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Começa nesta segunda-feira aula Inaugural do Curso Gestão Democrática e Transparência nas Organizações

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COMEÇA NESTA SEGUNDA (21.09) AULA INAUGURAL DO CURSO GESTÃO DEMOCRÁTICA E TRANSPARÊNCIA NAS ORGANIZAÇÕES 

Primavera Negra – IMUNE MT e ABONG realizam aula ao vivo sobre a “A Resistência Política das Mulheres Negras pela Consolidação da Democracia”. 

  

Por Carol Damasceno 

 

O Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (IMUNE- MT) em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG) promove nesta segunda-feira, 21 de setembro, a Aula Inaugural do Curso Gestão Democrática e Transparência nas Organizações e tem o objetivo de falar sobre o protagonismo das mulheres negras no campo político, a luta árdua pela defesa e garantia dos direitos, organizando as bases comunitárias e conduzindo processos de participação social. 

Com o tema “A Resistência Política das Mulheres Negras pela Consolidação da Democracia”, a Aula Inaugural terá início às 19:00 do horário de MT (às 20h no horário oficial de Brasília), com transmissão ao vivo pelo Youtube e pelas redes sociais do IMUNE MT e da ABONG. 

A expectativa é apresentar ao público um diálogo sobre as diversas formas de ação política pela defesa da democracia e a luta contra o racismo é central, tendo as mulheres negras como protagonistas e legítimas impulsionadoras das transformações sociais, de acordo com Jackeline Silva, Co-fundadora do IMUNE MT e Gestora de Projetos. 

As convidadas da Aula Inaugural são ativistas negras que atuam em organizações de âmbito nacional e internacional, são elas: Débora Rodrigues – Diretora da ABONG; Elisa de Araújo – Assessora de Advocacy na Conectas Direitos Humanos e analista de relações internacionais; Naiara Leite, Coordenadora de Comunicação do Instituto Odara e Coordenadora da AMNB – Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras. 

 

Serviço: 

Aula Inaugural “Resistência Política das Mulheres Negras pela Consolidação da Democracia” 

Data: 21/09/2020 

Horário: 19h de Mato Grosso (20h horário oficial de Brasília) 

Transmissão ao vivo pelo Youtube e Facebook 

Página do IMUNE MT: https://pt-br.facebook.com/imunemt 

Mais informações: imunematogrosso@gmail.com, cursosimunemt@gmail.com 

Carol Damasceno

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Cristiano Preza é reeleito ouvidor-geral da Defensoria Pública para o biênio 2021-2022

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Atual ouvidor-geral da DPMT foi reeleito hoje (dia 23) para mais um mandato de dois anos

Alexandre Guimarães

– Foto por: Bruno Cidade

Na manhã desta última sexta-feira (23), o atual ouvidor-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Cristiano Preza, foi reconduzido oficialmente ao cargo para o biênio 2021-2022, em votação realizada em reunião virtual do Conselho Superior.

“Acreditamos que os trabalhos realizados em campo e projetos criados, como Defenzap, Projeto Eu Reconheço, Ouvidoria Volante, Ouvidoria Itinerante, pesquisa de satisfação e novos canais de acesso foram fundamentais para aproximar a Defensoria da população mais vulnerável e da sociedade civil”, afirmou Preza.

Na reunião extraordinária do Conselho Superior da DPMT, efetuada virtualmente nesta sexta-feira, às 8h30, os conselheiros realizaram uma sabatina oral com o candidato único. Em seguida, por meio do voto aberto, direto, nominal e obrigatório, elegeram Preza para mais um mandato (biênio 2021-2022) de ouvidor-geral.

O ouvidor ressaltou a importância do prosseguimento do trabalho. “Temos em mente que o cargo é muito difícil de ser exercido. É muito difícil entender o funcionamento da Defensoria e com a continuidade na função podemos acelerar esses processos de mudanças que demos início em 2019, que teve muito avanços em prol dos mais vulneráveis”, disse.

A posse ocorrerá no dia 2 de janeiro de 2021, em horário e local ainda a serem definidos pela Defensoria Pública-Geral.

Projeto – Ainda durante a 21ª reunião do Conselho Superior, logo após ser reeleito para mais um mandato de dois anos, Preza apresentou seu plano de trabalho para o próximo biênio estruturado em cinco eixos:

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1) Conexão da Defensoria Pública com os movimentos sociais. “Algo que já fizemos. Imagino que este trabalho está concluído, mas que precisa ser consolidado”, pontuou.

2) Produção de dados. “Isso permite uma visão global e serve como um termômetro, cujo objetivo é colaborar com a gestão, identificando as falhas para aperfeiçoar esses dados”, elucidou Preza.

3) Impulsionamento de uma agenda normativa no Conselho Superior. Incluindo: a) aperfeiçoamento de alguns pontos necessários; b) orientação da Defensoria Pública em casos complexos; c) vários debates que têm que ser feitos, tutela coletiva, demandas sensíveis, cumprimento de sua finalidade etc.

4) Aproximação maior do interior com a capital. “O estado é muito grande, há diversos problemas geográficos e a realidade do interior não é a mesma da capital, possui dificuldades próprias por região”, declarou.

5) Fortalecimento das Ouvidorias Externas e do Conselho Nacional de Ouvidoria das Defensorias. “Somos 14 Ouvidorias Externas existentes nas Defensorias, faltam ser implantadas em mais 13 estados. Estamos contribuindo já na implantação da Ouvidoria nas Defensorias de Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina, que estão buscando o nosso modelo de atuação”, informou o ouvidor.

Presença – Participaram da reunião virtual os conselheiros Clodoaldo Queiroz, defensor público-geral, Rogério Borges Freitas, primeiro subdefensor público-geral, Gisele Chimatti Berna, segunda subdefensora pública-geral, Márcio Dorilêo, corregedor-geral, e os defensores públicos Érico da Silveira, Fernanda Cícero Sá França, Fernando Soubhia, Giovanna Santos, Kelly Cristina Monteiro e Silvio Jeferson de Santana.

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Atribuições – O ouvidor-geral tem a função de receber e acompanhar reclamações, denúncias, elogios ou sugestões que lhe forem dirigidas e encaminhá-las para a solução ao defensor público-geral; recomendar medidas para a correção de atos contrários à lei ou às regras da boa administração; garantir a todos quantos procurarem a Ouvidoria o retorno das providências adotadas a partir de sua intervenção.

O ouvidor também deve garantir a todos que o procurem o caráter de discrição e de fidelidade ao que lhe for transmitido; propor aprimoramentos na prestação de serviços administrativos, com base nas reclamações, denúncias e sugestões recebidas, para garantir que os problemas detectados não se repitam, entre outras coisas. As atribuições estão definidas na Resolução 23/2008, que instituiu a função no órgão.

Sociedade civil – No dia 15 de outubro, Preza já havia recebido 40 votos das entidades da sociedade civil, sendo reconduzido de forma unânime para mais um mandato de dois anos como ouvidor-geral da DPMT.

Segundo o ouvidor, os representantes da sociedade civil entenderam que era necessário ter um projeto único para a Ouvidoria nesse momento. “A nossa voz será a voz de todas as entidades da sociedade civil na Defensoria Pública”, destacou.

Clique aqui para saber mais.

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