VÁRZEA GRANDE
Eleição para Conselho Previdenciário do Previvag será realizada amanhã, dia 1º
A votação será das 8h às 18h, exclusivamente por meio do aplicativo “MEU RPPS”, disponível para Android e iOS
O Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Várzea Grande (Previvag) realiza amanhã, sexta-feira, 1º de agosto, a eleição do novo Conselho Previdenciário e reforça a importância da participação dos segurados no processo. A votação será das 8h às 18h, exclusivamente por meio do aplicativo “MEU RPPS”, disponível para Android e iOS.
A eleição é voltada a servidores efetivos ativos, inativos e pensionistas, que votarão em um único candidato conforme sua categoria. Servidores ativos escolherão entre 13 candidatos da categoria ativa. Já inativos e pensionistas poderão votar na candidata Gonçalina Josefa de Oliveira ou optar por voto branco ou nulo.
Serão eleitos três representantes titulares entre os ativos e um entre os inativos, além de cinco suplentes. O resultado final será divulgado em até cinco dias úteis após o encerramento da votação.
A presidente do Previvag, Sumaia Leite de Almeida, destaca que o processo fortalece a transparência e a representatividade na gestão previdenciária. “Contamos com a participação ativa dos segurados para escolher aqueles que irão colaborar com a fiscalização e aprimoramento da gestão do Instituto”, afirmou.
Segundo a presidente da Comissão Eleitoral, Paulina Miranda, o processo está sendo conduzido com rigor técnico e legal. “Os conselheiros eleitos terão papel fundamental na fiscalização da aplicação dos recursos previdenciários dos servidores”, reforçou.
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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