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Congresso Internacional vai discutir crise ambiental brasileira

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Da Redação

Começa nesta quarta-feira (18), às 17h30, o I Congresso Virtual Internacional da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa). Com o tema “A Crise Ambiental Brasileira: Perspectivas para Garantia da Efetividade do Direito Ambiental”, o evento será transmitido direto da cidade de Vitória (ES) e se estenderá até sexta-feira (20). A palestra magna será proferida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça Herman Benjamim.

De acordo com a programação, o primeiro painel abordará o tema “O Direito Ambiental no âmbito internacional – Rede Latino-americana do Ministério Público Ambiental (Redempa)”. O procurador de Justiça em Mato Grosso e coordenador da Redempa, Luiz Alberto Esteves Scaloppe, integrará o referido painel juntamente com Oswaldo Canelas (Angola), Juan Sebastian (Argentina), Edgardo José Pacheco Ochoa (Colômbia) e Silvia Carolina Rumiche Rochabrun (Peru). A mesa será presidida por Flor de Maria Vega Zapata (Fema).

Interessados em participar do I Congresso Virtual Internacional da Abrampra podem fazer a inscrição no site do evento (https://jacredenciei.com.br/e/congressoabrampa2021). A inscrição será encerrada quando for atingido o limite máximo permitido pela organização.

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O congresso se propõe a debater os desafios da implementação do Direito Ambiental, notadamente nos temas de extrema importância como as Perspectivas da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Novo Marco do Saneamento Básico no Brasil; Biomas Ameaçados: Desmatamento, Queimadas, Retrocessos e Mudanças Climáticas; Governança Ambiental e Direito dos Desastres; ESG e a atuação do Ministério Público. As mudanças propostas pelo Congresso Nacional e a jurisprudência dos tribunais também estarão presentes em todos os debates.

Confira a Programação 

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Aprosoja destaca atuação do TCE-MT no debate da Moratória da Soja

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06/01/2026 16:03

Resultado se soma a histórico de debates técnicos e à análise dos impactos econômicos e sociais das políticas públicas no estado

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
Presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, recebeu reconhecimento do presidente da Aprosoja, Lucas Beber. Clique aqui para ampliar.

A atuação do presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, no debate sobre a Moratória da Soja foi reconhecida pelo presidente da Aprosoja-MT, Lucas Beber, em pronunciamento sobre a saída de grandes tradings do acordo e a retomada da vigência da Lei Estadual nº 12.709.

Em vídeo publicado nesta segunda-feira (5), Beber ressaltou a contribuição do TCE-MT para a consolidação da norma, que entrou em vigor no dia 1ª de janeiro. O texto veda a concessão de benefícios fiscais a empresas que participem de acordos privados que restrinjam a atividade agrícola além das exigências do Código Florestal.

”Quero agradecer o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, principalmente o presidente Sérgio Ricardo e o conselheiro Antonio Joaquim”, disse Lucas Beber ao citar os diversos agentes que fizeram parte do processo.

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Diante disso, Sérgio Ricardo destacou o papel do TCE-MT no acompanhamento de políticas públicas de desenvolvimento. “Quando se discute incentivos fiscais, o que está em jogo é se esses instrumentos estão contribuindo para o desenvolvimento do estado e para a redução das desigualdades regionais, que é o nosso foco.”

Construção do debate

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
Ilustração
Seminário realizado em maio de 2024 reuniu gestores públicos, produtores e entidades representativas.

Diante de questionamentos de produtores e municípios sobre os impactos econômicos e sociais da Moratória da Soja em Mato Grosso, o TCE-MT e a Aprosoja promoveram, em 2024, o Seminário sobre os impactos da Moratória da Soja e da Carne, que reuniu gestores públicos, produtores e entidades representativas. O encontro resultou na Carta de Maio, documento em defesa de políticas baseadas na legislação nacional. O debate integrou o processo que levou à aprovação da Lei Estadual nº 12.709, que posteriormente teve sua constitucionalidade parcialmente reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Paralelamente, o TCE-MT instaurou auditoria sobre os incentivos fiscais concedidos no estado, com foco na avaliação de seus efeitos sobre desenvolvimento regional e redução das desigualdades.

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