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Empresário preso com 500 mil em apartamento de luxo em Cuiabá tem contrato de mais de 26 milhões com Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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⁹Foto Arquivo Pessoal.

Por Jota de Sá

A prisão realizada nesta quarta-feira9, (15.07), pode desencadear outras investigações em Mato Grosso.
As informações que o JB News recebeu, são de que o empresário Antônio Fernando Pereira Ribeiro, presidente da empresa de Tecnologia de Informação LogLab Inteligência Digital, em seu apartamento de luxo, no bairro Duque de Caxias em Cuiabá, é investigado,  e foi preso pelo crime de corrupção por uma operação desencadeada em Goiás em parceria com a polícia civil de MT, mantém um contrato de mais de R$ mais de 26 milhões de com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT).

Neste caso, a empresa prestaria  serviço de tecnologia de Informação em toda área administrativa da casa de leis.

As informações são de que o sistema de melhor qualidade foi adquirido por um valor quase 10 vez menos pelo Tribunal de Justiça de MT.
Em 2018, a Empresa LogLab Inteligência Digital realizou um Termo Aditivo de prorrogação do contrato com à Assembleia Legislativa de MT, de um montante de mais de 23 milhões de reais, conforme divulgado pela Diário Oficial da ALMT, que na época tinha como presidente deputado estadual Eduardo Botelho, (DEM) e o primeiro secretário, o então deputado estadual Guilherme Maluf, (PSDB), que hoje é o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso.
Veja o Diário Oficial:

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O contrato informa a prorrogação de 23 milhões de reais com a LogLab, conforme publicado pela mesa diretora da época que tinha respectivamente, na presidência, Botelho, e na primeira secretaria, Maluf na mesa diretora da ALMT.

Veja o contrato da época:👇

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O contrato autoriza a prorrogação de mais de R$ 23 milhões com a LogLab, conforme publicado pela mesa diretora da época que era de 2018 até o final do ano de 2019.
O contrato foi prorrogado por mais 12 meses que venceria em 2019, conforme contrato, Veja:👇

 

O mesmo contrato foi prorrogado entre os anos de 2019, e está em vigência até o dia 13 de outubro deste ano, a prorrogação do contrato está com o valor em torno de 26.873, 756,00 milhões de reais, que agora esta sendo assinado pelo presidente deputado Estadual Eduardo Botelho e o primeiro secretário, deputado Estadual Max Russi, (PSB).
Veja a cópia do contrato aqui :

Um dia antes da operação da policia de Goiás e de Mato Grosso, que prendeu o empresário, em Cuiabá com R$ 550, os presidentes da ALMT, deputado Eduardo Botelho, e o presidente do TCE, Gulherme Maluf foram para São Paulo para tratamento de Saúde. Segundo suas respectivas assessorias, os presidentes foram contaminados pelo Covid-19, e foram para São Paulo, em busca de tratamento, por conta da superlotação nos hospitais e pela falta de leitos, em Mato Grosso.
Veja aqui o contrato completo:

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A prisao foi realizada com operação conjunta da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) do Estado de Goiás, e pela delegacia de Combate a Corrupção (Deccor) de Mato Grosso. Antônio Fernandes é presidente (CEO) da empresa mato-grossense LogLab Digital, e foi preso supostamente por crime de corrupção e lavagem de dinheiro.

A prisão do empresário em Cuiabá nesta quarta-feira 15, está sob sigilo da justiça.

Breve Mais informações.

 

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Cristiano Preza é reeleito ouvidor-geral da Defensoria Pública para o biênio 2021-2022

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Atual ouvidor-geral da DPMT foi reeleito hoje (dia 23) para mais um mandato de dois anos

Alexandre Guimarães

– Foto por: Bruno Cidade

Na manhã desta última sexta-feira (23), o atual ouvidor-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Cristiano Preza, foi reconduzido oficialmente ao cargo para o biênio 2021-2022, em votação realizada em reunião virtual do Conselho Superior.

“Acreditamos que os trabalhos realizados em campo e projetos criados, como Defenzap, Projeto Eu Reconheço, Ouvidoria Volante, Ouvidoria Itinerante, pesquisa de satisfação e novos canais de acesso foram fundamentais para aproximar a Defensoria da população mais vulnerável e da sociedade civil”, afirmou Preza.

