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Presidente da AMM defende a derrubada do veto ao projeto da desoneração da folha de pagamento

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O veto do presidente da República ao projeto de lei que pretendia estender até 2027 a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e reduzir a contribuição para a Previdência Social paga por pequenos municípios provocou reações no movimento municipalista.
Para garantir a derrubada do veto, presidentes de associações de municípios de todo o país estarão em Brasília na próxima semana para se reunir com senadores e deputados, em movimento que será coordenado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, que integra o conselho político da CNM, já confirmou presença na capital federal. “ Os senadores estão sendo conclamados para a reunião. Entendemos que a desoneração da folha de pagamento tanto no setor privado quanto nos municípios de previdência própria é essencial. De um lado vai possibilitar a geração de emprego e renda e, se mantido o veto, há possibilidade de demissão nos setores público e privado”, disse ele, lembrando que a desoneração possibilitará que as prefeituras cumpram com suas obrigações, principalmente com o pagamento de salários dos servidores e os compromissos assumidos com os fornecedores.

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Fraga ressalta ainda que neste ano, os gestores estão vivenciando uma drástica redução de receitas nos municípios, por conta de que a economia brasileira enfrenta períodos de instabilidade. Ele frisa que as prefeituras tiveram quedas sucessivas nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios-FPM e principalmente do ICMS pelo estado. “Defendemos a derrubada do veto, pois impactará na economia dos municípios e na geração de emprego e renda”, alertou.
A ideia do projeto de lei, aprovado pelo Congresso era de manter a contribuição para a Previdência Social de setores intensivos em mão de obra entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. Até 2011, a contribuição correspondia a 20% da folha de pagamento.
Os 17 setores citados no projeto são referentes a confecção e vestuário; calçados; construção civil; call center; comunicação; empresas de construção e obras de infraestrutura; couro; fabricação de veículos e carroçarias; máquinas e equipamentos; proteína animal; têxtil; tecnologia da informação; tecnologia de comunicação; projeto de circuitos integrados; transporte metro ferroviário de passageiros; transporte rodoviário coletivo; e transporte rodoviário de cargas.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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