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Botelho diz que presidente do Ibama não garantiu aprovação e nem deu prazo para liberar projeto do Portão do Inferno

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Da Redação

O deputado estadual Eduardo Botelho, da União, revelou que o presidente do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), Rodrigo Agostinho, não garantiu aprovação nem estabeleceu prazos para a liberação do projeto destinado a conter os deslizamentos no Portão do Inferno.

Botelho, que integrou uma comitiva em Brasília em busca de celeridade na avaliação do projeto, expressou preocupação com a resposta do presidente do Ibama. “Saí de lá preocupado, porque o presidente do Ibama não garantiu um tempo e nem a aprovação”, afirmou o parlamentar.

Diante da incerteza, Botelho enfatizou a necessidade de uma decisão rápida.

Ele designou o deputado petista Valdir Barranco para cobrar um posicionamento do Ibama, dada a boa relação de Barranco com os representantes do instituto.

O acesso a Chapada dos Guimarães pela MT-251 tem sido prejudicado pelos deslizamentos no Portão do Inferno, afetando a economia local.

O contrato de R$ 29 milhões entre o Governo do Estado e a empresa Engenharia Lotufo Ltda.

para a realização da obra, prevendo a retirada do maciço em 120 dias por meio de retaludamento da encosta, aguarda a aprovação do Ibama para ser executado.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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