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Conselheiro Campos Neto conclui apreciação das contas de governo referentes a 2024

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Conselheiro-relator, Campos Neto. Clique aqui para ampliar

O conselheiro Campos Neto encerrou a apreciação das 25 contas anuais de governo sob sua relatoria na sessão extraordinária do Plenário Presencial do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) da última quinta-feira (27). Na ocasião, foram votados os balanços de Primavera do Leste, Barra do Garças e Colniza, que receberam parecer prévio favorável à aprovação por unanimidade do Plenário. 

Ao concluir a análise das contas, o conselheiro cumprimentou e parabenizou o presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, pelos trabalhos realizados ao longo do ano. O relator também dirigiu sua fala aos colegas conselheiros, procuradores e a todos os funcionários da Corte de Contas. “Agradeço especialmente à toda a minha equipe, que trabalhou de maneira exemplar. Agradeço também à minha família pela compreensão e principalmente à Deus”, disse. 

Em 2024, estiveram sob relatoria de Campos Neto as contas de Aripuanã, Barão de Melgaço, Barra do Garças, Brasnorte, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Castanheira, Colniza, Cotriguaçu, Dom Aquino, Guiratinga, Jaciara, Juína, Juruena, Juscimeira, Nova Brasilândia, Paranatinga, Planalto da Serra, Poxoréu, Primavera do Leste, Rondolândia, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, São Pedro da Cipa e Tesouro.

Primavera do Leste

No exercício de 2024, Primavera do Leste apresentou economia orçamentária e superávit orçamentário, bem como suficiência financeira para pagamento das obrigações de curto prazo. Ainda sobre a questão fiscal, o município totalizou 0,81 no Índice de Gestão Fiscal (IGFM), alcançando o “Conceito A” – Gestão de Excelência.

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Com relação aos investimentos, a gestão destinou 26,16% da receita à Educação, superando o mínimo constitucional de 25%. À Saúde, foi destinado 25,50%, cumprindo o mínimo de 15%. A despesa total com pessoal do Poder Executivo correspondeu a 44,20% da Receita Corrente Líquida, assegurando o cumprimento do limite máximo de 54%, assim como o repasse ao Poder Legislativo. 

“A par do arrazoado, percebe-se a existência de inúmeros pontos positivos que acobertaram as contas em apreço, verificando-se o cumprimento de todos os limites constitucionais de aplicação dos recursos públicos nas áreas prioritárias”, concluiu o relator, acolhendo em parte o parecer do Ministério Público de Contas (MPC). 

Barra do Garças

Barra do Garças também apresentou economia orçamentária, superávit de execução orçamentária e suficiência financeira para pagamento das obrigações de curto prazo no exercício de 2024. o IGFM totalizou 0,62, o que demonstra que o município alcançou o Conceito B (Boa gestão).

Com relação aos investimentos em políticas públicas, a gestão destinou 26,64% para Educação e 28,99% para Saúde, superando os mínimos constitucionais. A despesa total com pessoal do Poder Executivo correspondeu a 50,52%, assegurando o cumprimento do limite máximo, bem como o repasse ao Poder Legislativo.

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“Todas as irregularidades gravíssimas foram afastadas de forma fundamentada por esta relatoria, sendo que as inconformidades remanescentes não comprometem o juízo positivo acerca do cenário global da gestão financeira, fiscal e orçamentária do município”, argumentou Campos Neto, ao seguir parcialmente o parecer miniesterial.

Colniza

A respeito do desempenho fiscal, Colniza também demonstrou economia orçamentária, superávit de execução orçamentária e suficiência financeira para pagamento das obrigações de curto prazo. O IGFM no exercício de 2024 totalizou 0,68, relativo ao Conceito B (Boa gestão).

Com relação aos limites e percentuais constitucionais e legais, a gestão respeitou todos os parâmetros, tendo aplicado 26,61% na manutenção e desenvolvimento do ensino, 22,68% em Saúde. Os gastos com pessoal do Poder Executivo totalizaram 50,11% e os repasses ao Poder Legislativo também obedeceram ao estabelecido no artigo 29-A, I, da Constituição Federal.

“Deve-se valorar as inúmeras condutas proativas descritas pelo gestor. Os resultados de 2024 demandam ações e planejamento a médio e longo prazo para sua solução”, alegou o relator em seu voto, em dissonância com o parecer do MPC. 

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Elaboração de relatórios foi tema do 4º Tricotando sobre Ouvidoria

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Crédito: Alex Praeiro/Secom-MT
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4ª edição do encontro virtual Tricotando sobre Ouvidoria. Clique aqui para ampliar

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) realizou, nesta quarta-feira (11), a 4ª edição do encontro virtual Tricotando sobre Ouvidoria, parte do  projeto Ouvidoria Para Todos. Conduzida pela Ouvidoria Geral, a atividade reuniu cerca de 80 ouvidores e servidores de ouvidorias municipais e estaduais.

A abertura contou com participação do secretário-geral da Presidência do TCE-MT, Nilson Fernando Gomes Bezerra, representando o conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, e o ouvidor-geral, conselheiro Antonio Joaquim. Nilson destacou que o Tribunal tem atuado para apoiar, especialmente, os municípios de menor porte, onde a estruturação das ouvidorias ainda enfrenta desafios. “Ninguém melhor do que o cidadão para avaliar o funcionamento das políticas públicas, e a ouvidoria é uma das principais ferramentas para isso”, pontuou.

O secretário-geral reforçou ainda que a capacitação tem como objetivo fortalecer a atuação das equipes e aprimorar o atendimento à sociedade. “Por meio do Tricotando, o TCE-MT capacita o servidor para que ele preste um serviço cada vez melhor. A ouvidoria é o portão de entrada das solicitações, o espaço pelo qual o cidadão aciona o poder público e obtém informações”, completou.

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A programação contou com palestra do superintendente regional da Controladoria-Geral da União (CGU) em Mato Grosso, Ricardo Plácido, que tratou da elaboração de relatórios como instrumento de indução de melhorias no serviço público. “É um tema oportuno pelo momento que estamos vivendo, com a elaboração do relatório anual das atividades de 2025. Nós fizemos um diagnóstico dos relatórios das prefeituras de Mato Grosso e vamos debater pontos importantes e fechar com um compromisso de oportunidade de melhoria”, explicou.

Segundo o superintendente da CGU, o relatório é o mecanismo pelo qual o ouvidor traduz ao gestor público as manifestações recebidas, permitindo que a administração devolva à sociedade as melhorias identificadas. Ele ressaltou ainda que os conteúdos obrigatórios do documento estão previstos no Código de Defesa do Usuário de Serviços Públicos, conforme o Artigo 15 da Lei nº 13.460/2017.

O ouvidor e controlador interno da Prefeitura de Ipiranga do Norte, Jonathan Telles, participou como debatedor. “É uma honra participar desse projeto, ainda mais com um tema dessa relevância, com informações estratégicas para o poder público e para o gestor. A ouvidoria é também uma oportunidade de escuta que dá legitimidade às ações do poder público”, destacou.

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Ao encerrar o encontro, o secretário-executivo da Ouvidoria Geral, Américo Corrêa, anunciou a realização do Ouvidoria Day 2026, marcado para 20 de março, que discutirá o papel da ouvidoria como indutora da melhoria da qualidade do serviço público. Na ocasião, Ricardo Plácido ministrará uma oficina dedicada à elaboração de relatórios de gestão.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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Fonte: TCE MT – MT

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