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Sema-MT suspende visitação ao Morro de Santo Antônio por conta de incêndio

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Os focos de calor estão sendo combatidos pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM MT)

Por Lorena Bruschi | Sema-MT

– Foto por: Sema/MT

Para a segurança dos visitantes do Monumento Morro de Santo Antônio, a subida ao local está suspensa pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) até que o incêndio que começou no último sábado (14.08) no local seja extinto e não tenha risco aos usuários. Os focos de calor estão sendo combatidos pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT).

No período de estiagem é necessário aumentar os cuidados em áreas com risco de incêndio. Está proibido o uso do fogo para qualquer finalidade na zona rural até o dia 30 de outubro, conforme decreto nº 938/2021. Na zona urbana o uso do fogo é proibido o ano todo.

O Monumento Natural Morro de Santo Antônio está localizado no município de Santo Antônio do Leverger (27 km de Cuiabá) e é um dos pontos turísticos mais conhecidos de Mato Grosso, especialmente para quem é adepto de trilhas ou outras atividades ao ar livre.

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Após o término do combate aos focos de calor, a visitação será retomada. A Sema-MT solicita que seja feito o aviso prévio com pelo menos 48 horas de antecedência para que o acesso seja controlado, e que para haja apoio em caso de acidentes. O agendamento é necessário para a segurança dos visitantes. Grupos com mais de 10 pessoas precisam ser acompanhados pelo Corpo de Bombeiros.

Os contatos para agendamento são: (65) 99245-5783 e [email protected]. O horário de funcionamento da gerência é das 07h30 às 17h30.

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Aprosoja destaca atuação do TCE-MT no debate da Moratória da Soja

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06/01/2026 16:03

Resultado se soma a histórico de debates técnicos e à análise dos impactos econômicos e sociais das políticas públicas no estado

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
Presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, recebeu reconhecimento do presidente da Aprosoja, Lucas Beber. Clique aqui para ampliar.

A atuação do presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, no debate sobre a Moratória da Soja foi reconhecida pelo presidente da Aprosoja-MT, Lucas Beber, em pronunciamento sobre a saída de grandes tradings do acordo e a retomada da vigência da Lei Estadual nº 12.709.

Em vídeo publicado nesta segunda-feira (5), Beber ressaltou a contribuição do TCE-MT para a consolidação da norma, que entrou em vigor no dia 1ª de janeiro. O texto veda a concessão de benefícios fiscais a empresas que participem de acordos privados que restrinjam a atividade agrícola além das exigências do Código Florestal.

”Quero agradecer o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, principalmente o presidente Sérgio Ricardo e o conselheiro Antonio Joaquim”, disse Lucas Beber ao citar os diversos agentes que fizeram parte do processo.

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Diante disso, Sérgio Ricardo destacou o papel do TCE-MT no acompanhamento de políticas públicas de desenvolvimento. “Quando se discute incentivos fiscais, o que está em jogo é se esses instrumentos estão contribuindo para o desenvolvimento do estado e para a redução das desigualdades regionais, que é o nosso foco.”

Construção do debate

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
Ilustração
Seminário realizado em maio de 2024 reuniu gestores públicos, produtores e entidades representativas.

Diante de questionamentos de produtores e municípios sobre os impactos econômicos e sociais da Moratória da Soja em Mato Grosso, o TCE-MT e a Aprosoja promoveram, em 2024, o Seminário sobre os impactos da Moratória da Soja e da Carne, que reuniu gestores públicos, produtores e entidades representativas. O encontro resultou na Carta de Maio, documento em defesa de políticas baseadas na legislação nacional. O debate integrou o processo que levou à aprovação da Lei Estadual nº 12.709, que posteriormente teve sua constitucionalidade parcialmente reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Paralelamente, o TCE-MT instaurou auditoria sobre os incentivos fiscais concedidos no estado, com foco na avaliação de seus efeitos sobre desenvolvimento regional e redução das desigualdades.

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