Na reunião extraordinária do Conselho Superior da DPMT, efetuada virtualmente nesta sexta-feira, às 8h30, os conselheiros realizaram uma sabatina oral com o candidato único. Em seguida, por meio do voto aberto, direto, nominal e obrigatório, elegeram Preza para mais um mandato (biênio 2021-2022) de ouvidor-geral.

O ouvidor ressaltou a importância do prosseguimento do trabalho. “Temos em mente que o cargo é muito difícil de ser exercido. É muito difícil entender o funcionamento da Defensoria e com a continuidade na função podemos acelerar esses processos de mudanças que demos início em 2019, que teve muito avanços em prol dos mais vulneráveis”, disse.

A posse ocorrerá no dia 2 de janeiro de 2021, em horário e local ainda a serem definidos pela Defensoria Pública-Geral.

Projeto – Ainda durante a 21ª reunião do Conselho Superior, logo após ser reeleito para mais um mandato de dois anos, Preza apresentou seu plano de trabalho para o próximo biênio estruturado em cinco eixos:

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1) Conexão da Defensoria Pública com os movimentos sociais. “Algo que já fizemos. Imagino que este trabalho está concluído, mas que precisa ser consolidado”, pontuou.

2) Produção de dados. “Isso permite uma visão global e serve como um termômetro, cujo objetivo é colaborar com a gestão, identificando as falhas para aperfeiçoar esses dados”, elucidou Preza.

3) Impulsionamento de uma agenda normativa no Conselho Superior. Incluindo: a) aperfeiçoamento de alguns pontos necessários; b) orientação da Defensoria Pública em casos complexos; c) vários debates que têm que ser feitos, tutela coletiva, demandas sensíveis, cumprimento de sua finalidade etc.

4) Aproximação maior do interior com a capital. “O estado é muito grande, há diversos problemas geográficos e a realidade do interior não é a mesma da capital, possui dificuldades próprias por região”, declarou.

5) Fortalecimento das Ouvidorias Externas e do Conselho Nacional de Ouvidoria das Defensorias. “Somos 14 Ouvidorias Externas existentes nas Defensorias, faltam ser implantadas em mais 13 estados. Estamos contribuindo já na implantação da Ouvidoria nas Defensorias de Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina, que estão buscando o nosso modelo de atuação”, informou o ouvidor.

Presença – Participaram da reunião virtual os conselheiros Clodoaldo Queiroz, defensor público-geral, Rogério Borges Freitas, primeiro subdefensor público-geral, Gisele Chimatti Berna, segunda subdefensora pública-geral, Márcio Dorilêo, corregedor-geral, e os defensores públicos Érico da Silveira, Fernanda Cícero Sá França, Fernando Soubhia, Giovanna Santos, Kelly Cristina Monteiro e Silvio Jeferson de Santana.

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Atribuições – O ouvidor-geral tem a função de receber e acompanhar reclamações, denúncias, elogios ou sugestões que lhe forem dirigidas e encaminhá-las para a solução ao defensor público-geral; recomendar medidas para a correção de atos contrários à lei ou às regras da boa administração; garantir a todos quantos procurarem a Ouvidoria o retorno das providências adotadas a partir de sua intervenção.

O ouvidor também deve garantir a todos que o procurem o caráter de discrição e de fidelidade ao que lhe for transmitido; propor aprimoramentos na prestação de serviços administrativos, com base nas reclamações, denúncias e sugestões recebidas, para garantir que os problemas detectados não se repitam, entre outras coisas. As atribuições estão definidas na Resolução 23/2008, que instituiu a função no órgão.

Sociedade civil – No dia 15 de outubro, Preza já havia recebido 40 votos das entidades da sociedade civil, sendo reconduzido de forma unânime para mais um mandato de dois anos como ouvidor-geral da DPMT.

Segundo o ouvidor, os representantes da sociedade civil entenderam que era necessário ter um projeto único para a Ouvidoria nesse momento. “A nossa voz será a voz de todas as entidades da sociedade civil na Defensoria Pública”, destacou.

Clique aqui para saber mais.

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