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Deputado antecipa voto contra veto do governador a aumento de servidores; VEJA O VÍDEO

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Ana Paula Figueiredo

Botelho afirma que, mesmo em votação secreta, vai defender derrubada do veto de 6,8% à remuneração do Tribunal de Justiça

O deputado estadual Eduardo Botelho afirmou nesta quarta-feira (3) que vai votar pela derrubada do veto do governador Mauro Mendes (UB) ao projeto de lei que concede reajuste de 6,8% aos servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

“O presidente vota apenas em casos de votação nominal, e eu vou votar pela derrubada do veto”, disse.

O parlamentar explicou que, no caso do voto secreto, o presidente da Assembleia não participa diretamente, e que a aprovação do veto exige pelo menos 13 votos de 24 parlamentares. Botelho destacou que, embora a votação seja secreta, ele já definiu sua posição e que a análise da Comissão da Casa será seguida pelo envio do texto ao plenário para votação final.

Botelho comentou que os resultados recentes das votações refletem a força do governo, que conseguiu aprovar projetos mesmo em situações consideradas apertadas, mas ressaltou que a autonomia dos deputados continua garantida. “Surpresas podem ocorrer a qualquer momento, e a mudança de apoio a projetos é comum”, afirmou.

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O deputado explicou que a manutenção ou derrubada de projetos depende do número de votos, e que, em votações apertadas, cada voto é decisivo. Ele reforçou que, apesar da influência do governo, os parlamentares participam de forma ativa e independente, mantendo o equilíbrio entre governabilidade e autonomia legislativa.

Botelho finalizou dizendo que a votação sobre o veto ao reajuste do TJMT será um indicativo da força política do governo na Casa, mas que os deputados têm liberdade para decidir conforme sua avaliação sobre os projetos.

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Abilio evita debate sobre chapa Tarcísio–Michelle e diz que foco é libertar Bolsonaro

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Ana Paula Figueiredo

Prefeito afirma que grupo só deve discutir 2026 após resolver situação jurídica do ex-presidente

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), minimizou nesta semana as especulações sobre uma possível chapa presidencial formada por Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle Bolsonaro (PL) para 2026. Para ele, qualquer discussão eleitoral neste momento é prematura dentro do grupo bolsonarista.

Abilio declarou que a prioridade é a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso desde 22 de novembro.

“Nosso foco hoje é a liberdade do presidente Bolsonaro e a anistia. Falar agora sobre quem será o nome de 2026 — Michelle, Tarcísio ou qualquer outro — é precipitado”, afirmou.

A fala do prefeito ocorre em meio ao desgaste público entre Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dois divergem sobre o apoio do PL ao ex-ministro Ciro Gomes na disputa pelo governo do Ceará. Michelle rejeita a aproximação, lembrando ataques feitos por Ciro ao ex-presidente, enquanto Flávio e parte do partido defendem a aliança.

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Abilio saiu em defesa da ex-primeira-dama e afirmou que Michelle tem papel crescente no movimento conservador.

“Michelle é uma liderança nacional. Ela é ouvida e representa a direita em todo o Brasil”, disse o prefeito, reforçando que sua influência deve se ampliar nos próximos anos.

Segundo ele, qualquer tentativa de reduzir o protagonismo de Michelle é inócua. “A presença dela só aumenta. Ela terá cada vez mais força e continuará sendo ouvida”, completou.

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