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Celso de Mello autoriza abertura de inquérito pedido por Augusto Aras para investigar Jair Bolsonaro

imInInterferencia politica na Polícia Federal

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O ministro do Supremo Tribunal Federal, (STF) Celso de Mello, acaba de autorizar na noite desta segunda- feira 28,  a abertura do inquérito pedido por Augusto Aras para investigar se Jair Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal ( PF), conforme declarado pelo ministro da justiça  Sérgio Moro momento antes de pedir exoneração do cargo..

Para o decano “Embora irrecusável a posição de grande eminência do Presidente da República, impõe-se reconhecer a possibilidade de responsabilizá-lo, penal e politicamente, pelos atos ilícitos que eventualmente tenha praticado”.

O pedido  foi feito depois que Moro disse em.coletiva que “O presidente  disse que queria ter uma pessoa do contato pessoal dele, que ele pudesse colher informações, relatórios de inteligência, seja diretor, superintendente, e realmente não é o papel da Polícia Federal prestar esse tipo de informação. As investigações têm de ser preservadas. Imagina se na Lava Jato, um ministro ou então a presidente Dilma ou o ex-presidente (Lula) ficassem ligando para o superintendente em Curitiba para colher informações”, disse Moro, ao comentar as pressões de Bolsonaro para a troca no comando da PF.

Leia Também:  Sérgio Moro deve depor neste sábado na sede da PF

Veja na íntegra  o pedido:👇

Pet 8802-DF

Veja mais :👇

Celso de Mello abre inquérito para investigar acusações de Moro contra Bolsonaro

 

 

 

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Ministro Barroso diz que quem vai bater o martelo sobre a realização das eleições municipais em 2020 serão os sanitaristas

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O ministro Luís Roberto Barroso do Supremo TribunalFederal (STF) assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira 25, e em seguida afirmou quem vai bater o martelo sobre a realização das eleições municipais em 2020 serão os sanitaristas.

Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Barroso diz que a decisão a respeito do tema deve ser tomada no final da primeira quinzena de junho, em conjunto com o Congresso, mas ele não cogita adiar as eleições em um primeiro momento, e nem coloca a prorrogação dos mandatos atuais em debate.

Segundo o ministro “A prorrogação de mandato é antidemocrática em si, porque os prefeitos e vereadores que lá estão, foram eleitos por um período de quatro anos. Faz parte do rito da democracia a realização de eleições periódicas e o eleitor ter a possibilidade de reconduzir ou não seus candidatos”, diz,.

Ressaltou  que uma eventual prorrogação de mandatos não encontra respaldo na Constituição, mas que poderia ser excepcionalmente autorizada por meio de emenda aprovada pelo Congresso Nacional.

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