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Assistência Social e DAE atendem família no Jardim Imperador com caminhão-pipa

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Além do acolhimento emergencial, ela passará por um diagnóstico para melhor amparo daqui para frente

A secretaria municipal de Assistência Social de Várzea Grande e o Departamento de Água e Esgoto (DAE-VG) atenderam uma família que tem como membro uma criança de sete anos com deficiência no bairro Jardim Imperador.

Conforme o secretário de Assistência Social, Gustavo Duarte, a família recebeu um caminhão-pipa com água, cesta básica e foi feito um diagnóstico para futuros atendimentos por meio da Secretaria.

“Aqui é uma situação emergencial, pela qual nos unimos com DAE nessa ação. Toda pefeitura está empenhada em atender a nossa população da melhor forma possível. Infelizmente, passamos por um momento difícil na questão da água, com toda população sendo vítima de um crime, porém, vamos superar”, crê Gustavo.

Avó paterna da criança, Dandrea Landolfe Brandão, conta que Eloisa Hadassa (7 anos), sofre com Epilepsia de Difícil Controle e Alergia de Qualquer Cheiro. “Fui muito bem atendida pela prefeitura e entenderam a necessidade, aqui é um hospital para ela, pois é home care. Venho agradecer a prefeita e o secretário Gustavo por nos atender tão bem”, disse Dandrea.

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O diretor-presidente do DAE, Sandro Azambuja, relatou que casos emergenciais como esses são recebidos diariamente e que devem ser atendidos com urgência. “Estamos fazendo o possível para atender o máximo de pedidos da população várzea-grandense, enquanto estamos fazendo ainda manutenção no sistema de abastecimento. Em casos, como esse de home care, há sempre uma atenção maior”, relata Sandro.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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