaboradores de forma a garantir que as atividades colaborassem para a não proliferação da pandemia.
  4. Também é fato que as pessoas, de uma maneira geral, adotam comportamentos distintos quando em lugares externos, bancos, lojas, empresas, entre outras, daqueles que se manifestam quando estão em suas casas junto com familiares e amigos, pois muitas vezes organizam festas, provocando o aumento da contaminação, diferentemente quando realizando compras de produtos e serviços, por isso, entende-se, que a atividade empresarial cumpridora das orientações de segurança, não é causadora do aumento da contaminação.
  5. Defendemos e apoiamos as seguintes medidas:
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– 100% da frota de ônibus circulando;

-Entrega de medicamentos nos PAs e UPAs, quando constatados os primeiros sintomas equivalentes aos da COVID-19;

– Testagem em massa com a finalidade de detectar contaminados e principalmente os assintomáticos, determinando seu isolamento e checando seu círculo de relacionamentos; – Campanha sistemática de conscientização sobre a necessidade de isolamento social, saindo de casa apenas quando extremamente necessário;

– Diálogo constante das prefeituras com o setor comercial, especialmente quanto à tomada de medidas que atinjam nossas atividades.

  1. Assim, tentando evitar mais fechamento de empresas e mais desemprego, propomos que as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande levem ao Poder Judiciário, quando de reunião conciliatória, a disposição das entidades em elaborar, juntamente com os comitês de crise, os requisitos mínimos de funcionamento, considerando todos os aspectos necessários à segurança de colaboradores e clientes, transcritos através de um check list para cada atividade, implicando em medidas de horário de funcionamento, quantidade de pessoas atendidas, por exemplo, entre outras que forem determinadas. O não cumprimento dos itens do check list ensejaria no fechamento imediato da empresa até sua regularização, já as empresas que estiverem dentro das recomendações poderão receber o ‘Alvará Covid’.
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A Fiemt possui e pode disponibilizar uma ferramenta digital de inteligência que permite a emissão eletrônica desse documento – além de um banco de dados que oferece subsídios às tomadas de decisão em cada região dos municípios. Desde já, nos colocamos à disposição para esclarecer melhor o funcionamento da ferramenta.

Diante disso, entendemos ser possível mantermos a atividade empresarial e contribuirmos para a estagnação da curva de crescimento da pandemia.

Sendo o que tínhamos a considerar, opinar e solicitar, ficamos à disposição de V.Sas para quaisquer outros esclarecimentos.

Cuiabá, 09 de julho de 2020.

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO DO ESTADO DE MATO GROSSO – FECOMÉRCIO-MT

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MATO GROSSO – FIEMT

FEDERAÇÃO DAS CÂMARAS DE DIRIGENTES LOJISTAS DO ESTADO DE MATO GROSSO – FCDL-MT

FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS DO ESTADO DE MATO GROSSO – FACMAT

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE CUIABÁ – CDL CUIABÁ

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE VÁRZEA GRANDE – CDL VÁRZEA GRANDE ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE CUIABÁ – ACCUIABÁ

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE VÁRZEA GRANDE – ACIVAG

 

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