Caso Alphaville 1

Adolescente que matou Isabela se apresenta no DEA

Publicados

em

JB News

Por Denise Niederauer

 

A adolescente B.O.C, 15 anos que atirou e matou Isabele Guimarães, 14, se apresentou na Delegacia Especializada do Adolescente (DEA), na noite desta terça-feira (19.01).

A apresentação ocorre após a decisão da juíza Cristiane Padim, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude que determinou a internação imediata da adolescente por três anos pela morte de Isabele, e que não deve aguardar a sentença em liberdade.
O pai Marcelo Cestari estava com a filha, na chegada ao DEA,  ela acusada pelo ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso, quando há a intenção de matar.

A adolescente B.O.C, irá passar pelo exame de corpo de delito, e em seguida deve ser encaminhada ao Centro de Internação Lar Menina Moça, sistema socioeducativo fechado, em Cuiabá, anexo ao Centro Socioeducativo de Cuiabá (Complexo Pomeri), para reabilitar menores do sexo feminino que cometeram ato infracional.

A decisão foi publicada nesta terça-feira (19.01) e o processo está sob segredo de justiça.
Ela determinou a internação imediata da autora do disparo, a adolescente B.O.C., de 15 anos, autora do tiro que matou Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, no condomínio Alphaville, em Cuiabá, em 12 de julho de 2020.
A internação  está prevista no Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA) para atos infracionais. É a medida sócio educativa mais severa, e a cada seis meses é reavaliada.

Leia Também:  Município é notificado a revogar parte de decreto que flexibiliza medidas

Caso Alphaville 1

Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá. A versão de tiro acidental sustentado desde o começo pela adolescente B.O.C. de 15 anos, e que matou Isabele, mas foi derrubada pelas perícias feitas no local pela Politec MT. A Polícia Civil descartou essa versão na conclusão do inquérito, e a adolescente B.O.C., de 15 anos, foi indiciada por ato infracional análogo ao homicídio doloso, porque ela além de prática de tiro, e conhecimento do uso de
armas ao assumir o risco ao apontar e atirar com pouca distância no rosto da Isabele, essa foi a conclusão da investigação realizada pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

Veja o vídeo da chegada :👇

 

 

Vídeo  cedido pelo HiperNotícias

COMENTE ABAIXO:

Caso Alphaville 1

Juiz nega novas perícias e proíbe acesso a armas pelos pais da atiradora que matou Isabele

Publicados

em

Por

Foto do empresário Marcelo Martins Cestari

JB News

Juiz nega novas perícias, proíbe acesso a arma que matou Isabele e manda entregar  ao Comando do Exército

 

Por Denise Niederauer

 

O juiz Murilo Moura Mesquita, da 8ª Vara da Criminal de Cuiabá, acolheu pedido do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP-MT) e determinou que os pais da adolescente B.O. C, 15 anos que matou Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, o empresário Marcelo Martins Cestari e a esposa, Gaby Soares de Oliveira Cestari, entreguem todas as armas de fogo e apetrechos de recarregamento de munição que tenham em seu poder.

A decisão é desta quinta-feira (11.02), e ainda foi suspensa pela Justiça, a autorização para a prática de tiros, caça e coleção de armas.

A licença deles foi cassada no ano passado, no mês em que ocorreu o crime na residência da família, no condomínio Alphaville I, em julho de 2020.

Os pedidos para a realização de provas documentais e outras diligências também foram negados. “Com efeito, as provas periciais pretendidas pela defesa, se não o foram, poderiam ter sido requeridas ao juízo da infância e juventude, onde tramitou o processo relativo ao ato infracional análogo ao crime de homicídio.

Leia Também:  Secretários de Saúde pedem toque de recolher nacional e Mourão afirma que a solução é acelerar a vacinação

A exemplo do que se constatou em relação às perícias pretendidas, deferir tais pleitos permitiria uma verdadeira investigação paralela, contra indivíduos que não figuram no polo passivo desta ação.

Além disso, o magistrado pontuou que as provas requeridas pela defesa nessa ação “redundaria em subverter o objeto desta ação, passando, por via transversa, à reabertura da instrução de fatos apurados em ação distinta, o que, indiscutivelmente, apenas tumultuaria o bom andamento deste feito”.

 

Segundo o magistrado Murilo Mesquita, a 10ª Vara Criminal da Capital já determinou anteriormente, o encaminhamento das armas ao Comando do Exército. “Comunique-se o aludido órgão acerca das medidas cautelares, assim como para que tais armas permaneçam vinculadas também a esta ação penal” e negou pedido de realização de prova pericial atinente ao manuseio e armazenamento da arma de fogo utilizada para proferir o disparo que ceifou a vida da vítima e no local do crime.

A defesa da família Cestari pedia perícia metalográfica e de microscopia eletrônica no case relacionado ao evento morte; perícia de microscopia eletrônica no local dos fatos; perícia de Touch DNA em 17 cartuchos de munição e no estojo de munição armazenado; perícia balística na arma de fogo e perícia de DNA no sangue apresentado na pistola.

Leia Também:  Menor que matou Isabele tem HC negado e continua internada Lar Menina Moça

Os pais da atiradora B.O.C, 15 anos, Marcelo Martins Cestari e Gaby Soares de Oliveira Cestari respondem por suposta prática dos crimes de homicídio culposo, entrega de arma de fogo a pessoa menor, fraude processual e corrupção de menores.

A menor atiradora que foi condenada a três anos de internação por ato infracional análogo a homicídio doloso, está internada no Lar Menina Moça, no sistema socioeducativo fechado, em Cuiabá, anexo ao Centro Socioeducativo de Cuiabá (Complexo Pomeri), para reabilitar menores do sexo feminino que cometeram ato infracional.

A menor que matou Isabele teve três HCs negados e continuará cumprindo o internamento. O processo tramita em segredo de justiça.

A internação está prevista no Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA) para atos infracionais. É a medida sócio educativa mais severa, e a cada seis meses é reavaliada.

Caso Alphaville 1

A adolescente Isabele Guimarães Ramos, foi morta no dia 12 de julho, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville, em Cuiabá.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA