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Ataque a prisão: Ucrânia e Rússia trocam acusações sobre bombardeio

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Ataque a prisão ucraniana deixa dezenas de prisioneiros mortos
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Ataque a prisão ucraniana deixa dezenas de prisioneiros mortos

A Ucrânia e a Rússia trocaram diversas acusações nesta sexta-feira (29) pelo bombardeio a uma prisão na região separatista de Donetsk, no Donbass, que deixou dezenas de prisioneiros de guerra ucranianos mortos, entre eles membros do Batalhão Azov, capturados após meses de batalha em Mariupol.

“A Rússia cometeu outro crime de guerra horrendo ao bombardear uma prisão na região ocupada de Olenivka, onde mantinha prisioneiros de guerra ucranianos”, denunciou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, no Twitter.

De acordo com as autoridades ucranianas, o ataque foi cometido na tentativa de destruir evidências de tortura e assassinato.

Por sua vez, o Ministério da Defesa da Rússia, citado pela agência de notícias Interfax, fala de um ataque realizado por forças ucranianas, que deixou ao menos 40 presos mortos e outros 75 feridos.

A Rússia alegou que a “provocação sangrenta do regime de Kiev” tem como objetivo impedir as tropas ucranianas de se renderem e enfatizou que “esta provocação hedionda foi realizada para intimidar os militares ucranianos”.

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“De acordo com as informações disponíveis, o lado ucraniano disparou sobre a prisão onde estão detidos os membros do Batalhão Azov, usando projéteis americanos do sistema Himars”, divulgou o Comitê de Investigação Russo.

Os ucranianos, no entanto, negam a circunstância e falam de uma ação realizada pela Rússia “para colocar a culpa na Ucrânia”. “Uma operação clássica, cínica e elaborada conduzida sob uma bandeira falsa”, diz nota do Estado Maior ucraniano.

Segundo o conselheiro do presidente Volodymyr Zelensky, Mykhailo Podolyak, “o atentado foi planejado para culpar a Ucrânia”.

“Sabemos que os russos transferiram parte dos defensores ucranianos para este quartel há poucos dias, antes do bombardeio. O objetivo é desacreditar a Ucrânia aos olhos de seus parceiros e interromper o fornecimento de armas. Mas este é um massacre deliberado, cínico e calculado de prisioneiros ucranianos, que requer uma investigação cuidadosa”, explicou Podolyak, pedindo “uma reação da ONU e das organizações internacionais”.

Já o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, definiu o bombardeio como um “crime de guerra russo deliberado” que causou “mais de 50 mortes”.

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“Hoje recebi informações sobre o ataque dos ocupantes em Olenivka, na região de Donetsk. É um crime de guerra russo deliberado, um assassinato em massa deliberado de prisioneiros de guerra ucranianos. Mais de 50 mortos”, disse ele em sua mensagem diária.

Ataques

Hoje, o governador da região de Kiev também acusou as forças russas de matar quatro pessoas e deixar outras sete feridas em um ataque contra um ponto de ônibus, em uma cidade no sul da Ucrânia.

Além disso, as autoridades locais denunciam que forças russas bombardearam o centro de Kharkiv, atingindo um prédio de dois andares e uma escola.

“O serviço de emergência do estado está trabalhando para limpar os escombros e procurar pessoas presas. Atualmente não há relatos de mortes ou feridos ou mortos”, disse o prefeito Ihor Terekhov.

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Fonte: IG Mundo

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Incêndio em igreja mata 41 pessoas e deixa outras 55 feridas no Egito

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Igreja copta de Abu Sifine, no Cairo
Reprodução/twitter – 14.08.2022

Igreja copta de Abu Sifine, no Cairo

Um incêndio na igreja copta de Abu Sifine, no Cairo, capital do Egito, matou 41 pessoas e deixou outras 55 feridas neste domingo (14), informam as autoridades eclesiásticas locais.

Diversas pessoas apresentaram ferimentos graves e foram levadas a hospitais da cidade e também de Al Agouza. Assim que houve o incidente no bairro de Imbaba, a região do Cairo foi colocada em alerta pelo temor de ser alguma ataque terrorista.

Mas, o Ministério do Interior informou à agência de notícias Mena que, após uma análise inicial, a causa do incêndio foi uma falha elétrica em um dos aparelhos de ar condicionada da estrutura.

Mesmo assim, o procurador-geral do Egito, Hamada al-Sawi, ordenou a criação de uma força-tarefa para investigar a situação. O grupo já analisou a estrutura e está entrevistando os sobreviventes.

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