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Controlado o motim na Cadeia Pública de Juara

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Sistema Penitenciário controla motim na Cadeia Pública de Juara

Os reeducandos identificados como autores do motim e que incitaram os demais foram transferidos da unidade

Nara Assis

Com informações Sesp-MT

Motim na Cadeia Pública de Juara – Foto por: Sistema Penitenciário
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Os policiais penais da Cadeia Pública de Juara (640 de Cuiabá) controlaram um motim, iniciado por volta das 11h de sábado (26.12). Os reeducandos fizeram ameaças aos servidores, colocaram colchões em frente as grades e depredaram as estruturas das celas da unidade.

Na tentativa de cessar a ação dos recuperandos, foram feitos disparos de arma de fogo com munição não letal. Um reeducando foi ferido de raspão, recebeu atendimento médico e está bem. Foi solicitado apoio das Cadeias Públicas de Porto dos Gaúchos e de Juína, bem como da Polícia Miliar (PM-MT) Polícia Civil (PJC-MT) para o perímetro externo.

Depois de horas de resistência, o motim foi contido. Os 15 reeducandos identificados como autores do motim e que incitaram os demais foram transferidos da unidade, por medida de segurança.

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Mulher

Conselho da Mulher pede que possível abuso contra servidora do Indea sejam apurados dentro do devido processo legal, com as garantias cabíveis

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Diante do relato de assédio sexual sofrido por uma ex-servidora do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), que denunciou como autor do abuso o presidente do órgão, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDM-MT) vem a público defender que os fatos sejam apurados dentro do devido processo legal, com as garantias cabíveis.

Contudo, não podemos ficar passivas diante das acusações e do fato que o INDEA é pela segunda vez objeto de notícias que dão conta de assédios sexuais cometidos dentro da instituição.

Tais suspeitas demonstram que ações precisam ser tomadas como forma de combater possíveis abusos e evitar que todo tipo de discriminação e violência seja cometida, entre elas as que garantam uma ambiência saudável para o local de trabalho. O CEDM também sugere a instalação de um comitê de igualdade que promova segurança, igualdade e espaço de denúncias dentro da instituição.

As ações sugeridas não devem se limitar ao INDEA e precisam ser fomentadas em todos os órgãos e poderes que funcionam com recursos públicos, pois devem ser as primeiras a fazer cumprir o estado democrático de direito, combatendo o assédio e a discriminação que são motivos pelos quais muitas vezes nós mulheres não conseguimos desenvolver em pé de igualdade nossas carreiras.

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Por fim, esperamos que a verdade venha à tona e que a violência contra a mulher seja combatida e não passem impunes os que a praticam, ou qualquer outro tipo de violência no local de trabalho ou na sociedade.

Glaucia Amaral

Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDM-MT)

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