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Consumo de carne bovina tem recorde negativo; preço do suíno cai

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JOÃO GODINHO

Preço da carne suína vai em contramão da inflação e registra queda no último ano

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a carne suína registrou queda nos preços de 5,21% no último ano. A carne é, hoje, considerada a mais barata dos 18 principais tipos de carne disponíveis nos mercados brasileiros de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o indicador oficial de inflação do país. Enquanto o mercado de suínos experiencia aumento de procura e diminuição drástica nos preços, o consumo de bovinos no país é o menor em mais de duas décadas.

Pela mesma pesquisa do IBGE é possível observar um aumento de 11,12% no preço do contrafilé bovino, e a picanha subiu 9,21%. Dados coletados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que o consumo de carne bovina caiu ao menor nível nos últimos 26 anos, com 24,8 kg consumidos por brasileiro em um ano. Em comparação, o maior dado registrado foi o de 2006, onde havia cerca de 42,8 kg de carne bovina por cidadão. Nos últimos cinco anos, a queda registrada já chega a uma diminuição de mais de 26% no consumo no país.

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Com a queda dos preços, é esperado pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) alta no consumo da carne suína em 2022. A projeção é de 18 quilos por pessoa, alta próxima a 8%, já que em 2021 foi registrado aproximadamente 16,7 quilos per capita pela instituição.

A estimativa é que a produção ano de carne, incluindo a suína e de aves, alcance a casa de 28 milhões de toneladas neste ano. Assim, o setor da carne bovina bate mais um recorde negativo com produção estimada em 8,115 milhões de toneladas até o fim de 2022, a menor em 20 anos.

De acordo com especialistas na área, a diminuição dos preços suínos corresponde ao recuo das exportações que acabou estimulando a oferta no mercado brasileiro nos últimos meses. Já para os bovinos aponta-se o aumento da insegurança alimentar no Brasil e o aumento da inflação nos últimos dois anos.

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Fonte: IG ECONOMIA

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Mauro Mendes afirma pagar de forma integral o RGA 2022

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JB News

Por Alisson Gonçalves

O governador de MT candidato a reeleição Mauro Mendes (UB), afirmou em entrevista nesta sexta-feira 12 Agosto, e afirmou  que vai pagar de forma integral o (RGA) Revisão Geral Anual referente a este ano 2022.

Segundo Mende, está proposta serve para valorizar mais o servidor público, e que o pagamento do (RGA) referente a este ano está previsto para janeiro de 2023.

Até então a data para o pagamento seria em maio, porém Mendes disse foi mudada a data de pagamento tudo com planejamento, outra afirmação do governador é que o pagamento do (RGA) deve acompanhar a inflação.

O RGA tem sido a briga dos servidores públicos com o Governo de MT, isso porque no ano de 2019 não foi pago o valor referente ao ano de 2018, isso porque o Tribunal de Contas do Estado de MT (TCE-MT), suspendeu o pagamento alegando o que estado de MT não teria atingidos todos os requisitos para fazer o pagamento.

Já no ano de 2020 e 2021, por conta da Covid-19, mais uma vez o servidor público ficou sem receber o RGA, apesar disso neste ano o governo fez reajuste de 7% nos salários dos servidores públicos, e agora faz compromisso de pagar integralmente e acompanhando a inflação o RGA em 2023.

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