Mulher

Ciclo de palestras virtuais aborda Violência Doméstica contra Mulher

Publicados

em

Ciclo de palestras virtuais aborda Violência Doméstica contra Mulher de 14 a 16 de outubro

Entre as palestrantes está a defensora pública que atua no Núcleo da Defensoria Pública de Mato Grosso, em Barra do Garças, Lindalva Ramos, que tratará da implantação da Lei Maria da Penha em juizados híbridos
Por Márcia Oliveira
Ilustração – Foto por: Divulgação

A Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica Contra a Mulher (Rede de Frente) e o Centro Universitário do Vale do Araguaia oferecem, gratuitamente à população, o I Ciclo de Palestras virtuais sobre Violência contra Mulher, que poderão ser assistidas pelo aplicativo Zoom, a partir das 20h, nos dias 14, 15 e 16 de outubro. A defensora pública que atua na Defesa da Mulher em Barra do Garças, Lindalva Fátima Ramos, integra o grupo de palestrantes.

Ao todo serão disponibilizadas oito palestras ministradas por profissionais que trabalham com as vítimas, os agressores ou que estudam o tema. As inscrições para participar do evento são gratuitas e podem ser feitas por este link do “Even3”. Os participantes que participarem, terão acesso ao certificado.

Leia Também:  Governo de Mato Grosso envia à Assembleia projeto que visa reduzir reincidência de crimes

A defensora pública que atua no Núcleo da Defensoria Pública de Mato Grosso em Barra do Garças, Lindalva Ramos, abordará o tema: Implantação da Lei Maria da Penha nos Juizados de Violência Doméstica Híbridos, na quinta-feira (15/10). Mas, o Ciclo começa amanhã (14/10) com os três temas abaixo.

O trabalho em Rede no Enfrentamento à Violência Doméstica Contra Mulher será abordado pela presidente da Rede de Frente, investigadora de polícia, Andrea Cristine Oliveira Costa Guirra. O tema Delegacia Especializada de Defesa da Mulher: Porta de Entrada a Rede de Atendimento, será explorado pela assistente social, Daiane Cristina Gomes Batista e o tema Formas de Violência Doméstica pela Perspectiva do Ciclo da Violência será trabalhado pelo juiz da Segunda Vara Criminal de Barra do Garças, Marcelo Souza Melo Bento Resende.

Para concluir o ciclo, no dia 16 de outubro, as palestras ficarão com o professor da UFMT, campus Araguaia, o sociólogo Luís Antonio Bitante Fernandes. Ele abordará Os Aspectos Culturais e Naturalização da Violência contra a Mulher: uma Análise pelo Gênero.

Leia Também:  Especialistas falam sobre câncer de mama em live nesta segunda-feira

Além dele, a psicóloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Ana Paula da Costa Fernandes trabalhará o perfil de homens autores de violência doméstica: a partir de uma análise sistêmica e a psicóloga e pedagoga que atua como psicóloga na delegacia da defesa da mulher, Denise da Silva Ney, traçará o perfil psicológico da mulher vítima de violência doméstica.

“O evento é todo gratuito e contará com a participação de profissionais que têm afinidade com o tema, que atendem vítimas ou agressores, ou que lidam com o assunto no campo da pesquisa. O ciclo poderá ser acompanhado por qualquer pessoa, do conforto do lar, ou de onde estiverem. Essa é uma oportunidade de conhecer sobre o tema ou se preparar para auxiliar quem precisa”, explica Lindalva.

COMENTE ABAIXO:
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mulher

Grupo de mulheres traz importantes assuntos, da política à saúde

Publicados

em

_Nesta quarta-feira (09.09) o tema discutido no grupo Mulheres da Grande Família será “Vulnerabilidade também é um valor psicológico”_

Por Beatriz Saturnino

Você já ouviu falar em fisioterapia pélvica, e que ela pode ser realizada em mulheres, homens e crianças, em qualquer faixa etária? O termo “bexiga caída”, por exemplo, ou a incontinência urinária, pode ser um caso para ser tratado com um profissional especialista no assunto. A fisioterapeuta pélvica especialista em uroginecologia, coloproctologia, sexualidade e uropediatria, Fernanda Massaro, uma das colaboradoras do projeto “Mulheres da Grande Família” relata a importância de conhecer, avaliar, prevenir e tratar os distúrbios funcionais da pelve humana.

