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Contorno de Juscimeira consolida BR-163 como maior corredor de exportação nacional

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Presidente da Frenlogi, senador comemora obra e diz que contornos rodoviários  promovem mais qualidade de vida para a população das cidades

 

A consolidação da BR-163 como um dos mais bem estruturados corredores de transportes do Brasil continua. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) concluiu a construção de contorno rodoviário no município de Juscimeira, região Sul de Mato Grosso. Com 7 quilômetros de extensão, a obra retira o fluxo de veículos pesados de dentro do perímetro urbano da cidade, medida comemorada pela população.

 

“Essa era uma obra esperada há muito tempo. As carretas e caminhões circulando por dentro da cidade dividiam o município ao meio, o que dificultava muito a vida da população. Agora, Juscimeira viverá uma nova realidade” – disse o senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi).

 

O ministro Tarcísio, da Infraestrutura, afirma que, o todo, foram investidos R$ 23 milhões na construção do contorno, que tem pista dupla, e na execução de duas pontes – de 60 metros cada – localizadas sobre o rio Areias, ao longo do traçado do empreendimento.

 

Além de beneficiar a população de Juscimeira, o contorno implanta nova realidade ao fluxo de veículos de cargas, reduzindo tempo de viagem. De acordo com o DNIT, em média, trafegam pela rodovia aproximadamente 15 mil carretas e caminhões, principalmente nesta época do ano, quando se escoa a safra com destino ao Terminal Ferroviário de Cargas de Rondonópolis e também para os portos do Sudeste. São quase 10 milhões de toneladas ano de soja e milho.

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O DNIT informou que o contorno de Juscimeira faz parte do lote 1 da obra de duplicação da BR-163/364/MT. Neste trecho já foram concluídos 46 quilômetros de restauração e de pista dupla. Dividida em três lotes, os serviços ocorrem em 174 quilômetros da rodovia federal.

 

No lote 2, o DNIT já concluiu a execução do contorno do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), na região da Serra de São Vicente, além da restauração e a duplicação de 60 quilômetros para o tráfego da BR-163/364/MT na região Sul do Estado. A conclusão da duplicação total da BR-163/364/MT será em 2021, com a realização do contorno de Jaciara.

 

A implantação de contornos rodoviários, segundo o senador Wellington Fagundes, faz parte da política de segurança e desenvolvimento integrado dos municípios localizados ao longo da BR-163. Além das obras concluídas em Jaciara, o DNIT trabalha na construção do Contorno de São Pedro da Cipa, com quatro quilômetros de extensão, que devem estar concluídos até dezembro. Também estão em obras a construção de pontes de concreto sobre o rio São Lourenço, localizadas no trecho dos contornos rodoviários da BR-163/364/MT.

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Distrito Industrial de Cuiabá – Neste semestre, o DNIT retomou as obras e a duplicação da BR-163/364/MT, na região do Distrito Industrial de Cuiabá. Serão investidos mais de R$ 50 milhões no empreendimento que, assim que finalizado, vai melhorar o trânsito na entrada da capital. O trecho será duplicado, terá iluminação pública nova e contará com quatro viadutos, que irão desafogar o fluxo de veículos.

 

O tráfego dos bairros residenciais localizados no entorno do Distrito Industrial será separado do fluxo da rodovia federal, resultando em mais segurança no trânsito e redução no tempo de viagem dos usuários.

 

O trecho do Distrito faz parte do chamado lote 3 da BR-163/364/MT, de 42 quilômetros de extensão, e que se inicia no segmento em concreto da Serra de São Vicente até o viaduto existente no entroncamento com a Rodovia dos Imigrantes (BR-070/MT). A previsão é de que as obras sejam concluídas neste trecho no fim de 2020.

Foto: Divulgação

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Produção de alevinos atenderá agricultores familiares da Região do Araguaia

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Está sendo implantado um laboratório no Assentamento Mãe Maria para recepção e treinamento alimentar dos alevinos

Rosana Persona
Com informações Empaer – MT

Produção do pirarucu de forma sustentável e ambientalmente correta – Foto por: Ésio Mendes/Secom Governo de Rondônia
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O projeto para criação de pirarucus em cativeiro está sendo realizado em Mato Grosso, na Região Araguaia, e tem como meta para 2020, a construção de 20 tanques escavados de 800 metros quadrados para abrigar um casal de pirarucu em cada tanque.

Mario Cezar Barboza, coordenador do Projeto Pirarucu e técnico agropecuário da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) fala que a proposta é organizar a cadeia produtiva de produção do pirarucu na região de forma sustentável e ambientalmente correta.

De acordo com Barboza, o projeto começou devido à demanda por alevinos, já que alguns agricultores familiares estavam interessados na criação comercial em confinamento da espécie. Para o início da atividade, os alevinos de pirarucu serão produzidos em laboratório e repassados para os agricultores.

“O pirarucu é o peixe que mais cresce em cativeiro. No primeiro ano atinge o peso de até 10 quilos, considerado ideal para o abate”, comenta.

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Na Associação do Assentamento de Trabalhadores Rurais do Projeto Mãe Maria Núcleo Embu e vizinhos (Itog), localizada em São Félix do Araguaia (1.200 km a Nordeste de Cuiabá), está sendo implantado um laboratório para recepção e treinamento alimentar dos alevinos. A prioridade do Projeto é a formação de casais, produção de alevinos e, em seguida, a engorda e produção de carne.

O laboratório está sendo instalado com a finalidade de atender produtores dos municípios de São Félix do Araguaia, Luciara, Alto da Boa Vista, Serra Nova Dourada, Novo Santo Antônio e Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Porto Alegre, Confresa, Vila Rica, Santa Terezinha, Santa Cruz do Xingu e São José do Xingu.

Segundo o coordenador, o objetivo é desenvolver e difundir tecnologias e práticas de manejo do pirarucu para criação em cativeiro e conservação da espécie no seu habitat natural. Serão instaladas Unidades de Referência Tecnológicas (URTs) para capacitação de piscicultores, técnicos, formação de mão de obra e divulgação da atividade.

“Pelas vantagens comerciais, o pirarucu tornou-se presa cobiçada pela pesca predatória, sendo a criação em cativeiro uma alternativa para manter a preservação da espécie”, salienta.

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O pirarucu é um dos maiores peixes de água doce do mundo e o maior do Brasil. O bicho pode chegar a mais de dois metros de comprimento e pesar cerca de 200 quilos. Para criação dessa espécie serão executados dois projetos: o tanque elevado com alta concentração de peixe por metro quadrado de lâmina d’água, visitado no Estado de Rondônia que cria em cativeiro e tem legislação própria para o cultivo; e em tanques tradicionais.

O Projeto Pirarucu vem sendo executado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Empaer e prefeituras.  Barboza fala que o projeto teve início em 2017 e, desde então, foram realizadas diversas reuniões, treinamentos e visitas técnicas às propriedades.

“O pirarucu é uma espécie extremamente delicada para manuseio e captura, e estamos aprendendo todo manejo”, conclui Mário.

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