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Para Botelho projeto que põe fim ao voto secreto na ALMT já nasce morto

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O voto secreto é uma arma que tem  os deputados para apreciar os projetos livres das pressões

JB News

Da Redação

O deputado Estadual Wilson Santos do PSDB-MT, irá apresentar ainda esta semana, uma proposta de um projeto de lei que põe fim ao voto secreto no parlamento estadual, após a última votação polêmica da PLC 36 na semana passada.

A PLC 36 revogava a cobrança de 14% dos aposentados e pensionistas em MT, que gerou dúvidas no eleitorado e principalmente no setor público que viu a manutenção do veto como uma afronta a classe, e que está gerando um grande debate interno, em quem “traiu” a categoria, que segundo fontes pressionam os deputados por tal atitude.

Por 13 votos foi mantido o veto do governo na PLC 36, os deputados de oposição dizem que também votaram a favor da derrubada do veto, outros 11 também afirmam ter votado para a derrubada, e nenhum deles quer assumir oque chamam da “possível traição ao setor público”.

Diante do tal fato o deputado Wilson Santos disse que vai apresentar um projeto de lei que colocaria fim ao voto secreto na casa, para evitar duvidas da população quanto aos votos dos parlamentares em matérias tanto social quanto econômicas.

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Para o presidente da Assembleia Legislativa deputado Eduardo Botelho (DEM), esse projeto já está fadado ao fracasso e não passará, ou seja, não será aprovado pelos parlamentares, que segundo Botelho é uma arma que tem os parlamentares, e usam para não serem coagidos tanto pelo governo quanto pelos seus pares, até mesmo pela população diante de possíveis matérias polemicas a serem votadas no parlamento.

“Eu vejo esse projeto como um projeto Sem futuro, por que o veto ele é uma oportunidade para o deputado expressar suas vontades livres das pressões, inclusive para derrubada de veto do governo. Então esse projeto foi visto com o intuito de dar força da minoria, de dar força a minoria, uma vez que muitas as vezes tem oposição tem poucos votos dentro do parlamento, e conseguem derrubar veto, se não fosse voto secreto muitas vezes não derrubaria”. Disse o presidente.

Reforçou também que os votos no caso de derrubada de vetos, contas de governo e contras de poderes devem ser secretos.

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O presidente também reforçou que é impossível saber quem votou ou não na manutenção da PLC 36, e que todos os votos secretos, são totalmente secretos, impossíveis de serem identificados.

Garantiu também que irá buscar soluções a discussão sobre os descontos dos aposentados.

Na semana passada, após uma pressão popular nas redes sociais, depois da votação contra os aposentados, o presidente veio a público, onde gravou um vídeo informando a criação de uma comissão parlamentar para debater junto a equipe econômica do governo, a possibilidade da retirada do desconto de 14% dos descontos no salário dos aposentados, ou no mínimo reduzir o valor deste desconto.

Ouça o áudio completo da entrevista:👇

 

 

 

 

 

 

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Fávaro assina requerimento por CPI ampla para apurar irregularidades na pandemia

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Por Glaucio Nogueira

O senador Carlos Fávaro (PSD-MT) assinou o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa apurar irregularidades cometidas por gestores públicos no âmbito do estado de calamidade gerado pela pandemia da Covid-19. O pedido para a instalação da investigação foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e já conta com o número mínimo de assinaturas para ser instalada.

Ao apoiar a CPI, Fávaro destaca que embora entenda não ser este o melhor momento para a instalação de uma Comissão, ela precisa ser séria e técnica. “Sempre disse que o momento era para buscarmos salvar vidas. Uma vez que a CPI é inevitável neste momento, sobretudo por conta de uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso, que ela apure então todas as suspeitas de improbidade nas três esferas, federal, estadual e municipal”.

A decisão citada por Fávaro foi proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana e determinava a instalação imediata de uma CPI para apurar eventuais omissões do Governo Federal. “Havia um grande risco de que esta CPI se tornasse um palanque, visando as eleições de 2022. Com a ampliação do escopo da apuração, vamos ter a oportunidade de um trabalho sério, técnico, pautado apenas e tão somente na busca por informações destes casos suspeitos”, pontua o senador mato-grossense.

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No requerimento apresentado, Girão ressalta que até dezembro do ano passado, ao menos 61 operações foram deflagradas pela Polícia Federal para apurar supostos crimes contra a administração pública cometidos com o intuito de desviar recursos públicos destinados ao combate à pandemia. Neste período, foram emitidos mais de mil mandados de busca e apreensão e 144 de prisão. No total, o valor dos contratos investigados é de quase R$ 2 bilhões.

Veja aqui :👇

CPI COVID ampla (1)

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