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Bancada Federal de MT reúnem-se nesta sexta-feira em Cuiabá para debater sucessão na presidência da Câmara

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A bancada federal Mato Grosso reúnem-se nesta sexta-feira 08, para debater o apoio à nova mesa diretora da Câmara Federal que será eleita no próximo dia 01 de fevereiro deste ano.

Tratando sobre o tema e, a convite do líder da bancada deputado Neri Geller (PP), os federais de Mato Grosso estarão reunidos  no Hotel Delmond, em Cuiabá, com o presidente nacional do Partido Progressista que também é candidato ao cargo, deputado Arthur Lira.

A eleição da presidência da Câmara Federal tem norteado as agendas políticas e movimentado os partidos de base e oposição ao Governo Bolsonaro.

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Justiça pede bloqueio de R$ 29,8 milhões de Sergio Ricardo, Mauro Savi mais 4 por fraudes

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Da Redação

A saga e o inferno astral do conselheiro afastado do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Sérgio Ricardo de Almeida para provar sua inocência nos crimes de fraudes e corrupção, o qual seu nome vem sendo envolvido, a cada dia piora mais.
Após receber o aval do Superior tribunal de Justiça (STJ), para voltar ao cargo de Conselheiro no TCE-MT, Sérgio Ricardo precisa provar que não comprou a vaga na cadeira de conselheiro no tribunal, enquanto isso outros processos que envolvem o seu nome em suposto crime por fraudes e corrupção, quando ainda era deputado estadual atormentam e lhe tira o sono.

Dessa vez, o Juiz Bruno D´Oliveira Marques, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), determinou o bloqueio de mais de R$ 29 milhões de reais em bens dos ex-deputados estadual Mauro Savi, Sergio Ricardo de Almeida, do ex-secretário da Assembleia Legislativa de MT (ALMT), Luiz Márcio Pommt. O bloqueio também atingiu os bens dos empresários, Jorge Luiz Martins Defanti, Adair Noragrol e João Dorileo Leal.

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A decisão foi proferida nesta quarta-feira (03.03), que segundo a denúncia, os réus participaram de esquemas de fraudes nas licitações na casa de leis estadual conforme delatado pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva.
Segundo Riva, os materiais gráficos foram comprados e nunca foram entregues para a Assembleia, somente emitiam notas frias.
O ministério público de Mato Grosso (MPE-MT) alega que durante as investigações “comprovou-se que o referido pregão não passou de um subterfúgio para apropriação de receita pública pelos operadores do esquema na ALMT (Jose Geraldo Riva,, Mauro Savi, Sérgio Ricardo de Almeida, e Luiz Márcio Pommot). Cada um deles, em suas diferentes funções, agiram cientes de que o referido Pregão Presencial objetivava o desvio de recursos públicos para pagamento de propina aos deputados estaduais nas suas mais variadas formas, como mensalinho, financiamento de companhas eleitorais, compra de votos para eleições da mesa diretora”.
No seu depoimento o ex-deputado estadual José Geraldo Riva, afirma que as licitações para a aquisição de materiais gráficos eram realizadas com o intuito de desviar recursos públicos para pagar o denominado mensalinho a parlamentares, financiar companhas eleitorais e comprar de votos para eleições da mesa diretora.

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Veja parte da decisão:👇

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