VÁRZEA GRANDE
DAE/VG ganha unidade de atendimento no Ganha Tempo do Cristo Rei
A iniciativa integra o plano da autarquia de aproximar seus serviços da população e oferecer uma experiência mais ágil, acessível e humanizada
Nesta terça-feira, 19 de agosto, às 15h30, o Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) realizará o lançamento oficial da sua nova unidade de atendimento no Ganha Tempo Cristo Rei.
A cerimônia contará com a presença do diretor-presidente do DAE, Zilmar Dias, do secretária municipal de Governo, Carol Mello, do secretário de Estado da Seplag, Basílio Bezerra, da secretária adjunta de Patrimônio e Serviços da Seplag, Karol Martimiano, e da superintendente do Ganha Tempo, Rayanna Suelen de Oliveira Silva, além de autoridades municipais.
A nova unidade marca um avanço significativo na política de descentralização do atendimento ao cidadão, permitindo que moradores da região tenham acesso facilitado a serviços essenciais como segunda via de faturas, renegociação de débitos, solicitações e informações, sem a necessidade de se deslocar até a sede da autarquia.
A iniciativa integra o plano do DAE de aproximar seus serviços da população e oferecer uma experiência mais ágil, acessível e humanizada. O Ganha Tempo Cristo Rei foi escolhido estrategicamente por ser um ponto de grande circulação e acesso facilitado para os bairros da região.
Além do atendimento presencial, o DAE mantém à disposição da população o canal 0800 707 4442, que também funciona via WhatsApp, oferecendo mais comodidade e agilidade na solicitação de serviços.
Com essa nova unidade, o DAE reafirma seu compromisso com a qualidade no atendimento, fortalecendo o vínculo com a população e modernizando seus canais de relacionamento.
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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