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ABCD realiza o 41º Curso de Atualização para Agentes de Controle de Dopagem (OCD/OCS)

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A Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) realizou, nesta terça-feira, 11/11, o 41º Curso de Atualização e Capacitação Continuada para Agentes de Controle de Dopagem (OCD/OCS). A atividade integra o programa de revalidação da certificação dos profissionais e tem por objetivo garantir a atualização técnica, a padronização de procedimentos e a excelência operacional dos agentes que atuam diretamente nas coletas de amostras antidopagem em todo o território nacional.

Adriana Taboza, presidente da ABCD, destacou a importância da capacitação contínua como elemento essencial para a credibilidade e a qualidade do sistema antidopagem brasileiro. A Coordenadora-Geral de Educação, Ana Paula Bonetti, apresentou os palestrantes e ressaltou o compromisso da ABCD em promover espaços permanentes de aperfeiçoamento e diálogo técnico.

A programação teve início com a palestra “Fatores Humanos em Ambientes de Alta Confiabilidade: o que a aviação pode ensinar à antidopagem?”, ministrada por Cláudia Paulich Loterio, Oficial de Controle de Dopagem, pesquisadora em fatores humanos e professora da UNISUAM. A apresentação trouxe reflexões sobre consciência situacional, gestão de riscos e tomada de decisão em contextos complexos, relacionando lições da aviação civil às práticas do controle de dopagem.

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Procedimentos nas Missões: desafios e boas práticas

O primeiro bloco do curso abordou as normas do Padrão Internacional para Testes e Investigações (ISTI) da Agência Mundial Antidopagem (WADA) e as instruções operacionais da ABCD, com foco na prevenção de não conformidades e no compartilhamento de boas práticas observadas em campo e foi conduzido por Maria Fernanda Frias, Coordenadora de Testes e Investigações da ABCD e Oficial de Controle de Dopagem.

Questões Administrativas e Gestão da Qualidade

Já na segunda etapa do curso, Anthony Moreira, Coordenador-Geral de Operações da ABCD, tratou dos aspectos administrativos e dos critérios internos de gestão, reforçando o compromisso da ABCD com a transparência, a eficiência e a melhoria contínua dos processos.

A jornada foi concluída com uma sessão de perguntas e respostas entre participantes e palestrantes. O evento foi encerrado pela Presidente da ABCD, que reforçou a importância da participação ativa dos oficiais na consolidação de uma cultura organizacional voltada à qualidade, à integridade e à confiabilidade das ações antidopagem.

Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte

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Fonte: Ministério do Esporte

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Ministério do Esporte inicia Consulta Pública sobre os Desafios e Demandas da População LGBTQIA+ no Esporte e na Atividade Física

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Por compreender que o esporte é um direito fundamental e uma ferramenta de inclusão, educação e transformação social, capaz de desenvolver noções de solidariedade e respeito às diferenças o Ministério do Esporte dá início nesta segunda-feira (08.12) à Consulta Pública – Desafios e Demandas da População LGBTQIA+ no Esporte e na Atividade Física. A consulta, que está acessível a toda a sociedade brasileira, tem o objetivo principal de coletar experiências, percepções e propostas sobre a inclusão e o respeito à diversidade nos ambientes esportivos e de atividade física em todo o país.

Ainda hoje, não dispomos de pesquisas censitárias ou registros administrativos federais que permitam uma resposta evidente e direta, capaz de dizer com precisão quantas pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queers, intersexo, assexuais e outras (LGBTQIA+) existem no Brasil. Essa lacuna de dados resulta em dificuldades para compreensão dos problemas e das violações de direitos a que são submetidas.

O Censo Demográfico de 2022 não abordou identidade de gênero e orientação sexual para responder essa questão. A edição anterior do Censo, em 2010, coletou informações sobre casais do mesmo sexo, sem inclusão de pessoas trans e identificação de pessoas bissexuais. O IBGE, em diálogo com as organizações da sociedade civil, vem desenvolvendo metodologias para incluir esse tema em suas pesquisas, de modo a acompanhar as experiências internacionais. Mas um estudo feito pela USP e pela Unesp nos permite ter uma visão mais nítida sobre o assunto: 12% da população ou 24 milhões de pessoas se identificam como LGBTQIA+.

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Embora o foco da pesquisa do Ministério do Esporte seja a realidade vivida por pessoas LGBTQIA+, a consulta está aberta a toda a população, já que o MEsp reconhece que a construção de espaços mais justos, seguros e inclusivos depende da escuta ampla da sociedade. A participação na pesquisa é anônima e voluntária. As informações coletadas não permitem a identificação individualizada da pessoa participante. E o Ministério do Esporte espera contar com a colaboração de toda a sociedade brasileira para construir, coletivamente, um ambiente esportivo acolhedor e livre de violência, preconceito e discriminação.

“Ouvir a comunidade LGBTQIA+ e toda a sociedade é fundamental para construirmos políticas esportivas mais justas e equitativas. A consulta pública reforça o compromisso do Ministério do Esporte com a participação social e com a promoção de ambientes seguros e acolhedores para todas as pessoas” diz o chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Daniel de Oliveira Piza. Para responder à pesquisa, acesse o link abaixo: https://formulario.mds.gov.br/index.php/653688?lang=pt-BR

Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte

Fonte: Ministério do Esporte

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