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China convoca embaixador dos EUA por visita de Nancy Pelosi a Taiwan

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Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, chega a Taiwan
Divulgação/Nancy Pelosi

Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, chega a Taiwan

O Ministério das Relações Exteriores da China convocou durante a madrugada já da quarta-feira (3) (terça-feira no horário de Brasília) o embaixador dos Estados Unidos em Pequim, Nicholas Burns, para exprimir “uma forte oposição e uma firme condenação” contra a  visita da presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, a Taiwan.

O vice-ministro da pasta, Xie Feng, afirmou que a ida “é uma grave provocação” e uma “violação do princípio da China Única”.

Ainda conforme o representante, “o governo de Washington deveria frear a ação sem escrúpulos de Pelosi e impedi-la de ir contra a tendência histórica, mas ao invés disso, apoiou e colaborou com ela, o que agrava a tensão no estreito de Taiwan e danifica gravemente as ligações China-EUA”. 

Visita de Nancy Pelosi

A presidente da  Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, chegou nesta terça-feira em Taipé, na primeira visita de um integrante dos altos escalões políticos americanos à ilha desde 1997, e que deve acirrar as já tensas relações entre Pequim e Washington.

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A viagem foi mantida em sigilo por semanas, e apesar das promessas da Casa Branca de que tudo transcorrerá “em segurança”, o presidente chinês, Xi Jinping, alertou os EUA para que “não brinquem com fogo”, se referindo a Taiwan.


Por volta das 22h40, pelo horário local, 11h40 pelo horário de Brasília, o Boeing C-40C, da Força Aérea dos EUA, pousou no aeroporto de Songshan, nos arredores de Taipé, vindo de Kuala Lumpur, na Malásia.

A rota usada foi pouco usual, como mostrou o site de monitoramento FR24: a aeronave contornou as Filipinas, e não passou pelo Mar do Sul da China, área onde Pequim tem disputas territoriais com os vizinhos e mantém presença militar ostensiva. Antes da chegada, uma mensagem de boas vindas foi projetada no arranha-céu Taipei 101, de 438 metros de altura.

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Fonte: IG Mundo

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Países ocidentais prometem 1,5 bi de euros em auxílio à Ucrânia

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Países ocidentais se comprometeram nesta quinta-feira (11) a oferecer mais de 1,5 bilhão de euros em dinheiro, equipamentos e treinamento para aumentar as capacidades militares da Ucrânia, que está em guerra contra a Rússia. A informação é do ministro da Defesa da Dinamarca, Morten Bodskov. 

O dinheiro, que foi prometido por um grupo de 26 países em uma conferência em Copenhague, será utilizado para fornecer armamentos, mísseis e munições existentes, para aumentar a produção de armas para a Ucrânia, treinar soldados ucranianos, e retirar minas terrestres de regiões do país destruídas pela guerra. 

“Vamos continuar a auxiliar a Ucrânia em suas necessidades militares”, disse Bodskov a jornalistas no final da conferência que reuniu ministros da área de Defesa da Europa para discutir apoio de longo prazo para a defesa ucraniana contra a invasão russa. 

Os ministros da Defesa de Polônia, Eslováquia e República Tcheca sinalizaram disposição para expandir as produções de sistemas de artilharia, munição e outros equipamentos militares para a Ucrânia, afirmou Bodskov. 

O Reino Unido, que já doou sistemas avançados de armas à Ucrânia e ofereceu milhares de suas tropas em treinamentos militares, prometeu na quinta-feira uma verba adicional de 300 milhões de euros em sistemas de lançamentos de foguetes múltiplos e mísseis guiados M31A1, que podem atingir alvos a até 80 quilômetros de distância. 

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“O presidente Putin apostava que em agosto nós estaríamos cansados do conflito e a comunidade internacional teria se espalhado em direções diferentes. Bem, hoje provamos o oposto”, disse o secretário de Defesa do Reino Unido, Ben Wallace. 

Fonte: EBC Internacional

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