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Diabetes: o que você precisa saber sobre o arroz e o feijão

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Saber fazer o prato é importante para o controle da doença
Um Diabético

Saber fazer o prato é importante para o controle da doença

Umas das primeiras coisas que me disseram depois do diagnóstico do diabetes foi para eu nunca mais comer arroz branco e evitar feijão. A justifica que isso aumentaria minha glicemia. Confesso que fiquei chateado e cheguei a pensar nas pessoas com diabetes que não tem condições financeiras para comer alimentos integrais ou até mesmo não se adaptam a essa mudança alimentar.

Sim, os alimentos integrais são mais indicados por terem mais fibras, isso ajuda a segurar o pico glicêmico, segundo a nutricionista Carol Netto. Mas será que o arroz branco faz mal para quem diabetes? O que você precisa saber sobre a combinação arroz e feijão?

O arroz branco possui carboidrato, que vira glicose no sangue. Em média, uma colher de sopa de arroz possui 5 gramas de carboidrato simples, que impacta rapidamente o aumento da glicose no sangue. Por esse motivo, o consumo de arroz branco por pessoas com diabetes precisa ser equilibrado, isso significa sem exageros, e sempre acompanhado de alimentos que possuem fibras, como as saladas. Isso ajuda a segurar o pico glicêmico, de acordo com os especialistas.

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Já o feijão é fonte de proteínas, carboidratos, flúor, fibras, ferro, cálcio, potássio, cobre, fósforo, zinco, magnésio, vitamina A e vitaminas do complexo B.

A diferença dele para o arroz branco é que se trata de um carboidrato complexo, ou seja, que tem liberação lenta no sangue.

Segundo a nutricionista Carol Netto, o feijão é considerado um superalimento para diabéticos.

E quando comemos arroz e feijão juntos? Diabético pode comer?

A Carol Netto explicou o seguinte: quando consumimos duas porções de arroz e uma de feijão, o corpo começa a produzir e estimular aminoácidos essenciais, que são responsáveis pela manutenção dos nossos músculos.

Importante para nossa saúde de uma forma geral.

Arroz e feijão podem estar no prato, mas de forma balanceada
Um Diabético

Arroz e feijão podem estar no prato, mas de forma balanceada

Portanto, arroz e feijão não são vilões para quem diabetes, apenas precisam ser consumidos de forma balanceada, sem exageros e fazendo boas combinações no prato.

Para mais informações e conteúdos sobre diabetes tipo1, tipo 2 e gestacional acessem o Portal Um Diabético: www.umdiabetico.com.br .

Boas glicemias!


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Diagnóstico de varíola dos macacos será feito nos Lacens até agosto

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Com 2.584 casos confirmados, o Brasil deverá ser capaz de diagnosticar a varíola dos macacos em todos os laboratórios centrais de saúde pública (Lacens) do país até o final de agosto, informou hoje (12), em entrevista ao programa A Voz do Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

De acordo com o ministro, o governo federal se antecipou à emergência de saúde pública de importância global declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho e articulou formas de lidar com a doença e receber pacientes no sistema público.

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil – Valter Campanato/Agência Brasil

“Desde maio, quando surgiram os primeiros casos na europa, o sistema único de saúde se preparou para enfrentar essa ameaça. Enfrentamos a emergência de saúde pública causada pela covid-19 e, desde o início, organizamos as estruturas dos laboratórios para fazermos o diagnóstico [da varíola dos macacos]”, informou.

Queiroga falou sobre a letalidade e a taxa de infecção da varíola dos macacos no Brasil, que em âmbito internacional causou cinco mortes em países considerados não endêmicos, segundo dados da OMS.

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“Vale lembrar que a letalidade dessa doença [varíola dos macacos] é baixa, ou seja, a maioria dos casos é simples, de tal sorte que não é algo que se assemelhe à covid-19, apesar de ser uma emergência de saúde pública global reconhecida pela OMS”, informou o ministro.

O ministro da Saúde lembrou que a grande maioria de casos de varíola dos macacos acomete homens que fazem sexo com outros homens, e que o principal vetor de transmissão é o contato direto pele a pele ou pelas mucosas. “Isso é uma observação epidemiológica. Não tem cunho de estigmatizar cidadãos. Qualquer um pode adquirir”, complementou.

Outro ponto apresentado pelo ministro da Saúde é que o uso de preservativos não impede a contaminação pela varíola dos macacos. Dentre as principais características da enfermidade estão: febre, lesões de pele, ínguas e crostas. “Os indivíduos devem ficar isolados”, explicou Queiroga, que estimou em três semanas o período de convalescência.

O ministro, que é médico, também afirmou que o tratamento da doença até o momento se dá pelo tratamento dos sintomas, enquanto medicamentos antivirais específicos contra a doença ainda estão sendo estudados.

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Poliomielite

Erradicada no Brasil em 1989, a poliomielite teve casos diagnosticados em outros países recentemente, relatou o ministro. Para evitar qualquer ocorrência da doença em solo nacional, Queiroga reforçou a importância da vacinação da Campanha Nacional de Vacinação, lançada no dia 7 de agosto.

“Qual é a nossa arma? A vacinação. É por isso que nós fazemos um apelo aos pais, aos avós: que levem filhos e netos para as salas de vacinação”, disse o ministro.

O esquema vacinal para a poliomielite tem duas fases. Na primeira, a criança toma 3 doses injetáveis: a primeira aos dois meses de vida; a segunda aos 4 meses de vida; a terceira aos 6 meses de vida. A segunda fase, de reforço, por via oral, deve ser administrada a partir de 1 ano e 3 meses de vida. A segunda dose das gotinhas deve ser dada aos 4 anos, e não deve ultrapassar os 6 anos, 11 meses e 29 dias de vida da criança.

Assista à entrevista em A Voz do Brasil:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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