A pelve humana nada mais é do que os ossos, articulações, músculos, fáscias e órgãos pélvicos, que são responsáveis pelas funções urinárias, fecal e sexual. E a fisioterapia pélvica proporciona o bem estar físico, higiênico e social do indivíduo.

Existe um certo desconhecimento sobre o assunto, que acaba sendo visto apenas para a sexualidade, por se tratar da pelve. No entanto, a fisioterapia pélvica ajuda no tratamento da área da obstetrícia, por exemplo, no acompanhamento em todo período gestacional, durante e pós parto, para evitar, como popularmente é falado, a bexiga caída, com a incontinência urinária.

Segundo Fernanda, a Fisioterapia promove uma conscientização da musculatura, deixando o assoalho pélvico, que tem a função de manter os órgãos no lugar certo, fortalecido para a hora do parto e após ele.

Leia Também:  Cuiabá enfrenta o Paraná nesta quarta-feira pela Série B 2020

Atende também a área da uroginecologia, no tratamento das disfunções miccionais e do assoalho pélvico. Outro campo é o da coloproctologia, onde atua nos distúrbios de incontinência fecal e constipação, basicamente.

 

E claro, trata da sexualidade, onde a fisioterapia é indicada a pacientes com disfunção sexual, que é a incapacidade de participar da relação sexual com satisfação, ocasionada por falta, excesso, desconforto ou dor na expressão e no desenvolvimento da resposta sexual normal, por fatores psicossociais, físicos e familiares. A fisioterapia pélvica vai trazer um aumento da força muscular, coordenação, melhora do tônus local e da sensibilidade.

“Nosso trabalho vem trazendo grandes resultados na vida de pouco mais de 140 mulheres, que hoje já participam do grupo. Toda quarta-feira trazemos um assunto importante que ajuda a todas na troca de conhecimento, experiências e na elevação da alto-estima”, destaca Leonora Sodré, idealizadora do projeto Mulheres da Grande Família e esposa do vereador Luis Claudio.

*A história da mulher na política*

Dentre várias temáticas abordadas pelo grupo “Mulheres da Grande Família”, a colaboradora Emanuelle Menezes, que é historiadora, formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, e especialista em ensino de História, trouxe como tema a “Política – Empatia, Tolerância e Empoderamento Feminino”.

Emanuelle fez uma viagem no tempo, apresentando mulheres como a princesa Diana, plebeia, casada com um príncipe, reconhecida pelo mundo por suas grandes obras sociais. Cristina Junqueira, co-fundadora da Nubank, que recentemente estampou a capa da Vogue grávida, para demonstrar o poder feminino.

Leia Também:  Produtores de Primavera do Leste entram em recuperação judicial

Também falou de Oprah Winfrey, que criou um império midiático, com a representatividade da cor negra, reinando por décadas em um programa de TV norte americano, reconhecida também por grandes atos de caridade.

“E uma das minhas preferidas e que mais me inspira, Michelle Obama. Mulher preta, primeira dama norte americana no governo Obama, primeira preta a ser primeira dama, fez uma política humanitária, empoderada. Ensinou aos seus funcionários dentro da Casa Branca a igualdade e o respeito. Deu exemplo ao povo que política é a ciência da organização, direção e administração”, destaca a historiadora.

Ela explica que dentro da sociedade a exigência para com a mulher é imensa, em que dentro de uma comunidade deve desempenhar diversos papéis, como: filha, mulher, mãe, profissional, líder, dentre tantos outros. Também que a sociedade exige que o desempenho das mulheres seja impecável, sem falhas.

A historiadora define que a mulher empoderada é aquela que possui a capacidade de gerar mudanças no meio que vive e, por meio disso, evoluir e se desenvolver.

Nesta quarta-feira (09.09), o tema que será discutido no grupo Mulheres da Grande Família será “Vulnerabilidade também é um valor psicológico”.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA