POLITICA
Balbinotti visita deputados, anuncia articulação política para disputar governo de MT em 2026 e vai a Brasília buscar apoio de Bolsonaro
JB News
Da Redação
O empresário do agronegócio Odílio Balbinotti Filho confirmou nesta quarta-feira,13, em entrevista a imprensa, sua intenção de disputar o governo de Mato Grosso nas eleições de 2026.
Apesar de ainda não ter formalizado sua filiação a um partido, Balbinotti mantém uma estreita relação com o Partido Liberal (PL), sigla ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, e tem sido apontado como um possível nome forte na disputa pelo governo.
A candidatura de Fagundes também é frequentemente mencionada nas discussões sobre a eleição de 2026, com ambos os nomes representando a cidade de Rondonópolis como um possível reduto eleitoral.
A disputa interna dentro do PL pode intensificar as tensões pela liderança do partido no Estado.
Balbinotti revelou que está em conversações para se filiar ao PL, mas deixou claro que ainda não chegou o momento de formalizar sua filiação.
Ele anunciou também uma reunião futura com Jair Bolsonaro para discutir sua candidatura, ressaltando que a decisão dependerá do apoio do ex-presidente, considerado seu “grande líder”.
O empresário também observou que o crescimento de candidaturas de direita, especialmente após as recentes vitórias do PL nas eleições municipais, o motivou a considerar seriamente a entrada na política.
Sobre uma possível disputa interna com Fagundes, Balbinotti optou por não polemizar, enfatizando que mais candidatos são benéficos para o Estado.
A situação política no PL permanece fluida, com algumas declarações, como a de Abílio Brunini (PL), prefeito eleito de Cuiabá, que sugeriu uma aliança entre Balbinotti e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), gerando desconforto dentro do partido, que considera a situação precipitada.
POLITICA
“Servidores têm direito à reposição”, diz Presidente da AL sobre impasse da RGA em MT
Ana Paula Figueiredo
Projeto ainda não chegou à Assembleia Legislativa; presidente da Casa defende diálogo entre governo e funcionalismo diante de reivindicação de 19,52%
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (PSB), afirmou nesta terça-feira (13) que o projeto de lei que trata da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores estaduais ainda não foi protocolado no parlamento. Segundo o parlamentar, a proposta deve ser recebida ao longo do dia para que os deputados iniciem a análise e o debate sobre o tema.
Ao comentar a sinalização do governador Mauro Mendes (União) de conceder apenas o índice da inflação oficial (IPCA), Max Russi destacou a legitimidade da reivindicação dos servidores. “Eu acho que toda cobrança é legítima, a gente tem que atender, escutar, ver como é que pode estar trabalhando. Se tem trabalhado esse percentual, é lógico que de uma vez o Estado não tem condição”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de pagamento integral do percentual acumulado de 19,52%, o presidente da Assembleia reconheceu as limitações financeiras do Estado, mas reforçou a importância do diálogo entre Legislativo, Executivo e funcionalismo público. “O debate está aberto, é o momento desse debate acontecer e vamos discutir e trabalhar para ver como podemos votar na sessão de amanhã esse encaminhamento feito pelo Executivo, que vai atender nossos servidores para que tenham a reposição ainda no mês de janeiro”, completou.
A declaração ocorre em meio à mobilização dos servidores estaduais, que não descartam a deflagração de greve caso o governo não abra negociação para quitar o passivo acumulado da RGA. A pressão acontece às vésperas da votação da revisão salarial para 2026, prevista para esta quarta-feira (14), na Assembleia Legislativa.
Até o momento, o Palácio Paiaguás não encaminhou oficialmente o projeto da RGA aos deputados. A expectativa é de que o percentual proposto seja o da inflação oficial medida pelo IPCA, que fechou 2025 em 4,26%, abaixo do índice previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, de 4,56%.
Segundo dados do Dieese, entre 2017 e 2025, a inflação acumulada foi de 57,18% pelo INPC e de 58,03% pelo IPCA, enquanto os reajustes concedidos aos servidores estaduais no período somaram apenas 32,22%, reforçando a reivindicação do funcionalismo por reposição integral.
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