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Advogado Pedro Paulo Peixoto Júnior é candidato de oposição à presidência da OAB-MT

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Por Safira Campos

 

Em última eleição com disputa na OAB/MT, oposição fragmentada conquistou mais de 60% dos votos

Em 2015, última vez em que houve disputa pela presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Mato Grosso (OAB/MT), a oposição fragmentada em quatro candidatos conquistou 62% dos votos dos advogados do estado. À época, a chapa de situação, representada pelo atual presidente da Ordem, Leonardo Campos, somou 2.483 votos.

O resultado do pleito deu a vitória a Campos, mas expressou a insatisfação da maior parte da categoria com o grupo político que comanda a Ordem há duas décadas no estado. A oposição, constituída pelos candidatos Cláudia Aquino, Fábio Capilé, José Moreno e Izonildes Pio, somou ao todo 4.592, quase o dobro que o conquistado pela chapa de situação.

O desejo de renovação por parte da classe ficou ainda mais latente depois de 2018, quando, pela primeira vez na história da OAB/MT, houve o registro de chapa única para a disputa da gestão da instituição. Conforme explica Pedro Paulo, pré-candidato à presidência da Ordem na eleição que acontece este ano, a falta de renovação nos quadros da OAB prejudica o fortalecimento da independência e da transparência dentro da instituição.

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“O nosso desejo é que o movimento, junto com milhares de advogados e advogadas de todo o estado, ajude a reconquistar a independência da OAB Mato Grosso. Queremos devolvê-la para quem de direito: a advocacia mato-grossense, e para que possamos nos sentir novamente representados e atendidos. É salutar para esse cenário que haja renovação nos quadros. Um mesmo grupo político não deveria ocupar a presidência da Ordem por quase 26 anos”, argumenta.

Diversas lideranças de todo o estado têm unido forças e demonstrado apoio ao projeto liderado por Pedro Paulo, que conta como vice a advogada e procuradora do Estado Gabriela Novis. Entre os apoios declarados, estão os advogados Cláudia Aquino e Fábio Capilé, que juntos conquistaram mais votos que a chapa de situação.

“Nosso futuro tem que ser tratado com serenidade. Com pessoas que querem discutir a advocacia com seriedade. E não fazendo da advocacia um instrumento para impulsionamento pessoal ou partidário. Para a renovação que precisamos nós temos neste momento a referência do Pedro Paulo, uma pessoa preparada para liderar esse projeto de mudança. Por isso ele tem o meu apoio assim como tem ao lado dele tantas pessoas que pensam dessa forma”, afirmou Fábio Capilé.

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Seminário em Cuiabá capacita gestores e contabilistas para a elaboração de orçamentos públicos

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Cuiabá sedia nos dias 13 e 14 de maio o 2º Seminário de Contabilidade Pública – Orçamento Público: do planejamento à entrega de resultados, evento promovido pela Associação Mato-grossense de Contadores Públicos em parceria com a ATAME, assessoria especializada em ações de formação e capacitação no setor público.

O Presidente da AMCP, Luiz Mário de Barros, destaca a importância da elaboração correta do orçamento público, alicerce estratégico de qualquer gestão. “É por meio do orçamento que as diretrizes de governo se convertem em políticas públicas efetivas e o desenvolvimento local ganha materialidade. Contudo, a complexidade da execução orçamentária e a rigorosa pressão pela conformidade legal tornaram o ciclo PPA, LDO e LOA um desafio constante para contadores, planejadores e parlamentares. Lacunas no planejamento costumam resultar em baixa eficiência na aplicação de recursos, apontamentos pelos órgãos de controle e, primordialmente, na perda de oportunidades para a sociedade”.

O auditor do TCE-MT Francisney Liberato, palestrante e coordenador pedagógico do seminário, ressalta a importância desta capacitação focada na elaboração dos orçamentos públicos, que objetiva contribuir para que os gestores, auditores e contabilistas superem uma barreira fundamental: a distância entre o que se planeja e o que se entrega.

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“Este seminário foi criado para fechar essa lacuna. Essa é a maior dor de quem trabalha com orçamento público pois um Plano Plurianual que não dialoga com a Lei de Diretrizes e a Lei Orçamentária Anual, está fora da realidade, contraria as recomendações e normas do Tribunal de Contas, e quem paga a conta é a população pois não terá os serviços e políticas públicas previstos no orçamento”, afirma o auditor.

Em dois dias de imersão, contadores, secretários de finanças, gestores municipais e auditores vão aprender, na prática, como estruturar um ciclo orçamentário sólido — com segurança jurídica e até inteligência artificial aplicada ao gasto público.

O seminário terá a presença de palestrantes do mais alto nível: Conselheiros do TCE-MT, o Procurador-Geral do Ministério Público de Contas e um Juiz do TJ-MT. E no segundo dia, três oficinas práticas intensivas — com vagas limitadas.

Entre os palestrantes estão o conselheiro do TCE-MT Antonio Joaquim; o conselheiro Waldir Júlio Teis, mediador de um dos painéis de debate; o auditor do TCE e professor Francisney Liberato; o Procurador-geral do Ministério Público de Contas, William Brito; o Contador Geral de Cuiabá, Eder Galiciani; a diretora técnica de Planejamento Estratégico da Prefeitura de Cuiabá, Silvina Maria dos Anjos; o Secretário Adjunto do Orçamento Estadual da Sefaz-MT, Ricardo Capistrano; o juiz do TJ-MT, Vinícius Paiva Galhardo e o Gestor Governamental do Estado de Mato Grosso, Cícero Rodrigues Garcia.

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