POLITICA

“A Câmara não tem dono e a pauta no Brasil não pode ser feita por um homem só”, diz Arthur Lira em Cuiabá

Publicados

em

JB News

Da Redação

A Câmara não tem dono e a pauta no Brasil não pode ser feita por um homem só, diz Arthur Lira (PP), candidato à presidência da Câmara Federal em Brasília, nesta sexta-feira  (08.01),em Cuiabá-MT.

O presidente nacional do Partido Progressista, o deputado federal Arthur Lira, esteve nesta sexta-feira em Cuiabá, reunidos com a bancada federal de Mato Grosso para pedir apoio dos congressistas na possibilidade de ser o presidente da Casa a partir de fevereiro.

A eleição da mesa que comandará os debates que darão Norte ao Brasil nos próximos dois anos, acontece no próximo dia 01 de fevereiro deste ano quando os parlamentares retornam aos trabalhos.

Arthur Lira já diz ter apoio da maioria das bancadas representativas na Câmara Federal, mas o diálogo com cada deputado é muito importante, uma vez que a imensidão de assuntos tratados diuturnamente na casa, representa muita das vezes o sentimento solitário de uma vontade popular representada por cada parlamentar no congresso Nacional, e essa pauta precisa ser debatida, por que existe importância para as comunidades ou estados ali representados.

Leia Também:  Presidente da AMM contesta PEC Emergencial que pode acabar com piso para gastos com Saúde e Educação

Para Arthur Lira as versões não podem ser maiores que os fatos na Câmara Federal, por que ao contrário, tornam-se inviáveis qualquer debate interno por conta de ter que convencer 513 deputados sobre a verdade dos fatos, por isso o respeito ao regimento interno, as proporcionalidades, e as legitimidades dos partidos.

Disse também que é imprescindível a funcionalidade da casa em tempos de pandemia, e que irá de maneira respeitosa retornar os trabalhos presenciais, pela importância do deputado no plenário, uma vez que os debates precisam acontecer, e da maneira que se encontra fica difícil o Brasil caminhar se não há debates e prioridades por que as comissões não funcionam normalmente.

Segundo Arthur Lira houve uma preocupação de procurar as seis maiores frentes parlamentares no congresso, entre elas a FPA, para debater alguns temas importantes caso venha ser eleito presidente, ou de no mínimo pautar os debates, dentre elas o licenciamento Ambiental, a regularização fundiária, e o trato dos defensivos agrícolas, para que possam ser desmitificadas essas questões.

Leia Também:  Carlos Fávaro suspende atendimento presencial nos gabinetes de Cuiabá e Brasília

“Não serão debates fáceis, mas podem ser pautados no mínimo duas por semestre, e deixar que as discussões e os debates possam dirimir, e que a maioria possa sair vencida, com isso desobstruímos os canais que travam nosso país”. Diz Lira.

O debate em Cuiabá foi  capitaneado pelo deputado federal Neri Geller líder da bancada Mato-grossense no Congresso Nacional,Neri também é presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária ((FPA), e presidente estadual do PP em Mato Grosso.

Veja a coletiva completa :👇

Participaram do evento os deputados federais por MT Nelson Barbudo (PSL),Dr.Leonardo (SD),Neri Geller (PP), e José Medeiros do Podemos

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Justiça pede bloqueio de R$ 29,8 milhões de Sergio Ricardo, Mauro Savi mais 4 por fraudes

Publicados

em

Por

JB News

Da Redação

A saga e o inferno astral do conselheiro afastado do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Sérgio Ricardo de Almeida para provar sua inocência nos crimes de fraudes e corrupção, o qual seu nome vem sendo envolvido, a cada dia piora mais.
Após receber o aval do Superior tribunal de Justiça (STJ), para voltar ao cargo de Conselheiro no TCE-MT, Sérgio Ricardo precisa provar que não comprou a vaga na cadeira de conselheiro no tribunal, enquanto isso outros processos que envolvem o seu nome em suposto crime por fraudes e corrupção, quando ainda era deputado estadual atormentam e lhe tira o sono.

Dessa vez, o Juiz Bruno D´Oliveira Marques, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), determinou o bloqueio de mais de R$ 29 milhões de reais em bens dos ex-deputados estadual Mauro Savi, Sergio Ricardo de Almeida, do ex-secretário da Assembleia Legislativa de MT (ALMT), Luiz Márcio Pommt. O bloqueio também atingiu os bens dos empresários, Jorge Luiz Martins Defanti, Adair Noragrol e João Dorileo Leal.

Leia Também:  Presidente da AMM contesta PEC Emergencial que pode acabar com piso para gastos com Saúde e Educação

A decisão foi proferida nesta quarta-feira (03.03), que segundo a denúncia, os réus participaram de esquemas de fraudes nas licitações na casa de leis estadual conforme delatado pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva.
Segundo Riva, os materiais gráficos foram comprados e nunca foram entregues para a Assembleia, somente emitiam notas frias.
O ministério público de Mato Grosso (MPE-MT) alega que durante as investigações “comprovou-se que o referido pregão não passou de um subterfúgio para apropriação de receita pública pelos operadores do esquema na ALMT (Jose Geraldo Riva,, Mauro Savi, Sérgio Ricardo de Almeida, e Luiz Márcio Pommot). Cada um deles, em suas diferentes funções, agiram cientes de que o referido Pregão Presencial objetivava o desvio de recursos públicos para pagamento de propina aos deputados estaduais nas suas mais variadas formas, como mensalinho, financiamento de companhas eleitorais, compra de votos para eleições da mesa diretora”.
No seu depoimento o ex-deputado estadual José Geraldo Riva, afirma que as licitações para a aquisição de materiais gráficos eram realizadas com o intuito de desviar recursos públicos para pagar o denominado mensalinho a parlamentares, financiar companhas eleitorais e comprar de votos para eleições da mesa diretora.

Leia Também:  Governo de MT lamenta a forma que o prefeito de Cuiabá politiza a situação do Covid-19

Veja parte da decisão:👇

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA