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Alcolumbre escolhe relator do processo de cassação de Selma, e colegiado se reúnem dia 03 de março

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JB News

Da Redação

Alcolumbre escolhe relator do processo de Selma e colegiado se reúnem dia 03 de março

A mesa Diretora do Senado Federal reuniu nesta quarta-feira 12, e escolheu o senador Carlos Eduardo Torres Gomes do MDB, líder do governo no congresso, como relator do processo de cassação da senadora Selma Arruda (PODEMOS).

Foto:senador  Eduardo Gomes (MDB)

 

A escolha foi feita pelo presidente da casa, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).

O senador Eduardo Gomes disse em entrevista logo após a sua escolha que deve receber a defesa de Selma Arruda já na próxima semana, a reunião do colegiado para analise da defesa ficou marcada para dia 03 de março.

Pelo parecer da Advocacia Geral do Senado, a partir daí o senador Eduardo terá o prazo de cinco dias úteis para emitir o parecer sobre o acolhimento do ato de declaração da perda do mandato da senadora, e por último encaminhar o comunicado ao plenário do senado para decisão final.

A senadora Selma Arruda foi cassada por caixa dois, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dezembro de 2019 e o tribunal regional Eleitoral de Mato Grosso já marcou a eleição suplementar para o dia 26 abril deste ano.

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“As fake news estão nos deixando doentes”, diz deputado Dr. Leonardo em CPIv

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Pesquisa da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), realizada em setembro de 2019, aponta que 67% da população brasileira acredita em alguma informação falsa sobre a eficácia e os efeitos das vacinas. Médico por formação, o deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade-MT) lamentou os prejuízos causados aos programadas de imunização do Brasil, nesta terça-feira (18.02), na apresentação dos dados durante a CPI Mista das Fake News.

De acordo com o relatório, informações falsas são o principal motivo que leva os brasileiros a evitarem a vacinação. Mais de 21 milhões de pessoas (13% da população maior de 16 anos) deixaram de se vacinar ou de vacinar seus dependentes.

Entre as falsificações mais difundidas estão afirmações de que vacinas causariam autismo, conteriam grandes quantidades de mercúrio, teriam menos eficiência do que produtos naturais ou seriam uma imposição do governo para controlar a população.

Durante a sessão, o deputado Dr. Leonardo sugeriu uma discussão sobre a responsabilização das empresas por notícia falsa publicada em suas plataformas. Na semana passada, o Reino Unido anunciou medidas para garantir que empresas de mídia social, como Facebook e Twitter, possuam sistemas para reagir ao conteúdo nocivo e melhorar a segurança de seus usuários.

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“As fake news estão nos deixando doentes. A pesquisa deixou isso muito claro. Se essas empresas não mapearem os focos de disseminação de notícias falsas e não permitirem a chegada da notícia verdadeira, penso que não conseguiremos informar as pessoas com efetividade. É um problema grave, sério, que precisa ser discutido abertamente. Temos a responsabilidade de apresentar soluções inovadoras”, afirmou Dr. Leonardo.

O presidente da CPI, senador Angelo Coronel (PSD-BA), destacou a necessidade de que a comissão dedique tanta atenção às fake news na área da saúde quanto dedica ao efeito eleitoral delas. “Sei que aqui só ‘ferve’ quando se fala em política, mas um assunto dessa natureza, que atenta contra a vida das pessoas, não pode ser deixado em segundo plano”, afirmou.

Ao abordar os prejuízos das notícias falsas na CPI, o coordenador de Comunicação da SBIm, Ricardo Machado, explicou que a vacinação não é apenas uma questão de proteção individual. Quem possui problemas no sistema imunológico, por exemplo, não pode tomar vacinas e depende das demais pessoas para não ficar vulnerável.

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A pesquisa também apontou que pessoas que obtêm suas informações sobre vacinas e medicina por meio das redes sociais: 72% dos entrevistados que já receberam mensagens negativas sobre vacinação pelas redes sociais se declararam inseguros quanto à prática, contra 27% dos que nunca receberam. A pesquisa foi feita pelo Ibope ouviu 2.002 pessoas, nas cinco regiões do país, ao longo de quatro dias. Todos os entrevistados eram maiores de 16 anos.

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