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Carreta perde freio mata três na Serra do Paraná

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Nao é verdade que o acidente ocorreu na serra de São Vicente no MT.

JB NEws

Da Redação

Um grave acidente aconteceu por volta das 17h00min horas da tarde desta quarta-feira 22, na Serra da Esperança região de Paraná (PR) matando três pessoas que trafegavam na BR 277.

Muitas pessoas estão divulgando o video nas redes sociais informando erroneamente  que o local do acidente foi na  Serra de São Vicente em MT na região de Rondonópolis na BR 364 nesta quinta-feira 23.

Mas o JB News apurou as informações e afirma que o ocorrido não foi em MT e sim no Paraná na Serra da Esperança na BR 277 ontem quarta-feira 22.

 

Veja O Vídeo aqui:

O Motorista ainda narra que se a carreta tivesse descido mais a BR muitas pessoas teriam perdido a vida.

As informações ainda preliminares de que o motorista de uma carreta que ainda não foi identificado perdeu o freio na decida da serra arrastando e passando por cima de tudo que vinha pela frente até descer o barranco.
Dois automóveis de passeios que vinham em sentido contrariam ficaram totalmente destruídos, todas as pessoas que estavam dentro tiveram suas vidas ceifadas, ainda não se sabe os nomes das vitimas.

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O instituto Médico Legal (IML), a Policia Rodoviária, e Corpo de Bombeiros foram acionados, estão a caminho do acidente.
Na imagem o motorista de outra carreta que trafegava pela BR, narra e filma o momento de agonia ainda de uma das vitimas.
Segundo o motorista, além da morte do motorista da carreta, outras cinco pessoas de outros dois carros morreram.

“O Bi trem desceu em alta velocidade, sem freio e sem controle, causando o grande estrago”. Diz, as vitimas ainda se encontram no local.
Mais informações em instantes

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Cinco ministros votam pela constitucionalidade de lei que criou Gaeco

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Um pedido de vista do ministro Ricardo Lewandowski, nesta quarta-feira (19), no Supremo Tribunal Federal (STF), interrompeu o julgamento de duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 2838 e 4624, que tratam da criação do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) por leis dos estados de Mato Grosso e Tocantins, respectivamente. Porém, cinco ministros já votaram pela constitucionalidade da lei de Mato Grosso. Os Gaecos atuam de forma cooperativa nas investigações criminais com integrantes do Ministério Público e das Polícias Civil e Militar.

Até o momento votaram o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux, que o acompanharam pela improcedência das ações e a constitucionalidade da lei estadual de Mato Grosso, sendo que a de Tocantins fora revogada, o que levou a perda de objeto da ação.

As duas ações foram ajuizadas pelo Partido Social Liberal (PSL). No caso de Mato Grosso, a ADI 2838 atacou diversos dispositivos da Lei Complementar nº 119/2002 e da Lei Complementar nº 27/1993 (Lei Orgânica do Ministério Público do Mato Grosso). Quanto à norma de Tocantins, a ADI 4624 questionou a Lei Complementar estadual nº 72/2011.

COOPERAÇÃO: O ministro Alexandre de Moraes (relator) afastou um a um os argumentos do PSL que defendia a inconstitucionalidade das normas. Para o relator, não há subordinação hierárquica entre servidores da polícia civil ou militar e membros do Ministério Público na composição do Gaeco. O que há, segundo ele, é uma cooperação para uma a atuação investigatória de membros do Ministério Público em parceria com órgãos policiais para o combate à corrupção e ao crime organizado.

Em sua avaliação, é constitucional sim que leis estaduais criem esses grupos e disse que hoje os 26 estados e o Distrito Federal adotam essa forma de cooperação, que corresponde às chamadas forças tarefas. Alexandre de Moraes destacou que os Gaecos são instituídos por lei para reforçar as formas de combate à criminalidade e os vínculos entre Ministério Público e poder Executivo na área da persecução penal. “O que se fez foi uma regulamentação legal do que em outros estados se faz por convênios.

Acrescentou que não há inconstitucionalidade por duplo vinculo funcional de um policial por exemplo integrar o Gaeco sendo coordenado por um promotor de Justiça, ou seja, cada um se mantém vinculado a seu órgão de origem, não havendo ofensa ao princípio do promotor natural ou à autonomia do Ministério Público. “O vínculo é com cada corporação e o que há é uma coordenação subordinada, uma cooperação”, explicou.

SUSTENTAÇÃO ORAL: Na quinta-feira (13/02), o promotor de Justiça e assessor do corregedor-geral do MPMT, Wesley Sanches Lacerda, realizou sustentação oral, no plenário do STF, em defesa da lei que criou o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

Por cerca de 15 minutos, o integrante do MPMT, na qualidade de “amicus curiae”, terceiro que ingressa no processo para fornecer subsídios ao órgão jurisdicional para o julgamento de uma determina causa, rebateu os questionamentos apresentados na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN – 2838) proposta em 2003 pelo Partido Social Liberal (PSL).

(Com AR/CR – STF)

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