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Destruição de soqueira é essencial para o controle do bicudo após colheita, afirma IMAmt

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Restos culturais de algodão podem ocasionar inúmeros prejuízos para os produtores, uma vez que as soqueiras são pontes para a proliferação de pragas


A colheita do algodão avança em Mato Grosso a cada dia. Com quase 80% dos 1,115 milhões de hectares semeados já foram colhidos e, de acordo com o Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), a destruição de soqueiras (restos culturais) é essencial para evitar que haja proliferação de doenças e pragas, em especial o bicudo do algodoeiro.

De acordo com especialistas do IMAmt, as algodoeiras mato-grossenses estão trabalhando a todo vapor, apesar de algumas ainda estarem na fase de regulagem inicial dos maquinários. Embora os trabalhos de colheita estejam ganhando ritmo, a preocupação acerca do bicudo do algodoeiro tem crescido em meio as propriedades, tanto que a recomendação tem sido a instalação de tubo mata bicudo nesse final de ciclo da cultura e, principalmente, a realização da destruição dos restos culturais.

A destruição das soqueiras é obrigatória por lei, tanto que em Mato Grosso existe o Vazio Sanitário do Algodoeiro, normatizado pela IN 001/2016 da SEDEC/INDEA-MT, que é o período do ano durante o qual não pode haver plantas de algodoeiro com risco fitossanitário.

O pesquisador do IMAmt, Edson Andrade Junior, pontua que a destruição de soqueira é essencial para evitar os rebrotes das plantas, que são verdadeiras fontes de pragas e doenças para o novo ciclo, em especial para o bicudo do algodoeiro, a ramulária e as principais lagartas que atacam a cultura do algodão.

O bicudo é um besouro de coloração cinzenta ou castanha e mandíbulas afiadas, utilizadas para perfurar o botão floral e a maçã dos algodoeiros. O inseto é considerado a principal praga dos algodoeiros nas Américas se se não controlado pode causar perdas de até 70% da produção.

Conforme o IMAmt, uma das principais formas de eliminação dos restos culturais do algodão é a química, através do uso de herbicidas. Os especialistas do IMAmt pontuam que a destruição química das soqueiras pode ser dividida em três métodos: Destruição iniciada no toco, Destruição no rebrotes e Destruição “planta em pé”.


 

Viviane Petroli
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Kalil Baracat cobra melhorias na pavimentação de bairros

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O vereador por Várzea Grande, Kalil Sarat Baracat de Arruda apresentou duas indicações que visam melhorias na pavimentação asfáltica de dois bairros da cidade.

Sua primeira indicação solicita do Poder Executivo Municipal junto à Secretaria de Infraestrutura a necessidade de serviços de tapa buracos e reparos na pavimentação asfáltica nas ruas do bairro Jardim Novo Horizonte, em sua totalidade.

Segundo Kalil a proposta é urgente e visa à realização de “tapa buracos” e reparos na pavimentação asfáltica.

“As ruas do bairro em questão encontram-se totalmente esburacadas, quase sem condições de tráfego, provocando pequenas colisões e avarias nos veículos dos que por ali transitam. É tamanha a calamidade em que se encontram as vias que não é possível especificar onde e quão grandes são os buracos. Atender à solicitação daquela comunidade é cumprir com o dever social e zelar pelo bem público e pelos munícipes”, explica o vereador.

Os moradores do bairro Jardim Potiguar também vem passando pelo mesmo problema e dessa forma, Kalil também indicou a necessidade de serviços de tapa buracos e reparos na pavimentação asfáltica em todas as ruas do bairro.

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“ As ruas Jardim Potiguar estão cheias de buracos com o aumento do fluxo de veículos pela região devido aos desvios das obras da Copa, quase que sem condições de tráfego. Além da falta de conforto e segurança, os buracos deixam o bairro com aspecto feio e mal cuidado desvalorizando os imóveis construídos ali. Dezenas de colisões com prejuízos financeiros e lesões físicas são registradas todos os dias naquele local”, disse Kalil Baracat.

 

Michelle Carla Costa

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