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Com baixa oferta, preços da laranja e lima ácida tahiti seguem em alta

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Mesmo que a demanda não esteja tão aquecida, a oferta, no geral, está menor, e, com isso, os preços dos cítricos seguem em alta nesta semana. Como exemplo, no caso da laranja, os meses de seca acabaram reduzindo a qualidade das frutas que ainda estão nas árvores, fazendo com que elas não atinjam o padrão exigido pelo mercado e precisem ser redirecionadas às indústrias.  

Além desse fato, mais produtores têm priorizado os contratos com as processadoras. 

Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera teve alta de 2,01% na comparação com o da semana anterior, fechando em R$ 35,71/cx de 40,8 kg, na árvore. Já a rubi, por sua vez, está sendo comercializada à média de R$ 30,08/cx, com aumento de 0,84% na mesma comparação.

No caso da lima ácida tahiti, como as valorizações semanais têm sido mais expressivas, na parcial desta semana a tahiti teve média de R$ 30,38/cx de 27 kg, colhida, elevação de 45,32% em comparação com a da semana passada. Para a fruta, a previsão é de que os preços continuem subindo de semana a semana, uma vez que não há expectativa de recuperação da oferta no curto prazo. 

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Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIOS

Inicia neste mês em São Paulo primeira colheita de abóbora cabotiá sob nova regra de exportação para Argentina

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Começa neste mês, na região de Presidente Prudente, em São Paulo, a colheita da abóbora cabotiá que será exportada para a Argentina, pela nova regra firmada entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o país vizinho. 

A nova medida implica na alteração do processo de certificação dos produtos que agora passa a ser executado nas áreas de fronteira, onde atua a Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). Anteriormente, essas abóboras e outras cucurbitáceas (melão, pepino, melancia e etc) eram certificadas na propriedade rural durante a colheita. 

A alteração da regra está no plano de trabalho para exportação para a Argentina de cucurbitáceas produzidas no Brasil sob o Sistema de Mitigação de Risco (SMR) da mosca-sul-americana-das-cucurbitáceas, visto que no país vizinho essa mosca tem um status de importância quarentenária (praga, sem controle, que pode causar impactos econômicos significativos na produção). Com a medida, levantamentos fitossanitários devem ser feitos com uso de armadilhas que atraem os insetos.

Para que esses produtos possam entrar na Argentina, os serviços de defesa agropecuária responsáveis por alguns municípios de São Paulo, da Bahia, de Goiás, Minas Gerais, do Paraná e do Rio Grande do Sul devem alterar seus procedimentos operacionais e as medidas fitossanitárias com base no plano de trabalho. 

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Fonte: AgroPlus

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