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Chamado de quadrilheiro e lider do “PCC”, Wallace Guimarães volta ao MDB para apoiar Kalil Baracat e José Hazama

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O ex-prefeito de Várzea Grande, foi cassado em 2015 por conta de gastos ilícitos nas eleições, em 2012. E estava filiado ao Partido Verde até poucos dias, antes das convenções municipais, onde também teve sua pré-candidatura cassada pelos filiados do Partido, que rejeitou uma possível candidatura a prefeito de VG. Agora, Wallace embarca no mesmo grupo que o tirou da prefeitura, em 2015.
A informação foi dada pelo próprio Wallace nas suas redes sociais, nesta segunda-feira (21.09). Ele que teve o mandato de prefeito cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), a pedido da oposição, feito pelo então na época, ex-senador Jayme Campos, e que gritava em alto bom som para toda população mato-grossense, que Wallace havia instalado um grupo de saqueadores e bandidos, o qual se referia por várias vezes, ao ex-prefeito, e que ele fazia parte do Primeiro Comando da Capital (PCC), elementos que são ligados ao tráfico de drogas e assassinatos no Estado e pelo Brasil.
Wallace retorna ao MDB para apoiar Kalil Baracat e José Hazama, vice-prefeito de Lucimar Campos e que agora compõe a chapa, novamente no mesmo cargo, de vice-prefeito de Kalil Baracat. Wallace Guimarães aparece nas pesquisas com pouco mais de 3,2% e com uma rejeição de mais de 70%, conforme várias pesquisas realizadas e divulgadas para as eleições municipais deste ano, marcadas para os dias 15 e 29 de novembro, por conta da pandemia do COVID-19.

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Fux mantém condenação de Jayme Campos por conceder ilegalmente pensão de 10 salários mínimos a ex-vereador da base quando prefeito

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O Senador Jayme Campos (DEM), teve mais uma vez nesta terça-feira (20.10), seu recurso negado pelo Supremo Tribunal Federal (TSE), no caso que envolve seu nome ao conceder ilegalmente uma pensão no valor de 10 salários mínimo ao ex-vereador João Simão de Arruda, na época em que era prefeito de Várzea Grande.

A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Estadual (MP-MT) em 2001, quando Jayme era prefeito, e o ex-vereador João Simão, empresário e servidor aposentado da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Na denúncia, o MP-MT afirma que Jayme instituiu ilegalmente por meio de lei, o pagamento ao então vereador que era da base de sustentação da administração municipal. A denúncia afirma também que o policial federal na época já recebia a quantia de R$ 6000 da PRF, por conta de sua aposentadoria.
A negativa foi assinada pelo ministro Luiz Fux, alegando na sua decisão que para conceder o pedido de suspensão para o senador Jayme Campos, teria que analisar a constituição Estadual, onde neste caso o recurso extraordinário impede esta observação pois afronta o texto constitucional.

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Para ser reexaminado este tipo de recurso caberia outro, e devido a urgência não poderia ser analisado conforme pedido.
“Quanto à insurgência de Jayme Veríssimo de Campos, verifica-se que, para ultrapassar o entendimento do Tribunal de origem, seria necessário analisar a causa à luz da interpretação dada à legislação infraconstitucional pertinente e reexaminar os fatos e as provas dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário, pois a afronta ao texto constitucional, se houvesse, seria indireta ou reflexa e a Súmula 279 desta Corte impede o reexame de provas”, decidiu o ministro.
O valor da condenação, imposta pelo Tribunal de Justiça em 2009, é de 5 vezes o valor mensal do salário de Jayme Campos, quando na época, era prefeito,o valor será corrigido para os dias atuais,desde 1º de fevereiro de 2020, o salário mínimo é de R$ 1.045,00 (mil e quarenta e cinco reais).

 

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