Eleições 2020

Cuiabá não pode continuar sendo manchete nacional de corrupção”, diz Virgínia Mendes

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A primeira dama do Estado, Virgínia Mendes, usou as redes sociais, neste sábado (28.11), para alertar a população de Cuiabá sobre o combate à corrupção. Com apoio declarado ao candidato Abílio Jr, ela lembrou que a verdadeira pesquisa eleitoral será nas urnas e que o povo deve se unir contra o mal que é a corrupção e que assolou a Prefeitura de Cuiabá na gestão Emanuel Pinheiro.

“A luta contra a corrupção é a força do bem, de quem ama Cuiabá. A verdadeira pesquisa é a das urnas. Tá chegando a hora de votar pelo bem de Cuiabá. Pesquisas eleitorais falham, inclusive na eleição de 2012 o Ibope errou o resultado. Dois dias antes publicaram 50% a 50%, para Mauro e Lúdio e o resultado das eleições foi de 54% a 45%. Agora é hora de pedir voto e ajudar a fortalecer a corrente da coragem, do amor e da esperança”, postou Virgínia.

Como imagem da postagem, Virginia usou a foto de uma matéria referente a pesquisa Ibope de 2012, que indicava empate entre Mauro Mendes e Lúdio Cabral, sendo que o atual governador saiu vitorioso na época, na disputa pela Prefeitura de Cuiabá.

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“Dia 29/11, neste domingo, exerça seu poder de mudança. Eu quero uma Cuiabá melhor, vote 19”, declarou a primeira dama.

APOIO DO GOVERNO

Na última pesquisa Ibope (27.11), o governador Mauro Mendes despontou com aprovação popular de 80%. Para 48% dos entrevistados a gestão Mauro Mendes está ótima ou boa e 32% classificaram como regular.

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Eleições 2020

Prazo para eleitor justificar ausência ao 2º turno termina hoje

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ELEIÇÕES 2020

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Por Denise Niederauer

Termina na nesta quinta-feira (28.01) o prazo de 60 dias para que o eleitor justifique a ausência às urnas nas localidades onde houve segundo turno para prefeito e vice-prefeito nas Eleições 2020.

 

O cidadão que não compareceu à urna deve apresentar justificativa fundamentada, com o motivo que o impediu de votar.

 

A justificativa pode ser apresentada nos cartórios eleitorais, pelo Sistema Justifica ou pelo aplicativo e-Título. O cidadão pode baixar o app no Google Play ou na App Store.

 

Devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, muitos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) optaram pelo atendimento de maneira virtual, que também pode ser feito pela ferramenta Título Net, disponível no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A medida busca evitar aglomerações nos postos de atendimento da Justiça Eleitoral.

No dia 14 de janeiro encerrou o prazo para que o eleitor justificasse a ausência à urna no primeiro turno, realizado no dia 15 de novembro. De acordo com os dados do TSE, cerca de oito milhões de eleitores apresentaram justificativa por não comparecerem para votar no primeiro turno do pleito.

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Como fazer:👇

A justificativa pode ser feita pelo Sistema Justifica, no qual o eleitor deve preencher o “requerimento de justificativa” e informar os dados pessoais exatamente como registrados no cadastro eleitoral, declarar a razão da ausência à urna e anexar documentação comprobatória digitalizada.

 

Com o campo preenchido corretamente, será gerado um código de protocolo para acompanhamento, que será transmitido à zona eleitoral a que o eleitor pertence, para que seja examinado pelo juiz competente.

O eleitor será notificado da decisão ou poderá consultar a situação também pelo Sistema Justifica.

No caso de justificativa presencial, o eleitor deve entregar o requerimento em qualquer cartório eleitoral ou enviar por via postal ao juiz da zona eleitoral na qual é inscrito. Além do formulário, deve apresentar documentação que comprove os motivos alegados para justificar a ausência.

Consequências:👇

Na última quinta-feira (21.01), o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, suspendeu, por meio da Resolução TSE nº 23.637, as consequências previstas no artigo 7º do Código Eleitoral para os eleitores que deixaram de votar nas Eleições 2020 e não apresentaram justificativa eleitoral ou não pagaram a respectiva multa. A resolução deverá ainda ser referendada pelo Plenário do Tribunal após o recesso forense.

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A resolução suspendeu os seguintes efeitos: o impedimento de o eleitor obter passaporte ou carteira de identidade; inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, e neles ser investido ou empossado; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; e receber remuneração de função ou emprego público.

A medida vale enquanto permanecer vigente o plantão extraordinário previsto pela Resolução TSE nº 23.615/2020 para prevenir o contágio pelo novo coronavírus.

Com informações do TSE

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